MAIS ACTUAL BLOG

Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

sábado, dezembro 16, 2017

Banalíssimas


«O início da história da Raríssimas tem essa espessura da exceção, do único: uma mulher de origens modestas, que perde a sua criança com problemas de saúde graves, consegue transformar a escara numa missão maior pelos filhos dos outros e superar a sua condição social. Valente. Já o que acontece depois transforma a excelência num lixo ordinário, num déjà vu rafeiro: a dita senhora, traça atraída pela luz, rodeia-se de políticos babosos. Assim que a crisálida advém borboleta, eles parasitam-na também. Embebeda-se no vórtex do poder, deslumbra-se, quer ser doutora, vestir estilista, sapatito da marca, viajar, conhecer o Papa, postar a selfie. Quer reverências e salamaleques, respeitinho muito lindo, o seu império crescente, o herdeiro da parada. Quer esquecer o seu passado. Vómito».

Ameaça no horizonte

«É provável que os juros comecem a subir a partir de 2018».

Xutos & Pontapés na Igreja e no Estado

É Sábado! What else?


sexta-feira, dezembro 15, 2017

Super Mário ou como afinal o diabo chegou

Jornalismo e os mitos

Durante anos, a ideia que o jornalismo de investigação é muito caro ganhou terreno. Ora, bolas! E os jornalismos light e cor-de-rosa não são caros? A diferença é outra e todos sabem qual é: escrutinar ou não o poder faz toda a diferença, sobretudo para alguns "gestores" da comunicação social. O resultado está à vista...

O poder do jornalismo

O país pequenino onde uma mão lava a outra

Raríssimas: o Estado é parte do problema

Vieira da Silva ainda mexe?

António Costa, tardiamente, assinalou a confiança no ministro Vieira da Silva. Vem aí tempestade?

PGR e DCIAP devem explicações (actualização)

«O Ministério Público enfrenta uma situação a que não está habituado, uma entidade europeia altamente qualificada considerou fraude aquilo que o MP mandou arquivar, depois de arrastar os pés. A Procuradora-Geral da República não sai bem deste processo, tanto mais que se fizeram demasiados silêncios, num país onde parece que os jornalistas acedem aos processos em segredo de justiça com mais facilidade do que os próprios investigadores».

P. S. (15 Dezembro 2017) A ausência de explicações cristalinas da PGR sobre este caso é muito estranha. Aliás, noutros casos, sem o envolvimento de figuras políticas de topo, a PGR tem assumido uma posição de transparência de louvar. O que se passa neste caso? Questões de meios? Pessoais? Oportunidade? Coincidência? E o princípio da legalidade é só para angolano ver?

Raríssimas. A geringonça é a sorte do ministro

Angola e... Venham eles

João Lourenço continua a surpreender. Para uns, é o branqueamento em curso; para outros, a ameaça que se impunha aos ladrões de colarinho e punhos brancos. E, já agora, também muito importante, para consumo dos respectivos cúmplices...

Raríssimas, uma lição

«Os políticos que iam às cerimónias não achavam nada estranho?».

Um País saboroso


PSD: Rio e Pontos

O PSD entrou numa fase especial. De manhã, Rui Rio e os vencimentos que auferiu na Ordem dos Contabilistas. À noite, a busca da PJ à mesma Ordem feita há um ano. E assim vai a corrida à liderança do PSD com mais ou menos Pintos, perdão, Pontos.

Não é bem assim

quinta-feira, dezembro 14, 2017

O PS é incorrigível

What else?

E o SNS aqui tão perto

A dose é justificada, ainda que cavalar. E se fosse dada a atenção ao SNS que o caso raríssimas está a ter, então muitas e muitas cabeças rolariam em Portugal. E melhor: os doentes ficariam a ganhar.

P. S. Faltam reportagens e artigos de opinião sobre o desastre que se está a abater sobre a saúde em Portugal.

O PS deixou ontem cair o ministro Vieira da Silva

Raríssimas, uma história de subdesenvolvimento

Oportunidade perdida


A raríssima coluna vertebral

O ministro está na frigideira

quarta-feira, dezembro 13, 2017

What else?


Ana Gomes e... Verdade

«PS tem de fazer introspeção sobre como se deixou instrumentalizar por Sócrates».

Tá-se e... Mal

«Um Governo recheado de amigos, casais e familiares socialistas. Mérito ou nepotismo?».

Candura a mais é pecado

Mais do mesmo e... Fracasso

Na liderança de uma instituição de assistência social, tal e qual como na política e na governação, ou até na vida em sociedade, não basta o comportamento civilizado (falso) e a boa educação (formal). É a falta de carácter que mina a confiança. É a estratégia de dissimulação que agrava o sentimento de repulsa. Resultado: a mentira, a trama e o abuso de confiança têm sempre o mesmo resultado: o fracasso.

Cabala perdida

Raríssimos políticos

Não paguem os justos

«O caso das Raríssimas revela a falta de uma fiscalização eficiente».

terça-feira, dezembro 12, 2017

O Fisco que apague a luz

Até as boas intenções têm dever de transparência

Os 69 de Marcelo

Médicos pronunciam-se sobre uso terapêutico da canábis este mês

Raríssimas e... Demissão

Paula Brito e Costa e Manuel delgado já foram. E Vieira da Silva fica. Quanto tempo para o ministro apresentar um pedido de desculpas e ficar agarrado ao lugar?

Marcelo e... Parabéns!

Marcelo Rebelo de Sousa: 69 anos.
Sagitário, obviamente!

Portugal e... Realidade

O caso nada raríssimo é a ponta do iceberg da assistência caridosa e desinteressada substituindo um Estado incompetente e onde reina a incúria. Moralismos bacocos à parte.

Um raríssimo Portugal

Por que razão o PCP quer fechar a Autoeuropa?

Isto vai ser mesmo a ‘Santa Casa’?

What else?

segunda-feira, dezembro 11, 2017

Trump, Jerusalém e a derrota dos antissemitas

Proença de Carvalho e... Red-Hot

Cúmplices no crime

Livros para o Natal (I)

Há números que são como punhais

Corrupção em Portugal – “uns” e “os outros”

As contradições dos tribunais sobre a morte

Olh’ó boneco!

domingo, dezembro 10, 2017

O Pai Natal Da Corrupção


«Há um alçapão de prendas más quando por exemplo, se mantêm fórmulas legais benévolas á corrupção em certas estruturas do Estado central ou local, casos de plataformas informáticas para os concursos públicos que em vez de serem transparentes, fazem a migração das ancestrais práticas corruptivas para a internet, de privatizações que são cartelizações mascaradas. Devíamos a propósito, refletir sobre a teia de negócios dos incêndios, o revoltante custo humano dos incêndios, o dever de ser implacável nesta área. Há outras prendas gigantescas para os interesses da corrupção, para além da ausência dos tribunais especializados e da prevenção laxista, como a continuação da inação política apesar de tudo, no equipamento com recursos financeiros, tecnológicos, humanos, que continua a atormentar as seções especializadas do Ministério Público, criadas este ano nos DIAP Distritais, com o deficiente apetrechamento informático e contabilístico-financeiro do lado da PJ. Não quero que o dia mundial contra a corrupção seja uma forma de agitar a bandeira da luta contra a corrupção para melhor a trair, uma espécie de Pai Natal da corrupção».

Louça e... Catástrofe

«Vamo-nos aproximando de um novo colapso financeiro».

quinta-feira, dezembro 07, 2017

O Leviatã, a Autoridade Tributária, o contribuinte e o seu cavaleiro

Nem o brilho europeu de Centeno livrou Costa das “trapalhadas”

O Natal por estes tempos

Johnny Hallyday! What else?


quarta-feira, dezembro 06, 2017

Um homem do Porto

Os “predadores” e os hipócritas

Trump e... Riscos

O fim de dois mundos

Secreta e... Secretos?

«Debate termina com Passos a irritar-se com Costa».

As marcas que ficam

O paraíso do avesso

António Costa, Belmiro e Zé Pedro

Outro ministro socialista de um país pequeno?

Austrália ainda é muito longe

What else?