A negociação com um interlocutor secreto e um presente mistério são os novos capítulos da guerra ilegal contra o Irão.
P. S. Até parece mais uma novela rasca: a produção norte-americana/israelita está a ficar fraquinha.
A negociação com um interlocutor secreto e um presente mistério são os novos capítulos da guerra ilegal contra o Irão.
P. S. Até parece mais uma novela rasca: a produção norte-americana/israelita está a ficar fraquinha.
A cada declaração de vitória e de aniquilação do Irão sucedem-se imagens de devastação em Israel, e já lâ vão 25 dias de agressão ilegal dos Estados Unidos da América/ Israel.
P. S. A cena internacional está cada vez mais cheia de fanfarronice, tal e qual como a saúde em Portugal: a cada urgência regional sucedem-se mais bebés a nascer em ambulâncias, à beira da estrada e em casa
As rábulas das divergências entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu repetem-se agora a propósito do ataque militar ilegal e injustificado ao Irão, aliás já ensaiado tragicamente durante o genocídio em curso em Gaza.
P. S. A palavra obliterar passou a ser a anedota que faz rir todo o Mundo, sobretudo a China.
Com a base das Lajes a bombar como nunca ganha especial relevo a ameaça do Irão de considerar alvos militares legítimos todos os países que participam na guerra, designadamente Portugal.
P. S Os mísseis iranianos não têm capacidade para percorrer os mais de 6 mil quilómetros que distanciam Teerão da ilha Terceira, nos Açores, mas o risco é sempre de considerar, sobretudo pelo envolvimento num ataque militar ilegal e injustificado.
A falsa ameaça iminente do Irão, amplamente comprovada pelas mais diversas formas, desde a demissão de altos funcionários norte-americanos à investigação de jornalistas de todo o Mundo, repete a aventura do Iraque, desta vez dispensando a maçada de qualquer tipo de cobertura das Nações Unidas.
P. S. Nunca visto: o desmascarar do embuste que levou a mais uma nova guerra já atingiu uma tal dimensão que é o próprio Benjamin Netanyahu, em conferência de imprensa, a confirmá-lo, indirectamente, aliás tomando a iniciativa de inventar novas falácias para desviar as atenções das responsabilidades de novos crimes de guerra e de afundar a economia internacional.
As audiências do presidente da República aos partidos políticos com assento parlamentar devem servir para identificar algumas das linhas principais do mandato presidencial em relação às grandes reformas nas áreas críticas – saúde, habitação, tribunais, escola e segurança.
P. S. As declarações dos lideres partidários vão permitir compreender se a cumplicidade de Portugal na guerra/agressão ilegal ao Irão e a base das Lajes fazem parte das preocupações e prioridades de António José Seguro.
A decisão norte-americana de aliviar as sanções impostas à Rússia é o brinde que faltava para comprovar que Donald Trump está condicionado por Vladimir Putin, com a agravante de estar nas mãos de Benjamin Netanyahu.
P. S. A União Europeia revela a fraqueza e a mediocridade da sua liderança.
Depois de envolver o presidente eleito, António José Seguro, Pedro Rangel compromete também José Luís Carneiro, líder do Partido Socialista, na escandalosa cumplicidade de Portugal em facilitar a base das Lajes para aeronaves norte-americanas atacarem ilegalmente o Irão, aliás repetindo a façanha que tem servido o genocídio em Gaza.
P. S. Cinco dias antes do ataque ao Irão, a 23 de Fevereiro de 2026, o ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou que os EUA «podem, para qualquer operação, usar sem Portugal ter de ter conhecimento». E, com uma criatividade só possível com a actual oposição parlamentar e o escrutínio de fachada dos Media, acrescentou que o Tratado das Lajes «permite o uso unilateral pelos EUA sem autorização ou notificação prévia de Portugal, mesmo para ataques ao Irão». A posição de Espanha, e até do Reino Unido, dizem tudo e fazem a diferença.
É o resultado de contradições grosseiras e sucessivas. O ministro dos Negócios Estrangeiros envolveu o presidente eleito, António José Seguro, na aceitação da cumplicidade activa e expressa na guerra ilegal dos Estados Unidos da América e Israel contra o Irão.
P. S. O desespero chegou a tal ponto que Paulo Rangel não tem limites, pois continua a tentar escamotear a repetida monstruosidade política: Portugal autorizou a utilização da base das Lajes para ataques militares ilegais na Palestina (Gaza) e no Irão. E Espanha aqui mesmo ao lado.
Mais "progressos significativos" na última ronda de negociações entre Rússia e a Ucrânia, com mediação norte-americana, mas nem cessar-fogo nem acordo de paz à vista. Quanto ao Irão crescem as dúvidas e a ameaça de mais uma guerra.
P. S. Na Palestina os progressos da matança confirmam a impunidade de Israel e a cumplicidade da comunidade internacional, designadamente dos Estados Unidos da América e do que resta da União Europeia.
A Rússia assinou um pacto estratégico trilateral com o Irão e a China, o qual pode ser visto como uma declaração implícita de apoio contra interferências externas, designadamente as mais recentes ameaças de Donald Trump.
P. S. Israel está quase a conseguir alargar a matança a todo o Médio Oriente, resta saber qual vai ser desta vez o preço a pagar.