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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

quinta-feira, março 23, 2017

As tentações da capitalização da CGD

Vara e o regresso ao passado

O descaramento pode não ter limites. Hoje, tal como no passado. No Parlamento.

Secretas não desistem

O acesso dos serviços de informações a metadados (primeiro passo para poderem fazer escutas legais) foi recuperado por António Costa, depois de Passos Coelho também o ter tentado e depois de ter recebido um chumbo de 12 votos contra um no Tribunal Constitucional. É caso para dizer que as secretas não desistem. Nem António Costa, sempre atento a cada oportunidade. 

terça-feira, março 21, 2017

Belém: começou o desastre

Mais tarde ou mais cedo, o bailete, a conversa fiada e a ligeireza inacreditável tinham de dar mau resultado: «Marcelo diz ser "único porta-voz de Belém" e desmente "indignação"».

Remunerar a qualidade

Rendas da energia mais garantidas que a primavera

sexta-feira, março 17, 2017

Deputados e sócios de empresas com contratos públicos




"Estavam todos feitos"

E depois dos apelos lancinantes

«PGR já aceitou adiamento do prazo da Operação Marquês».

SONAE: falar no momento certo

É igual investigar um qualquer cidadão anónimo ou alguém com poder?

«É do senso comum que as investigações criminais que envolvem cidadãos com estatuto económico, social ou político trazem particulares desafios à Justiça e aos seus agentes, sendo também certo que, quanto ao seu objeto, estes processos não trazem maiores dificuldades do que aquelas que surgem nas investigações ao crime organizado e que se podem sintetizar no poder dos investigados, na sofisticação na execução do crime e na ocultação dos seus proventos. (...) Reconhecendo-se não ser possível evitar a mediatização destas investigações, parece assisado que a Justiça reaja da única forma ao seu alcance para minimizar os prejuízos que este “foguetório” causa à sua credibilidade - deixando cair o “segredo de Justiça” logo que por qualquer motivo a investigação se torne conhecida publicamente, desarmando assim quem faz da vitimização o seu “ negócio”».

A revolta da tolerância

A esquerda, a direita e a liberdade de expressão

«Os políticos no poder, em geral, gostam pouco da liberdade de expressão».

‘In vino veritas’


quarta-feira, março 15, 2017

PS e Ana Gomes

À medida que a Acusação de Sócrates está perto de ser conhecida é de registar apenas uma voz no seio do PS - Ana Gomes - que teve a coragem e a dignidade de resumir a questão política que o Partido Socialista recusa ver e admitir em relação ao caso Operação Marquês e ao ex-primeiro-ministro José Sócrates: «Independentemente do caso que está na justiça, e eu sou crítica pela demora na formulação de uma acusação que até provocou a prisão preventiva, aquilo que José Sócrates já admitiu publicamente em relação às acusações que estão em investigação é extremamente grave sobre a falta de idoneidade do personagem».

O caso mais importante da Justiça portuguesa

Provar. Prender. Julgar

«Em toda a parte, a prisão preventiva nos processos de crime económico-financeiro dos famosos provoca certas interpretações mediáticas patológicas, do tipo lobo mau que quer comer o capuchinho. É preciso compreender a verdadeira natureza e finalidade da prisão preventiva. Saber quem é e onde está o lobo mau. A prisão preventiva não pode confundir-se com a prisão para o cumprimento de uma pena. Acontece em geral, numa fase precoce do processo, tem natureza excecional. Não pode ser decretada, nem mantida sempre que for possível substituí-la por medidas mais brandas para o arguido, sendo examinada trimestralmente e revogada por enfraquecimento das necessidades cautelares. (...) Em histórias densas como uma floresta é preciso tomar as medidas adequadas a assegurar a recolha das provas para o julgamento. Por vezes a prisão preventiva é a única forma de atingir esse fim. Principalmente, quando o lobo mau aparece disfarçado de capuchinho».

Portugal, o país onde não podemos escrever livros

Na penumbra do interesse público

Caixa sem surpresas

As críticas de Sócrates


terça-feira, março 14, 2017

Centeno tem razão: o Portugal de hoje é diferente

Sócrates

Quantos portugueses têm o mesmo direito à defesa, dentro e fora do DCIAP, de José Sócrates? The show must go on!

A moção da RGA

Partidarite

"Assunção Cristas, acha normal?!"

Sempre a velha cabala


Novas provas novo prazo


segunda-feira, março 13, 2017

Não, não é o regresso do PREC

A liberdade é uma coisa que não assiste à esquerda

O princípio e o fim


Sócrates: MP cumpre

José Sócrates vai ser ouvido novamente pelo Ministério Público. Em cumprimento da Lei.

A hora da verdade


É Este O Mundo Em Que Queremos Viver?

«É o título de um livro de Eva Joly, a emblemática juíza de instrução no caso de grande corrupção e branqueamento, que envolveu altos responsáveis políticos e empresários da petrolífera “Elf. Nele, a juíza relata as ameaças de que foi vítima e denuncia os métodos criminosos utilizados na grande delinquência financeira, com a cumplicidade da banca, de certos políticos, perante a impotência dos magistrados. (...) Foi escrito há mais de dezassete anos, mas podia ser hoje. (...) O modelo aperta-se cada vez mais. Os crimes fiscais relacionados com impostos directos ou indirectos, são incluídos expressamente no âmbito da atividade criminosa grave relacionada com a reciclagem do dinheiro sujo. Impõe um registo central sobre os beneficiários efetivos, troca de informação, mais transparência, mais prevenção dos riscos. As autoridades competentes, os supervisores e as entidades abrangidas pelo dever de informar deverão ser pró-ativas no combate às formas inovadoras de branqueamento de capitais. Mas quando não sabemos que deficiências estratégicas, que inoperâncias, nos exporão novamente aos perigos a prevenir, é caso para pensar - é este o lamaçal em que temos que viver?».

Offshores, silêncios e conveniências

Quem indicou Paulo Núncio para a secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais do XX governo Constitucional? Passos Coelho? Maria Luísa Albuquerque? Ou será que foi o porteiro do Largo do Caldas?

Tempestade no alto mar

Uma democracia “diferente”?

sexta-feira, março 10, 2017

Marcelo Rebelo de Sousa: a forma e a substância

Um ano depois de ser eleito presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa conseguiu uma maior proximidade (na forma) com os cidadãos, mas a Democracia continua (na substância) demasiado distante dos portugueses.

Rui Rangel: não passou


Offshores: volta e reviravolta

O governo numa palavra? Fraqueza

Unidos na desgraça


quinta-feira, março 09, 2017

A perigosa força domesticadora da era de Costa

Os cleptocratas

«José Sócrates, deputado, ministro e finalmente primeiro-ministro de Portugal durante sete anos; Ricardo Salgado, líder do BES, com fama (e proveito) de ser uma espécie de DDT (Dono Disto Tudo) ao longo de várias décadas; Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, a dupla que durante anos geriu a PT e os seus voláteis e volúveis milhares de milhões de euros; Armando Vara, ex--ministro e ex-administrador da CGD e do BCP, os dois maiores bancos portugueses; Joaquim da Conceição, do Grupo Lena, um dos maiores potentados da construção civil. Há poucos anos, todos integravam a lista de indivíduos mais poderosos e influentes de Portugal. Admirados e temidos. Uma verdadeira elite política, financeira e económica. Eram políticos argutos e populares, gestores brilhantes, empresários visionários. Hoje, fazem parte de uma lista de indivíduos que, tudo o indica, deverão ser acusados de crimes tão graves como corrupção, fraude fiscal, branqueamento de capitais ou tráfico de influências».

quarta-feira, março 08, 2017

Parlamento ao rubro

O país começa a perceber melhor o actual nível de crispação, apesar do bailete promovido por Marcelo. Eis a vantagem do debate quinzenal.

Angola e Portugal: estadistas de pacotilha

BES, Banco de Portugal e malabarismo

Só por ingenuidade e/ou inteiro desconhecimento da vida política, financeira e económica do país é possível admitir que o Governador do Banco de Portugal pode ter conhecido alguma coisa sobre o BES que também não fosse do conhecimento da classe governante, política e demais aparelhos dos partidos com assento parlamentar.

Um novo patamar: o bullying democrático

Em Portugal é assim: VIP

A notícia da lista VIP do Fisco provocou escândalo, indignação e muitas primeiras páginas e abertura de telejornais e noticiários de rádio. E depois... O silêncio dos inocentes, não vá algum poderoso sentir-se incomodado com o escrutínio consequente e competente. Agora surge a notícia: «Inquérito criminal à lista VIP foi arquivado. Há quatro processos disciplinares no fisco».

WikiLeaks: como a CIA faz espionagem informática?

Intolerantes de bancada

Milhões de Angola tramam chefe do Grupo Lena


terça-feira, março 07, 2017

Em defesa dos jotinhas ou talvez não

O ataque aos organismos independentes

Tudo há-de correr bem, até acabar mal

O cartaz do PS e a pedagogia da Direita

segunda-feira, março 06, 2017

Este PS é demais

Há muito tempo que o PS foi assaltado pelas tropas de Sócrates e Costa. Afinal, pelo que se está a ver com o XXI governo constitucional, a propósito de Teodora Cardoso e Carlos Costa, estamos perante a mesma espécie de PS que, outrora, o Bloco de Esquerda e o PCP combatiam.

Operação cerco

A América está com Trump

A saga dos parcómetros continua

Sem disfarces

«Bons tempos em que o PS ainda disfarçava tiques autoritários».

Offshore informático


Justiça escrutinada

O assalto ao governador


sexta-feira, março 03, 2017

Governar para os offshores

«Há questões para além da responsabilidade política, de quem chefiava o Governo e as Finanças».

Tudo em Portugal depende do BCE, até a verdade

O fogo que arde no caso dos ‘offshores’

Offshores: A verdade da mentira que as estatísticas escondem

Humores de perdição


As declarações que tramaram banqueiro e Sócrates


quarta-feira, março 01, 2017

Jersey, Ilha de Man e Uruguai: porquê?

No meio do debate público sobre offshores ainda ninguém justificou a razão pela qual, surpreendentemente, o governo liderado por António Costa permitiu, cinco anos depois da última alteração, que a Autoridade Tributária tenha retirado Jersey, Ilha de Man e Uruguai à ‘lista negra’ dos offshores.

Je suis transferência para offshore

Melhor ator secundário

A hora da coragem


terça-feira, fevereiro 28, 2017

Cavaco na RTP e Sócrates na TVI

Cada um à sua maneira, os dois ainda a tentarem um último esforço para rescrever a história. Mas factos são factos: ambos ajudaram a condenar o país a muitos e muitos anos de sacrifícios.

Dr. António Costa, também podemos ser suecos?

Acabou a greve da História

"O doutor Paulo Núncio deve muito ao país"

«Em 2011, o Governo de Passos fez um acordo de troca de informação com a Suíça. Para além disso, agravou as penas para infrações fiscais e alargou o prazo de prescrição de dívidas tributárias. Mas antes que todas estas regras pudessem ter efeito, criou, em 2012, o Regime Extraordinário de Regularização de Dívidas (RERT III), uma amnistia fiscal para que todos legalizassem dinheiro que tinham colocado fora do país sem declarar. Núncio não quis que alguém fosse apanhado de surpresa e Ricardo Salgado agradeceu. Foi um dos clientes do regime que lavou 3400 milhões de euros. Antes e depois de ser secretário de Estado, Paulo Núncio foi e é sócio e alto colaborador de escritórios de advogados cuja função é ajudar clientes a pôr dinheiro em offshores e utilizar amnistias fiscais como o RERT III para o regularizar depois. Sem falar na sua participação como intermediário na compra de material militar. Como secretário de Estado, envolveu-se no escândalo da lista VIP, criou uma "unidade de grandes contribuintes" de utilidade duvidosa, e ainda uma reforma de IRC encomendada a escritórios de advogados como o dele, reforma que facilitou o planeamento fiscal para as grandes empresas. Finalmente, deixou que 10 mil milhões de euro».

Recato e bom senso


segunda-feira, fevereiro 27, 2017

Pedro Ferraz da Costa sobre CGD

Caixote de lixo público

10 mil milhões de euros!

Na mesma


A injustiça dos offshores

«É bom que se discutam os offshores».

sexta-feira, fevereiro 24, 2017

Por que não houve champanhe para o défice?

Afinal a União Bancária já valeu a pena

«Um vice-governador vai para a CGD em junho de 2011. Um administrador do BANIF (nomeado pelo poder político) vai para vice-governador em setembro de 2014. Um administrador de um banco liquidatário (intervencionado pelo Estado) vai também para vice-governador em junho de 2016. Um supervisor sai para uma auditora (logo após a resolução do BES), mas regressa ao regulador à sua conveniência. Um outro supervisor, vindo de um banco privado, vai do regulador para a administração da CGD em fevereiro de 2017. O novo homem forte da CGD já tinha aceitado um convite para vice-governador. Regulador e regulado, supervisor e supervisionado: é tudo a mesma coisa. O regulador acha tudo bem. E, mais curiosamente, a concorrência nunca se queixa em público. Conflitos de interesse não existem. O fenómeno da porta giratória, felizmente, não existe na realidade portuguesa! Poderíamos, pois, estar tentados a dizer que a União Bancária pouco fez por nós. Mas estaríamos a ser injustos. Na minha perspetiva, já fez e muito. Desde janeiro de 2016, as nomeações para a administração das enti-dades bancárias estão sujeitas a aprovação pelo BCE. Este novo enquadramento já teve consequências, por exemplo, no BCP (com a idoneidade de Isabel dos Santos) e na CGD (quer com a administração cessante, como com a nova administração). Felizmente. Porque graças a esta monitorização acabaram-se os Armandos Varas e demais apparatchiks incompetentes que invadiram a CGD durante décadas».

Luz na escuridão

Ninguém leva a mal


Cavaco, biógrafo e entrevista

A entrevista do ex-presidente ao seu biógrafo, que trabalha na RTP, teve duas vantagens: não tenho saudades do homem, do político e do ex-presidente da República. Marcelo saiu revigorado...

quinta-feira, fevereiro 23, 2017

Os perigos da ilusão do fim da crise

Os paraísos fiscais são pura ignomínia

quarta-feira, fevereiro 22, 2017

10 mil milhões de euros para offshores:

«Análise de Tiago Caiado Guerreiro».

As esquerdas e CGD: até as perninhas lhes tremem

Isto já é um clássico!

«Há duas semanas, o ministro dos Negócios Estrangeiros foi a Angola, depois de um longo trabalho de bastidores e que deveria, assim ele o disse, “fechar o ciclo”" das visitas sectoriais que se tinham vindo a realizar de parte a parte. A viagem realizou-se 14 meses depois de o ministro ter tomado posse, o que além de não ser comum para dois países com a intensidade de relações como as que existem entre Portugal e Angola, também revela a delicadeza do assunto desde que, já lá vão quatro anos, Angola acabou com a parceria estratégica entre os dois Estados. Nessa visita, Santos Silva assumiu que o objetivo principal era preparar a visita do Primeiro-ministro António Costa, ao mesmo tempo que anunciou a visita da ministra Francisca Van Dunem (angolana de nascimento). Pois bem, a visita deveria começar hoje. Ontem à tardinha, sem mais pormenores, um curto comunicado do Ministério da Justiça fez saber que “a visita da Ministra da Justiça foi adiada, a pedido das autoridades angolanas, aguardando-se o seu reagendamento”, isto é, sine die».

Cocktail moloTrump

As Minhas Prateleiras de Estaline

«Habituei-me assim, a gostar da profunda tristeza das sinfonias de Shostakovitch, por vezes misturada com uma ironia feroz. A luta entre o poder e a arte, a criação artística feita de angústias reprimidas e ao serviço do Terror. Estaline também teria estudado os autores de história dos czares, lido Balzac, Gorky e outros, e jamais renunciou á necessidade de usar escritores e compositores como instrumento do poder paranoico e do culto da personalidade. Afinal, a música, a literatura são armas sem limites na construção de um poder assassino e na consagração dos heróis messiânicos. O método tem sido eficaz ao longo da história, agora transposto para as redes sociais. Às vezes tenho um pesadelo terrível, que é o de ter que fazer uma viagem e não conseguir fazer a mala nem a viagem, por causa da impossibilidade aflitiva de fazer a mala».

Trunfo de Costa furado


Ninguém se demite


O que é o CETA e o que é que se está a passar enquanto dormimos?

Acordo Económico e Comercial Global entre a UE e o Canadá

terça-feira, fevereiro 21, 2017

Caixa: o regime está podre

O turbilhão que está a abalar o regime tem um nome: Caixa Geral de Depósitos. Como é triste assistir a uma espécie de esquerda a servir de tampão à tentativa de apuramento parlamentar do que se passou no banco público. A posição do PS não surpreende. O que choca é a atitude do Bloco e do PCP. Quem diria...

'Outsourcing' legislativo

Ajudas de Estado não são para quem quer...

O maior segredo do caso CGD

segunda-feira, fevereiro 20, 2017

A conspiração do silêncio

A grande farra socialista está de volta

Peixeiradas

E a vida acontece

Quando temos/podemos afastar-nos desta vida política de sarjeta em que não há inocentes.

Padrões


terça-feira, fevereiro 14, 2017

A “estabilidade financeira” acima de tudo?

O árbitro-jogador

Confrontação

Sísifo e o castigo de Schäuble

O Presidente da República que se cuide


Défice com dívida de fora


Marcelo no seu "melhor"

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

“House of Cards” na Caixa Geral de Depósitos

«Foi penoso assistir à conferência de imprensa de Mário Centeno, onde procurou demonstrar o indemonstrável. Em nenhum momento explicou como foi possível chegar a acordo com António Domingues sem cumprir a sua principal exigência, a de que não haveria “obrigações de publicidade, transparência ou de declaração” dos rendimentos, como está escrito, preto no branco, nos mails trocados com o Ministério. Foi também penoso repetir a desculpa invocada para o atraso na publicação do decreto-lei, referindo as negociações em curso com Bruxelas. Uma lei já pronta e assinada pelo Presidente à espera de “retoques”? Não faz sentido. Uma lei à espera do fim das negociações nas instâncias europeias publicada no fim de Julho quando estas só acabaram no fim de Agosto? Não faz sentido. Porque não falam com verdade, ao menos por uma vez?».

Centeno já foi imolado?

O ministro das Finanças tentou salvar a pele antes de saber se o bailete de Marcelo Rebelo de Sousa passa por retirar-lhe o tapete. Isto promete!

A vaga

Com a morte não se brinca

O mistério dos bancos apoiados pelo Estado e as PME

«As perguntas, cujas respostas deviam estar desde logo disponíveis sem esforço, encontram um muro de silêncio no BCP, CGD (os que tinham ainda empréstimos activos) e nas Finanças. Foi o anterior executivo quem desenhou o sistema, mas é este quem agora o controla e se mudam as cores de quem governa não mudam as leis nem os organismos do Estado. A informação tem de estar em algum lado, e se se procurou e não achou é porque algo foi muito mal feito. Numa sociedade onde o sistema financeiro se assume como vital, obrigando, por isso, à aplicação de avultadas somas de dinheiro público, este é precisamente o tipo de situações que não devem ocorrer. E a melhor forma de o evitar é pensar, desde logo, numa forma de prestar, de forma clara, todas as informações que possam ser públicas».

Israel faz história

As traquinices do professor Marcelo enquanto PR

Não brinquem com o Metro!

De Centeno a Costa


A guerra dos prazos


Podem pedir desculpa?



sexta-feira, fevereiro 10, 2017

A “trajectória correcta” para onde?

Há um papel escrito, sr. PR. O resto é pós-verdade

Se o PM mente...

Quinzenalmente, assistimos a António Costa a ser acusado de mentiroso no parlamento. E nada acontece. Assim, por que razão Mário Centeno deveria apresentar a demissão? Com o bailete imposto por Marcelo Rebelo de Sousa, esta é a Democracia que temos. 

Crise a fermentar

«Caixa. Centeno acusado de mentir. Costa desafiado a demitir ministro».

Irá Trump salvar o euro?

Na mão dos gigantes

Até que enfim!

Caixa de ressonância


quinta-feira, fevereiro 09, 2017

Tanta trapalhada não dá demissões?

Centeno para poupar Costa


P. S. Marcelo em silêncio intensifica o bailete!

Álvaro Santos Pereira: falar claro sobre corrupção e Portas

Acções do BPI afundam 15%

Observador: Fact Check mais e melhor

A banca que nos restou

O desafio de Donald Trump

Mudanças na social-democracia europeia

«Schulz representa quase tudo aquilo que os extremismos em voga deploram: a moderação firme, a convicção não sectária, a inteligência anti-dogmática.Se porventura ganhar as eleições de Setembro próximo observaremos transformações de inequívoca importância».

Depois queixem-se