O chumbo da nova legislação laboral é uma gigantesca derrota de Luís Montenegro.
P. S. O Chega mostra que não está disponível para ser engolido por truques de última hora.
O chumbo da nova legislação laboral é uma gigantesca derrota de Luís Montenegro.
P. S. O Chega mostra que não está disponível para ser engolido por truques de última hora.
A reforma laboral está à beira de passar na Assembleia da República, confirmando uma vitória política de Luís Montenegro.
P. S. O voto do Chega implicou uma negociação, sendo assim legítimo conhecer qual é contrapartida ou o preço a pagar.
É mais uma oportunidade para Luís Montenegro: recuperar a iniciativa política e a liderança da agenda mediática que têm sido controladas pelo Chega.
P. S. André Ventura está a ganhar confiança, resultante de uma consistência que tardou mas está à vista.
O regime está atarantado e os Media reflectem o estado de surpresa com o show de André Ventura.
P. S. Portugal a dar mais um passo no sentido da mudança.
Mais uma greve geral, mais um dia de um país parado, descredibilizado, adiado e desgovernado.
P. S. O countdown está em marcha: Luís Montenegro averba mais uma estrondosa derrota exclusivamente por culpa propria
A confirmarem-se as declarações de André Ventura e José Luís Carneiro, a revisão laboral será chumbada na Assembleia da República, remetendo a urgência inventada por Luís Montenegro depois de ganhar as eleições para as calendas.
P. S. A negociação é o único caminho, pois aproveitar o mais que justificado chumbo da oposição parlamentar para precipitar eleições antecipadas seria um suicídio político.
A matança, o genocídio, a chacina de jornalistas, a ocupação selvagem na Palestina e os ataques militares ilegais no Irão e no Líbano não foram suficientes, mas a humilhação pública dos membros da flotilha acabou por desencadear, felizmente, o mínimo dos mínimos: a tomada de posição formal e inequívoca do primeiro-ministro de Portugal.
P. S. O desconforto de Luís Montenegro, que mais pareceu obrigado a defender uma revisão "parcial" do acordo entre a União Europeia e Israel, ocorreu depois de o governo alemão ter assumido uma rara declaração de condenação de Israel, ou não fora e continua a ser o país dos 27 mais cúmplice da barbárie israelita.
A cada dia que passa, os silêncios do primeiro-ministro e do presidente da República, sobre o escândalo que envolve a cedência da base das Lajes para os Estados Unidos da América levarem a cabo as suas guerras ilegais, só agravam ainda mais o estado de culpa de Paulo Rangel e de Portugal, o que certamente não escapará aos investigadores e juízes dos tribunais internacionais.
P. S. A declaração de Nuno Melo – "Portugal fez o que tinha de ser feito" – traduz cristalinamente o estado politicamente moribundo do CDS/PP.
A humilhação global de Portugal, por causa da base das Lajes, deu origem a uma tempestade política gigantesca sobre o governo e o presidente da República.
O falhanço de Luís Montenegro não é apontado apenas pela oposição parlamentar, mas sim pelo ex-líder do PSD, Pedro Passos Coelho, em aceleração crescente, letra por letra, à porta fechada, felizmente a melhor garantia da sua divulgação.
P. S. A cada intervenção do ex-líder do PSD, o primeiro-ministro fica ainda mais fragilizado. Obviamente, as carpideiras de serviço, seja qual for o poder, apontam o dedo a quem denuncia, e bem, e não a quem continua a fazer uma governação que defrauda as promessas eleitorais de uma forma politicamente escandalosa e impune.
A ministra do Trabalho averbou uma monumental derrota com o falhanço da concertação social, deixando ainda mais claro que vai ter de assumir as consequências das ameaças à la Trump, proferidas ao longo das negociações, que só cavaram ainda mais o afastamento das centrais sindicais.
P. S. A revisão laboral é novamente um momento de confronto e divisão. Mais uma vez, Luís Montenegro fica nas mãos de André Ventura. António José Seguro falha outra promessa.
As cerimónias do 25 de Abril de 2026 ficam marcadas pelo inimaginável: os representantes dos órgãos de soberania de Portugal estão do lado daqueles que fazem a guerra ilegal, ignoram o genocídio e escondem-se atrás das palavras.