Roménia + 8%
Taiwan + 4%
República Checa + 3%
Cada vez que Pedro Sánchez acelera com uma medida a nível internacional - agora formalmente com a ruptura do acordo entre a União Europeia e Israel -, José Luís Carneiro afunda ainda mais no silêncio e na cumplicidade.
P. S. O presidente da República, vergado ao mais forte e às armas, está em Madrid. Pode ser que sirva de inspiração, porque qualquer tipo de passividade ou omissão também podem servir a corrupção, institucional ou de Estado, pública ou privada, de seguidismo ideológico ou filiação partidaria.
O debate faz-se com mais ou menos facilitação do uso das armas pelas policias, enquanto o Estado se arroga o direito de invadir a esfera individual e familiar para proibir o uso dos telemóveis e das redes sociais.
P. S. Num ambiente de delírio nacional e internacional, só faltava mesmo os europeus caírem no colo dos chineses, uma velha aspiração da esquerda fandanga, aliás, há muito a fazer caminho em Portugal, face à "ameaça" do outro lado do Atlântico.
O ex-presidente francês preso 14 anos depois da execução de Muammar Kadafi, que morreu a 20 de Outubro de 2011.
No Reino Unido de Keir Starmer são batidos recordes de vendas de armas a Israel no momento em que os povos de todo o Mundo, incluindo os britânicos, se erguem para demonstrar oposição ao genocidio em Gaza.
P. S. Seria de esperar outra coisa de quem acolhe o dinheiro sujo russo? De quem usa a força policial para prender civis inocentes, idosos, deficientes, mães, pais e avós, chamando-lhes terroristas? De quem tem um rei que, qual anedota real, recebe sacos de dinheiro vivo debaixo da mesa?
A falta de explicações de Luís Montenegro, Paulo Rangel e Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto o Mundo vive a incerteza do desastre nuclear, só é comparável ao silêncio de Oliveira Salazar face à critica generalizada sobre o colonialismo em África.
P. S. O desrespeito pelos cidadãos é uma tradição dos Executivos. Nem os apelos de António Guterres, secretário-geral UN, são suficientes para criar algum sentido de dever e de Estado entre os órgãos de soberania portugueses.
A cada dia que passa, as imagens dantescas que chegam de Gaza, Teerão e kyiv, entre outros lugares, terão uma consequência irreversível: EUA, Israel e Rússia serão recordados como párias, países liderados por assassinos e carrascos.
As ameaças de Donald Trump em relação ao Irão fazem parte de mais um monumental erro da Administração norte-americana, tal como aconteceu recentemente com o Iraque, que custaram vidas e arrasaram qualquer ideia de civilização e humanidade.
P. S. A agressividade e expansionismo da Rússia de Vladimir Putin é outra loiça, o que revela a fraqueza da superpotência norte-americana. Ainda mais grave: a política de tábua rasa nunca fez vingar os impérios durante muito tempo. Porventura, Elon Musk foi capaz de o perceber e de o defender atempadamente à sua maneira.
O dantesco espectáculo continua mesmo à nossa frente, com o rasto luminoso das armas a rasgar os céus para contento dos facínoras, convencidos que a paz se faz à custa da força das armas. Pobres ingénuos, para não lhes chamar mercenários e corruptos que já venderam a humanidade e a alma há muito tempo.
P. S. Será que a justiça alguma vez foi o objectivo?
A presidente da Comissão Europeia divulgou um plano para mobilizar 800 mil milhões para a defesa europeia, uma decisão que aproxima ainda mais os 27 de uma guerra global.
P. S. A sorridente Von der Leyen, desde o primeiro dia do seu mandato (2 de Julho 2019), nunca teve tanta urgência, capacidade e iniciativa, por exemplo, para erradicar a pobreza e a exclusão no seio dos 27. Dá que pensar!