O chumbo da nova legislação laboral é uma gigantesca derrota de Luís Montenegro.
P. S. O Chega mostra que não está disponível para ser engolido por truques de última hora.
O chumbo da nova legislação laboral é uma gigantesca derrota de Luís Montenegro.
P. S. O Chega mostra que não está disponível para ser engolido por truques de última hora.
A reforma laboral está à beira de passar na Assembleia da República, confirmando uma vitória política de Luís Montenegro.
P. S. O voto do Chega implicou uma negociação, sendo assim legítimo conhecer qual é contrapartida ou o preço a pagar.
É mais uma oportunidade para Luís Montenegro: recuperar a iniciativa política e a liderança da agenda mediática que têm sido controladas pelo Chega.
P. S. André Ventura está a ganhar confiança, resultante de uma consistência que tardou mas está à vista.
O regime está atarantado e os Media reflectem o estado de surpresa com o show de André Ventura.
P. S. Portugal a dar mais um passo no sentido da mudança.
A confirmarem-se as declarações de André Ventura e José Luís Carneiro, a revisão laboral será chumbada na Assembleia da República, remetendo a urgência inventada por Luís Montenegro depois de ganhar as eleições para as calendas.
P. S. A negociação é o único caminho, pois aproveitar o mais que justificado chumbo da oposição parlamentar para precipitar eleições antecipadas seria um suicídio político.
O falhanço de Luís Montenegro não é apontado apenas pela oposição parlamentar, mas sim pelo ex-líder do PSD, Pedro Passos Coelho, em aceleração crescente, letra por letra, à porta fechada, felizmente a melhor garantia da sua divulgação.
P. S. A cada intervenção do ex-líder do PSD, o primeiro-ministro fica ainda mais fragilizado. Obviamente, as carpideiras de serviço, seja qual for o poder, apontam o dedo a quem denuncia, e bem, e não a quem continua a fazer uma governação que defrauda as promessas eleitorais de uma forma politicamente escandalosa e impune.
Temos o acordo do Partido Socialista e do Chega, sobre a utilização da base das Lajes para a guerra ilegal contra o Irão, garantiu Paulo Rangel do alto da sua arrogância, desumanidade e impunidade.
P. S. Quanto tempo José Luís Carneiro vai demorar a reagir?
Finalmente, um partido político faz o que lhe compete: "BE quer que PGR apure legalidade da utilização das Lajes pelos EUA", mesmo sabendo que a resposta não chegará antes de Haia, no Tribunal Penal Internacional e no Tribunal Internacional de Justiça.
P. S. Mais uma vez, o Ministério Público, bem como o procurador-geral da República, Amadeu Guerra, não conseguiram passar entre os pingos da chuva, pois a aliança a favor das armas para a guerra entre PSD, CDS/PP (o que resta), Chega, Partido Socialista e Iniciativa Liberal não é suficiente para escamotear uma das páginas mais vergonhosas da democracia portuguesa.
O silêncio da esquerda sobre a bandalheira com os aviões norte-americanos na base das Lajes, aplaudido por André Ventura, só surpreende quem já esqueceu a cumplicidade por omissão com o genocídio em Gaza.
P. S. Pobre Gisberta, nem depois de miseravelmente assassinada deixam de a tentar usar.
O esforço olímpico dos Media do regime, com a RTP à cabeça, para disfarçar o verdadeiro alcance da declaração de Luís Montenegro, na sequência da prenda de Natal de Amadeu Guerra, faz da Spinumviva uma brincadeira de crianças.
P. S. André Ventura ficou calado, não percebeu, porque está longe de estar à altura de Belém, na tese mais benigna.
Cada deslocação de André Ventura ao Palácio de Justiça, depois de confrontado com um arsenal de perguntas da cartilha da esquerda fandanga, é mais um passo para ganhar mais votos.
P. S. A dispensa do líder do Chega de estar presente nas sessões do julgamento por causa dos cartazes sobre a comunidade cigana é uma má notícia para o candidato presidencial.
A candidatura presidencial é uma decisão que lhe pode sair caro. A provocação gratuita aos imigrantes que se manifestaram em frente da Assembleia da República, com consequências políticas imprevisíveis, é mais um sinal de evidente descontrolo.
Num país em que a Constituição da República é violada, sistemática e diariamente, com portugueses sem saúde nem habitação e justiça, falar de prazos e de agrupamento de familiares dos imigrantes é uma redundância perigosa.
P. S. O sentimento generalizado do cidadão comum não deixa margem para dúvidas. O Chega é o principal beneficiado, é o preço de uma farsa, com a participação de um tribunal composto por juízes nomeados pelo poder político.
A última entrevista de André Ventura à CNN Portugal é um tratado sobre o estado da comunicação social, pelo que não é de admirar que escondam algumas partes.
P. S. Mas tem de haver limites: permitir ao líder do partido Chega a negação das eleições na Palestina, em 2006, esconder a vitória do Hamas, aliás com o apoio de Benjamin Netanyahu, é de uma ignorância (só ignorância?) que envergonha.
A concordância com o aumento da despesa militar pode ser um sinal do que o Chega já está a ser absorvido pelo Bloco Central dos interesses e pelos lobbies das armas. O princípio do fim do fenómeno André Ventura?
P. S. Os consensos em relação à Defesa podem ser tão desastrosos quantos aqueles que têm permitido uma política externa de joelhos e insultuosa para uma grande parte dos portugueses.