Roménia + 8%
Taiwan + 4%
República Checa + 3%
A guerra continua instalada no Médio Oriente, com a intensificação dos ataques e bombardeamentos entre Estados Unidos da América e Irão, enquanto o genocídio na Palestina e os massacres no Líbano fazem o trágico caminho de Israel.
P. S. Os líderes da União Europeia permanecem em silêncio, com a Alemanha e a Itália do lado do genocídio na Palestina e da matança no Líbano, e o Reino Unido, com Keir Starmer de fora, a manter a trajectória da cumplicidade activa nas carnificinas.
A mais alta instância da justiça suíça reconheceu o genocídio em Gaza e recusou criminalizar actos de protesto, apoio e solidariedade políticos e humanitários com a Palestina – agitar uma bandeira, gritar um slogan e participar em manifestação.
P. S. Ficam ainda mais evidenciados os flagrantes abusos e arbítrios em França, Reino Unido e República Federal da Alemanha, entre outros.
O discurso do rei Carlos, no congresso dos Estados Unidos da América, confirmou mais o que divide os dois países do que aquilo que os une formalmente.
P. S. A sobrevivência da monarquia constitucional está cada vez mais dependente de dois pilares: os valores democráticos e o ambiente.
Não existiu capitulação, nem do Irão nem dos Estados Unidos da América, pelo que terminaram as negociações para um acordo que nunca reuniu condições para ser alcançável.
P. S. Está lançado o engodo para o Reino Unido e a União Europeia entrarem no ataque ilegal, enquanto Israel continua a matança na Palestina e no Líbano.
Se alguma for possivel retratar o cinismo britânico, então o discurso que Keir Starmer acaba de fazer, a pedir desculpa por causa de Peter Mandelson, é um exemplo extraordinário.
P. S. Não admira a politica externa rasteira de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
No Reino Unido de Keir Starmer são batidos recordes de vendas de armas a Israel no momento em que os povos de todo o Mundo, incluindo os britânicos, se erguem para demonstrar oposição ao genocidio em Gaza.
P. S. Seria de esperar outra coisa de quem acolhe o dinheiro sujo russo? De quem usa a força policial para prender civis inocentes, idosos, deficientes, mães, pais e avós, chamando-lhes terroristas? De quem tem um rei que, qual anedota real, recebe sacos de dinheiro vivo debaixo da mesa?
É o desespero de quem já sabe que vai ser apeado do poder e já está a caminho de Haia: centenas de detenções em manifestação em Londres a favor dos palestinianos.