A notícia pode chocar, mas não surpreende: Mário Tomé e Pedro Soares entre os 60 bloquistas que saem do Bloco de Esquerda.
P. S. A eleição de José Manuel Pureza, há oito meses, foi o último erro do Bloco de Esquerda?
A notícia pode chocar, mas não surpreende: Mário Tomé e Pedro Soares entre os 60 bloquistas que saem do Bloco de Esquerda.
P. S. A eleição de José Manuel Pureza, há oito meses, foi o último erro do Bloco de Esquerda?
A ascensão de Jorge Pinto é uma garantia de futuro para o Livre e uma espécie de último golpe no que ainda resta do Bloco de Esquerda.
P. S. Rui Tavares volta a dar uma lição de de lucidez política e desapego em relação aos holofotes do poder, um raro exemplo no seio da classe política portuguesa.
É mais uma oportunidade para Luís Montenegro: recuperar a iniciativa política e a liderança da agenda mediática que têm sido controladas pelo Chega.
P. S. André Ventura está a ganhar confiança, resultante de uma consistência que tardou mas está à vista.
As audiências do presidente da República aos partidos políticos com assento parlamentar devem servir para identificar algumas das linhas principais do mandato presidencial em relação às grandes reformas nas áreas críticas – saúde, habitação, tribunais, escola e segurança.
P. S. As declarações dos lideres partidários vão permitir compreender se a cumplicidade de Portugal na guerra/agressão ilegal ao Irão e a base das Lajes fazem parte das preocupações e prioridades de António José Seguro.
P. S. Portugal continua a envergonhar os portugueses: dos órgãos de soberania ao governo, dos líderes partidários aos candidatos presidenciais, da RTP à generalidade dos Media.
A maioria de direita, com mais de 2/3 dos deputados, é muito mais do que iniciar um processo de revisão constitucional, é finalmente a oportunidade para dotar a Justiça de autonomia financeira.
P. S. Apesar de ter sido um dos temas abafados durante a campanha eleitoral, a reforma da Justiça é mais do que uma exigência, é também a oportunidade para afastar todas as suspeitas sobre a classe política, sobretudo quando líderes partidários estão sob escrutínio do Ministério Público.
Uma ronda pelas universidades e escolas superiores permitiria aos líderes partidários em campanha eleitoral esgrimir argumentos que permitiriam um esclarecimento mais próximo da realidade. O que resta são as feiras e mercados a distribuir beijos, abraços e demais gadgets. O nível do esclarecimento é o que é, e parece que a contento da maioria.
Passados os primeiros três dias de campanha eleitoral, a realidade das urgências condicionadas e referenciadas não tem feito parte do debate. Do PS não se esperava outra coisa, pois a política foi, tem sido e certamente será idêntica à do governo de Luís Montenegro.
P. S. A generalidade dos partidos políticos da oposição parlamentar já se rendeu à desgraçada política do Bloco Central para o SNS.
O que é mais grave: deixar que um líder de um partido político legal [Ergue-te] seja algemado e preso em directo ou brincar no dia seguinte com um atentado ao direito constitucional de manifestação? Entre a arrogância política do silêncio de Luís Montenegro e a infantilidade política de Pedro Nuno Santos, os portugueses têm pela frente escolhas fundamentais.
P. S. Nem Carlos Moedas, nem André Ventura nem os demais líderes partidários – de Marcelo Rebelo de Sousa já ninguém espera mais nada –, dão provas de enxergar além do umbigo.
Com o jogo parlamentar feito, com as bolhas política e mediática a darem como certo a realização de eleições antecipadas, o país aguarda a decisão presidencial. de convocação de eleições antecipadas depois de ouvir os partidos e o Conselho de Estado. Preparados?
As acusações do Bloco de Esquerda colocam a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, à beira do xeque-mate. O detalhe é tão impressionante como o silêncio de Luís Montenegro, dos partidos com assento parlamentar e de Marcelo Rebelo de Sousa.
P. S. É o início de mais um pesadelo: depois de não cumprir a transparência nem as promessas eleitorais, Luís Montenegro confirma que não governa para mudar pessoas.