É facto: Donald Trump e Benjamin Netanyahu são ameaças para todos os países da comunidade internacional representada na ONU, muito maiores do que o Irão foi, é e poderá a vir a ser em relação a Israel.
P. S. Imaginem se o critério fosse o mesmo.
É facto: Donald Trump e Benjamin Netanyahu são ameaças para todos os países da comunidade internacional representada na ONU, muito maiores do que o Irão foi, é e poderá a vir a ser em relação a Israel.
P. S. Imaginem se o critério fosse o mesmo.
As rábulas das divergências entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu repetem-se agora a propósito do ataque militar ilegal e injustificado ao Irão, aliás já ensaiado tragicamente durante o genocídio em curso em Gaza.
P. S. A palavra obliterar passou a ser a anedota que faz rir todo o Mundo, sobretudo a China.
A falsa ameaça iminente do Irão, amplamente comprovada pelas mais diversas formas, desde a demissão de altos funcionários norte-americanos à investigação de jornalistas de todo o Mundo, repete a aventura do Iraque, desta vez dispensando a maçada de qualquer tipo de cobertura das Nações Unidas.
P. S. Nunca visto: o desmascarar do embuste que levou a mais uma nova guerra já atingiu uma tal dimensão que é o próprio Benjamin Netanyahu, em conferência de imprensa, a confirmá-lo, indirectamente, aliás tomando a iniciativa de inventar novas falácias para desviar as atenções das responsabilidades de novos crimes de guerra e de afundar a economia internacional.
A nega dos europeus em socorrer as trapalhadas de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu é um primeiro passo para recuperar a iniciativa e a dignidade perdidas.
P. S. Só falta a Paulo Rangel dar um mortal à retaguarda, em directo, depois de pedir desculpas aos portugueses por ter levado por diante uma política externa tão rasteira e canina.
O preço da aventura iraniana de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu (desaparecido), com óbvio intuito de ajudar Vladimir Putin, já está a afectar os restantes países a nivel mundial, incluindo Portugal.
P. S. Já chegou o momento de começar a agradecer a Paulo Rangel, Luís Montenegro e a Marcelo Rebelo de Sousa pelas facilidades autorizadas na base das Lajes?
A decisão norte-americana de aliviar as sanções impostas à Rússia é o brinde que faltava para comprovar que Donald Trump está condicionado por Vladimir Putin, com a agravante de estar nas mãos de Benjamin Netanyahu.
P. S. A União Europeia revela a fraqueza e a mediocridade da sua liderança.
A névoa está a levantar à medida que se arrastam os bombardeamentos dos Estados Unidos da América, Irão e Israel no Médio Oriente: Vladimir Putin controla e beneficia do jogo mundial, ameaçando com novo 25 de Abril - corte total de energia à Europa - se não houver um sinal de cooperação dos 27.
P. S. Donald Trump continua fazer o jogo do líder do Kremlin, enquanto vai brandindo mais armas e ataques, colecionando vítimas inocentes em Teerão, Beirute, Gaza e Cisjordânia à boleia de Benjamin Netanyahu.
Graças a Donald Trump e Benjamin Netanyahu: o barril do Brent pode chegar aos 150 USD.
P. S. Luís Montenegro, Paulo Rangel ("valet") e Marcelo Rebelo de Sousa também estão de parabéns. Será que o povo vai esquecer?
É a derradeira herança deixada por Marcelo Rebelo de Sousa: Portugal está voluntária e directamente envolvido em mais uma guerra ilegal, não provocada e injustificada, depois dos ataques desencadeados por Donald Trump e Benjamin Netanyahu contra o Irão. A politica externa rasteira do governo liderado por Luís Montenegro, às mãos de Paulo Rangel, atingiu o zénite.
P. S. Confirmado: Epsteingate está ao rubro.
Os jornalistas de Estado, os mesmos do costume, estão indignados por causa do silêncio dos candidatos presidenciais que correspondem à politica externa rasteira conduzida por Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
P. S. O silêncio dos candidatos presidenciais sobre Gaza é diferente do mesmo silêncio sobre a Gronelândia? A invasão prometida por Donald Trump no Ártico é diferente da invasão israelita em curso da Palestina levada a cabo impunemente por Benjamin Netanyahu?
Kaja Kallas já reagiu ao plano avançado por Donald Trump que visa a capitulação de Volodymyr Zelensky, sublinhando a necessidade de distinguir entre o agressor e o invadido.
P. S. A União Europeia volta a branquear a invasão russa, desde logo classificando o conflito como a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Não admira a cobardia política em relação à invasão da Palestina às mãos de Benjamin Netanyahu e do exército de Israel (IDF) que está a resultar no maior genocídio do século XXI.