MAIS ACTUAL BLOG

Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

terça-feira, abril 25, 2017

segunda-feira, abril 24, 2017

Drama em quatro actos

Metade dos franceses votaram contra o euro e a UE

A regionalização outra vez

Nós, a França e o NHA


A Europa está de regresso

«O resultado da primeira volta em França contraria a marcha política que predominava neste início de século».

Macron e o júbilo da esquerda

Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron ganhou a primeira volta das presidenciais francesas, batendo Marine Le Pen. A esquerda e a extrema esquerda rejubilam. Mesmo que Macron tenha ajudado a afundar ainda mais a economia francesa (ex-ministro da Economia do governo de Manuel Valls) e de ter um passado profissional ligado à banca de investimentos, um dos bastiões da globalização financeira. E depois do mal feito... O  mal menor, sempre o mal menor...

sexta-feira, abril 21, 2017

A França, o homem doente da Europa

França e o ataque cirúrgico

Mais um ataque terrorista em vésperas de eleições. Não é o primeiro. E, a continuar pelo mesmo caminho, não será o último. Resta perguntar: a quem serve uma segurança assim tão de feição de interesses e lobbies?

O direito ao erro dos jornalistas é a certeza de termos direito à informação

Pânico moral

Prazos cumpridos


quarta-feira, abril 19, 2017

A diferença entre Theresa May e António Costa

Caixões para bebés

Londres vai ter oposição


terça-feira, abril 18, 2017

Theresa May anuncia eleições

Como estamos longe do Reino Unido. 

Da circulação das espécies

Terapia de choque

Falar de corrupção em Portugal é cada vez mais complicado

Os abusos das autarquias

Costa sem tempestades


Encurralados: “Se uma pessoa está disposta a morrer, resiste a tudo”

Um depoimento incrível. Uma memória triste e lúcida. E que até consegue fazer rir!



segunda-feira, abril 17, 2017

BES: entre Suiça e Portugal



A verdadeira bandeira

Em defesa do PCP


quinta-feira, abril 13, 2017

Lançamento livro


O Mistério da Azinhaga dos Gafanhotos

«Talvez o problema estivesse no sítio onde atuavam, aquela azinhaga feita de lixo e buracos, entalada entre dois bairros clandestinos, frequentada por pedintes. A polícia nem lhes ligava, não eram alvo de escutas, uma desolação. Na esquadra da PSP mandavam-nos sempre embora depois de identificados, num desprezo humilhante. Ultimamente, era uma neura pegada, a malta não trazia dinheiro, só conseguiam gamar selfsticks, com a epidemia de indianos a vendê-los. Liam os jornais com inveja dos grandes criminosos, eles que não conseguiam nem uma noticiazinha, quanto mais arranjar maquias para transferir para offshores. Sonhavam com isso à noite enquanto viam o brilho das luzes da grande cidade, lá longe, alimentavam a esperança de, um dia, dar um golpe monumental que lhes providenciasse a posse de um camião de notas, sem deixar rasto. Naquela azinhaga não se passava da cepa torta e quando tentavam ir para outros lados mais rentáveis logo eram espancados e escorraçados».

O direito à reforma para quem não teve infância

A culpa não é dos governos, é nossa

A melhor fotografia de Aznar

quarta-feira, abril 12, 2017

Mais um rasca no governo: chama-se Costa

É o António! Entre piadolas e truques, vale tudo. Até brincar com a deficiência de Shauble. Não fora Luís Montenegro, líder parlamentar do PSD, Costa teria resposta pronta e merecida. Resta a dignidade e frontalidade de Miguel Poiares Maduro que não tem medo de classificar o comportamento de António Costa. Enquanto o primeiro-ministro não faz o óbvio e rapidamente: apresentar um pedido de desculpas.

P. S. Santos Silva já tem companhia.

É tão bom, não foi?

«Não admira, pois, que António Costa faça juras de amor eterno aos parceiros parlamentares. Porque, nesta fase, pode perder mais do que ganhar se quiser afirmar-se pela diferença, canibalizando eleitorado à Esquerda que pode muito bem, e de forma menos hostil, passar-se para o seu lado, entusiasmado com a ideia do voto útil. Sem a rua, PCP e BE vão ter de agarrar-se às contrapartidas inscritas no acordo tripartido ainda por cumprir. Vão ter de demonstrar que, sem eles, não era possível ter devolvido rendimentos e até alcançar um défice histórico. Vão ter, sobretudo e mais importante, de encontrar novas linhas vermelhas para fazer vergar os socialistas e dar sentido ao seu discurso. Vão ter, basicamente, de fazer oposição ao Governo. Que é uma coisa que António Costa não tem tido».

O "sucesso" de Manuel Dias Loureiro

Uma encenação falhada

Finalistas aprenderam com geringonça

Costa, Tsipras e o Bloco


domingo, abril 09, 2017

Justiça: indignados e indignados

Sempre que há a conclusão de mais um processo judicial que envolve uma espécie de notável qualquer, que gera uma forte e crítica onda popular, lá vem o coro dos indignados contra o justicialismo. E até, entre eles, não faltam os que escondem conflitos de interesses e relações privilegiadas com certos amigalhaços. Se a Justiça tem que prestar contas, também ninguém pode ficar indiferente a um punhado de cínicos que "ignoram" que a luta contra a corrupção é desigual. Talvez seja por isso mesmo que nunca reclamam o óbvio: legislação clara, com molduras penais exemplares, e meios para os investigadores criminais apanharem esta elite de ladrões.

Lisboa envelhecida e em ruínas é mais típica?

Quem serão os verdadeiros cínicos?

Justiceiros


terça-feira, abril 04, 2017

Sim, dá muito jeito ter António Costa no governo

Liquidar para reinar

Esquerda e bancos

É surpreendente assistir a um governo das esquerdas a salvar bancos a torto e a direito com o dinheiro e/ou a garantia dos contribuintes. Mas ainda mais surpreendente é constatar que a óbvia nacionalização do Novo Banco é substituída por um negócio com o Lone Star, outrora apelidada de fundo abutre.

P. S. A propósito: já nem se diz mal de Sérgio Monteiro? Por que será?

Tribunal Constitucional

Se o Novo Banco fosse um telemóvel

Macacos à solta

«Terá o aparelho de Estado medo destes energúmenos?».

segunda-feira, abril 03, 2017

Os protectores

O consenso

«Da República não vale a pena falar: foi o terrorismo até Dezembro de 1917 e a seguir uma ilimitada corrupção, que se julgava favorável a Portugal inteiro, sem distinções geográficas e sociais. Salazar extinguiu estes festejos e estabeleceu a ditadura que se conhece ou que talvez hoje, 2017, já seja uma memória vaga. Mas mesmo Salazar não se coibiu de ridicularizar o consenso. A oposição pedia liberdade. Mas para quê? Para, como antigamente procurar a união dos democratas? Se era de união que se tratava, ela já existia e chamava-se União Nacional, que, como se sabia, não era um partido. Em 1968, quando Caetano chegou, chegou preso à guerra colonial e às polícias, o que não o impediu, segundo as suas próprias palavras, de procurar sempre o “ponto de equilíbrio” da “razão e do senso”».

27 referendos, já

E depois dos presidentes trogloditas

Que descentralização queremos?

Velho banco

«Aqui como noutras coisas, a esquerda não tinha nenhuma solução alternativa».

Pago com o pelo do cão


sábado, abril 01, 2017

Castigar os britânicos por causa do Brexit é uma má ideia

Sampaio arranjou uma bolsa para financiar a sua biografia, mas ninguém revela valores

O sonho dos eurocratas

Notícias Falsas

quarta-feira, março 29, 2017

Ronaldo mais aeroporto

É igual a Madeira. Portugal. Mesmo que a elite do costume estrebuche perante a gargalhada geral.

Montepio: E depois da bazófia...

Operação Marquês. Ministério Público investiga outros banqueiros

Um divórcio não é um funeral

Vem aí crise?

segunda-feira, março 27, 2017

Os indignados da treta

Esquerda neoliberal


Dijsselbloem: resposta à portuguea

Face às declarações de Jeroen Dijsselbloem, alguém poderá levar a sério a reacção de Augusto Santos Silva? Para troglodita.... Ou melhor, resultado: Dijsselbloem ainda continua a presidir ao Eurogrupo. 

sexta-feira, março 24, 2017

quinta-feira, março 23, 2017

As tentações da capitalização da CGD

Vara e o regresso ao passado

O descaramento pode não ter limites. Hoje, tal como no passado. No Parlamento.

Secretas não desistem

O acesso dos serviços de informações a metadados (primeiro passo para poderem fazer escutas legais) foi recuperado por António Costa, depois de Passos Coelho também o ter tentado e depois de ter recebido um chumbo de 12 votos contra um no Tribunal Constitucional. É caso para dizer que as secretas não desistem. Nem António Costa, sempre atento a cada oportunidade. 

terça-feira, março 21, 2017

Belém: começou o desastre

Mais tarde ou mais cedo, o bailete, a conversa fiada e a ligeireza inacreditável tinham de dar mau resultado: «Marcelo diz ser "único porta-voz de Belém" e desmente "indignação"».

Remunerar a qualidade

Rendas da energia mais garantidas que a primavera

sexta-feira, março 17, 2017

Deputados e sócios de empresas com contratos públicos




"Estavam todos feitos"

E depois dos apelos lancinantes

«PGR já aceitou adiamento do prazo da Operação Marquês».

SONAE: falar no momento certo

É igual investigar um qualquer cidadão anónimo ou alguém com poder?

«É do senso comum que as investigações criminais que envolvem cidadãos com estatuto económico, social ou político trazem particulares desafios à Justiça e aos seus agentes, sendo também certo que, quanto ao seu objeto, estes processos não trazem maiores dificuldades do que aquelas que surgem nas investigações ao crime organizado e que se podem sintetizar no poder dos investigados, na sofisticação na execução do crime e na ocultação dos seus proventos. (...) Reconhecendo-se não ser possível evitar a mediatização destas investigações, parece assisado que a Justiça reaja da única forma ao seu alcance para minimizar os prejuízos que este “foguetório” causa à sua credibilidade - deixando cair o “segredo de Justiça” logo que por qualquer motivo a investigação se torne conhecida publicamente, desarmando assim quem faz da vitimização o seu “ negócio”».

A revolta da tolerância

A esquerda, a direita e a liberdade de expressão

«Os políticos no poder, em geral, gostam pouco da liberdade de expressão».

‘In vino veritas’


quarta-feira, março 15, 2017

PS e Ana Gomes

À medida que a Acusação de Sócrates está perto de ser conhecida é de registar apenas uma voz no seio do PS - Ana Gomes - que teve a coragem e a dignidade de resumir a questão política que o Partido Socialista recusa ver e admitir em relação ao caso Operação Marquês e ao ex-primeiro-ministro José Sócrates: «Independentemente do caso que está na justiça, e eu sou crítica pela demora na formulação de uma acusação que até provocou a prisão preventiva, aquilo que José Sócrates já admitiu publicamente em relação às acusações que estão em investigação é extremamente grave sobre a falta de idoneidade do personagem».

O caso mais importante da Justiça portuguesa

Provar. Prender. Julgar

«Em toda a parte, a prisão preventiva nos processos de crime económico-financeiro dos famosos provoca certas interpretações mediáticas patológicas, do tipo lobo mau que quer comer o capuchinho. É preciso compreender a verdadeira natureza e finalidade da prisão preventiva. Saber quem é e onde está o lobo mau. A prisão preventiva não pode confundir-se com a prisão para o cumprimento de uma pena. Acontece em geral, numa fase precoce do processo, tem natureza excecional. Não pode ser decretada, nem mantida sempre que for possível substituí-la por medidas mais brandas para o arguido, sendo examinada trimestralmente e revogada por enfraquecimento das necessidades cautelares. (...) Em histórias densas como uma floresta é preciso tomar as medidas adequadas a assegurar a recolha das provas para o julgamento. Por vezes a prisão preventiva é a única forma de atingir esse fim. Principalmente, quando o lobo mau aparece disfarçado de capuchinho».

Portugal, o país onde não podemos escrever livros

Na penumbra do interesse público

Caixa sem surpresas

As críticas de Sócrates


terça-feira, março 14, 2017

Centeno tem razão: o Portugal de hoje é diferente

Sócrates

Quantos portugueses têm o mesmo direito à defesa, dentro e fora do DCIAP, de José Sócrates? The show must go on!

A moção da RGA

Partidarite

"Assunção Cristas, acha normal?!"

Sempre a velha cabala


Novas provas novo prazo


segunda-feira, março 13, 2017

Não, não é o regresso do PREC

A liberdade é uma coisa que não assiste à esquerda

O princípio e o fim


Sócrates: MP cumpre

José Sócrates vai ser ouvido novamente pelo Ministério Público. Em cumprimento da Lei.

A hora da verdade


É Este O Mundo Em Que Queremos Viver?

«É o título de um livro de Eva Joly, a emblemática juíza de instrução no caso de grande corrupção e branqueamento, que envolveu altos responsáveis políticos e empresários da petrolífera “Elf. Nele, a juíza relata as ameaças de que foi vítima e denuncia os métodos criminosos utilizados na grande delinquência financeira, com a cumplicidade da banca, de certos políticos, perante a impotência dos magistrados. (...) Foi escrito há mais de dezassete anos, mas podia ser hoje. (...) O modelo aperta-se cada vez mais. Os crimes fiscais relacionados com impostos directos ou indirectos, são incluídos expressamente no âmbito da atividade criminosa grave relacionada com a reciclagem do dinheiro sujo. Impõe um registo central sobre os beneficiários efetivos, troca de informação, mais transparência, mais prevenção dos riscos. As autoridades competentes, os supervisores e as entidades abrangidas pelo dever de informar deverão ser pró-ativas no combate às formas inovadoras de branqueamento de capitais. Mas quando não sabemos que deficiências estratégicas, que inoperâncias, nos exporão novamente aos perigos a prevenir, é caso para pensar - é este o lamaçal em que temos que viver?».

Offshores, silêncios e conveniências

Quem indicou Paulo Núncio para a secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais do XX governo Constitucional? Passos Coelho? Maria Luísa Albuquerque? Ou será que foi o porteiro do Largo do Caldas?

Tempestade no alto mar

Uma democracia “diferente”?