É cada vez mais notório que Donald Trump está disponível para dividir o planeta com a Rússia e a China, deixando a União Europeia de fora, mesmo que seja à custa da implosão da NATO.
P. S. A Dinamarca é o pretexto perfeito.
É cada vez mais notório que Donald Trump está disponível para dividir o planeta com a Rússia e a China, deixando a União Europeia de fora, mesmo que seja à custa da implosão da NATO.
P. S. A Dinamarca é o pretexto perfeito.
Numa realidade cada vez mais dominada por facínoras a liderar democracias e ditaduras já é possivel apostar em diversas plataformas na data em que a China invade Taiwan e que os Estados Unidos da América invadem a Venezuela.
P. S. Israel (Palestina) e Rússia (Ucrânia) também são alternativas.
Enquanto Donald Trump estrebucha, por tudo e por nada, ora ameaçando com a guerra ou a paz, Xi Jinping mostra o seu poder, escolhe os seus paceiros e subordinados e começou a liderar a nova ordem mundial.
P. S. Cuidem-se!
Pior que George W. Bush, responsável pelos maiores massacres e violações do direito internacional, só mesmo quem é capaz de unir China, Coreia do Norte e Rússia, mais do que nunca, além de outros figurantes secundários como a Índia e outros.
P. S. O posicionamento da União Europeia, ao lado da China, dá a dimensão dos actuais “estadistas” e do nível da alta corrupção.
Enquanto as ameaças de Doanald Trump surgem como declarações inócuas e sem consequências, a China ditatorial, de Xi Jinping, pasme-se, recorda que os Estados Unidos da América mantêm relações comerciais com a Rússia ditatorial, de Vladimir Putin, mas quer impedir que outros países façam o mesmo.
Um monge, sem armas, nem dinheiro, continua a vergar a República Popular da China.
P. S. Como são ridículos aqueles que se consideram os senhores do Mundo.
A globalização selvagem, alimentada pela corrupção de Estado, fez a China "acordar", contribuindo para que a memória do desastre de Tiananmen continue a ser brutalmente reprimida e já seja apenas uma memória difusa no Ocidente.
P. S. Aqueles que estão ao lado da cleptocracia chinesa, apenas por causa do ódio aos Estados Unidos da América, não aprenderam nada com as chacinas da Rússia na Ucrânia e o genocídio de Israel na Palestina.
A turbulência internacional está a trazer à tona a verdadeira batalha do século XXI: quem continua ao lado dos Estados Unidos da América (democracia) e quem passou para o lado da China (ditadura).
P. S. Na União Europeia, especialmente em Portugal, o dinheiro chinês continua a mover montanhas na política externa, nas finanças e na economia.
Os sinais são cada vez mais expressivos: Mark Rutte, secretário-geral da ONU, ameaça expressamente Vladimir Putin no caso de invasão da Polónia; a China exorta os seus cidadãos em Israel a regressar o mais rapidamente possível; a União Europeia exorta os Estados membros a prepararem os cidadãos com um Kit de emergência.
P. S. A única razão para uma boa gargalhada é a visita de Paulo Rangel a Pequim.
As novas restrições chinesas, espaço aéreo ao longo da sua costa leste, colocou o exército de Taiwan em alerta máximo.