Começaram as negociações entre Rússia e Ucrânia, com a mediação "desinteressada" de Donald Trump, apenas interessado em salvar vidas, com os 27 e o Reino Unido de fora.
P. S. Imaginem se Volodymyr Zelensky vira o bico ao prego?
Começaram as negociações entre Rússia e Ucrânia, com a mediação "desinteressada" de Donald Trump, apenas interessado em salvar vidas, com os 27 e o Reino Unido de fora.
P. S. Imaginem se Volodymyr Zelensky vira o bico ao prego?
Os holofotes nas crises da Gronelândia e Irão, antes na Venezuela e ainda antes na Ucrânia, podem desviar as atenções da Palestina, mas não apagam nem fazem esquecer o genocídio em curso em Gaza e a selvática ocupação de terras na Cisjordânia.
P S. As instituições europeias e os seus líderes não-eleitos continuam a afundar na duplicidade de critérios escandalosa.
Ê o feitiço a virar-se contra o aprendiz de feiticeiro: Volodymyr Zelensky está a atirar Donald Trump para os braços de Vladimir Putin, porque sabe que tal será fatal para o presidente norte-americano junto da sua base de apoio MAGA.
P. S. O dossier Epstein cresce à medida que aumenta a subserviência pró-soviética de quem está a ficar sem cartas.
Os critérios das TV's portuguesas sobre as invasões da Palestina (Israel) e da Ucrânia (Rússia) roçam o escândalo editorial, para não lhe chamar outra coisa.
P. S. As imagens que os portugueses não podem ver e as imagens que os portugueses podem ver.
As imagens das atrocidades dos russos na Ucrânia passam até à exaustão, mas as dos israelitas contra os palestinianos não passam na RTP, estação pública que os portugueses pagam.
P. S. Os próprios jornais de Israel, como o Times of Israel e o Haaretz, não abafam a verdade. Dá que pensar, é tempo de questionar a corrupção nos Media.
As tretas sobre o plano de paz para a Ucrânia têm dado origem às notícias mais delirantes, enquanto os russos continuam a invadir, a liquidar civis e a destruir as infra-estruturas energéticas.
P. S. Os líderes das democracias ocidentais não estão preocupados com as dezenas de milhares de mortos – basta atentar ao que se passa com o "cessar-fogo" em Gaza –, mas sim em deitar mão às riquezas dos países em guerra, deixando ainda os "valores ocidentais" mais a nu.
Numa realidade cada vez mais dominada por facínoras a liderar democracias e ditaduras já é possivel apostar em diversas plataformas na data em que a China invade Taiwan e que os Estados Unidos da América invadem a Venezuela.
P. S. Israel (Palestina) e Rússia (Ucrânia) também são alternativas.
Kaja Kallas já reagiu ao plano avançado por Donald Trump que visa a capitulação de Volodymyr Zelensky, sublinhando a necessidade de distinguir entre o agressor e o invadido.
P. S. A União Europeia volta a branquear a invasão russa, desde logo classificando o conflito como a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Não admira a cobardia política em relação à invasão da Palestina às mãos de Benjamin Netanyahu e do exército de Israel (IDF) que está a resultar no maior genocídio do século XXI.
Além de Emmanuel Macron e das contas públicas também as ruas de Paris estão a arder. A nomeação de um novo PM, Sébastien Lecornu, é apenas um paliativo, certamente para adiar as eleições legislativas antecipadas e a cada vez mas forte possibilidade de a França se juntar ao posicionamento da Hungria e da Eslováquia em relação à Ucrânia.
É tudo ou a invasão continua: Ucrânia fora da NATO, tropas da União Europeia fora de territorio ucraniano e ainda um prémio pela barbárie: todo o Donbass.
P. S. Depois de União Europeia ajoelhar em frente de Donald Trump, ainda falta aos 24 rastejarem face às exigências do ditador russo. Só falta devolver os 500 mil milhões congelados.
A treta em curso sobre como conseguir parar invasão russa da Ucrânia lá continua o calvário das reuniões pela paz, do cessar fogo, do acordo de paz e até - pasme-se! - de uma força de paz com capacidade para se interpor entre os soldados russos e ucranianos (basta recordar a guerra no Médio Oriente), entre outros floreados.
A anunciada cimeira entre Donald Trump e Vladimir Putin, alegadamente para acabar de vez com a invasão russa na Ucrânia, sem a presença do representante do país invadido, Volodymyr Zelensky, é muito mais do que a confirmação da União Europeia à beira de rastejar., é o preço da politicamente criminosa geometria variável e do desrespeito dos direitos humanos nas mais diferentes latitudes, incluindo Gaza.
P. S. É a vergonha para todos os europeus: o desastre da política externa dos 27, liderada por Ursula Von der Leyen e Kaja Kallas, com o mestre de cerimónias António Costa, está infelizmente à vista de todos.