A extraordinária aventura de Benjamin Netanyahu continua, descontrolada, impune e aparentemente à revelia de Donald Trump.
P. S. A União Europeia continua em silêncio, cada vez mais cúmplice.
A extraordinária aventura de Benjamin Netanyahu continua, descontrolada, impune e aparentemente à revelia de Donald Trump.
P. S. A União Europeia continua em silêncio, cada vez mais cúmplice.
A deslocação do Papa a Espanha, onde vai ser recebido pelo primeiro-ministro, vai permitir o encontro de duas das três mais importantes vozes mundiais pela paz.
P. S. O impacte mediático da reunião de Leão XIV e Pedro Sánchez constitui uma má notícia para os senhores da guerra, desde Donald Trump a Vladimir Putin e a Benjamin Netanyahu, sem esquecer aos outros pequeninos governantes e personalidades europeias que têm alimentado as guerras em curso.
António Costa manifestou horror com o tratamento que Israel concedeu aos membros da flotilha que raptou em águas internacionais. Ursula Von der Leyen e Kaja Kallas nem palavra.
P. S. O diktat alemão Friedrich Merz pode obrigar a líder da Comissão Europeia e a Alta Representante dos 27 para os Assuntos Externos, mas está a dividir e a minar o futuro da União Europeia.
A matança, o genocídio, a chacina de jornalistas, a ocupação selvagem na Palestina e os ataques militares ilegais no Irão e no Líbano não foram suficientes, mas a humilhação pública dos membros da flotilha acabou por desencadear, felizmente, o mínimo dos mínimos: a tomada de posição formal e inequívoca do primeiro-ministro de Portugal.
P. S. O desconforto de Luís Montenegro, que mais pareceu obrigado a defender uma revisão "parcial" do acordo entre a União Europeia e Israel, ocorreu depois de o governo alemão ter assumido uma rara declaração de condenação de Israel, ou não fora e continua a ser o país dos 27 mais cúmplice da barbárie israelita.
Cada vez que Pedro Sánchez acelera com uma medida a nível internacional - agora formalmente com a ruptura do acordo entre a União Europeia e Israel -, José Luís Carneiro afunda ainda mais no silêncio e na cumplicidade.
P. S. O presidente da República, vergado ao mais forte e às armas, está em Madrid. Pode ser que sirva de inspiração, porque qualquer tipo de passividade ou omissão também podem servir a corrupção, institucional ou de Estado, pública ou privada, de seguidismo ideológico ou filiação partidaria.
Não existiu capitulação, nem do Irão nem dos Estados Unidos da América, pelo que terminaram as negociações para um acordo que nunca reuniu condições para ser alcançável.
P. S. Está lançado o engodo para o Reino Unido e a União Europeia entrarem no ataque ilegal, enquanto Israel continua a matança na Palestina e no Líbano.
A política externa rasteira e canina de Portugal, que beneficia quem ataca os interesses da União Europeia, que vira ostensivamente as costas a outros aliados, como por exemplo o Vaticano, vai ter um alto preço a pagar pelo governo liderado por Luís Montenegro.
P. S. A cumplicidade de Portugal em crimes de guerra, mais uma vez, agora com o envolvimento directo e indesmentível no ataque ilegal e injustificado contra o Irão, é uma nódoa irreversivel no primeiro mandato de António José Seguro.
A decisão norte-americana de aliviar as sanções impostas à Rússia é o brinde que faltava para comprovar que Donald Trump está condicionado por Vladimir Putin, com a agravante de estar nas mãos de Benjamin Netanyahu.
P. S. A União Europeia revela a fraqueza e a mediocridade da sua liderança.