Graças a Donald Trump e Benjamin Netanyahu: o barril do Brent pode chegar aos 150 USD.
P. S. Luís Montenegro, Paulo Rangel ("valet") e Marcelo Rebelo de Sousa também estão de parabéns. Será que o povo vai esquecer?
Graças a Donald Trump e Benjamin Netanyahu: o barril do Brent pode chegar aos 150 USD.
P. S. Luís Montenegro, Paulo Rangel ("valet") e Marcelo Rebelo de Sousa também estão de parabéns. Será que o povo vai esquecer?
O primeiro-ministro e o ministro dos Negócios Estrangeiros chegam ao debate quinzenal na Assembleia da República com sangue nas mãos, pois não há um único português de boa-fé que seja capaz de ignorar a cumplicidade assumida de Portugal no genocídio em Gaza e no ataque militar ilegal ao Irão.
P. S. Marcelo Rebelo de Sousa foi sempre politicamente cúmplice de Israel e dos Estados Unidos da América, em violação da Constituição da República, mais uma, ao não garantir as exigências de respeito pela soberania portuguesa.
É a derradeira herança deixada por Marcelo Rebelo de Sousa: Portugal está voluntária e directamente envolvido em mais uma guerra ilegal, não provocada e injustificada, depois dos ataques desencadeados por Donald Trump e Benjamin Netanyahu contra o Irão. A politica externa rasteira do governo liderado por Luís Montenegro, às mãos de Paulo Rangel, atingiu o zénite.
P. S. Confirmado: Epsteingate está ao rubro.
António Leitão Amaro disse o óbvio. O mais grave é que não disse tudo.
P. S. Será que Luís Montenegro vai aproveitar o desastre para fazer uma redistribuição das ajudas à medida do sonho da maioria absoluta que vai determinar novas eleições antecipadas?
O director-nacional da PJ aceitou ser o novo ministro da Administração Interna.
P. S. A confusão entre o Executivo e as instituições de controlo continua a fazer caminho. Duas certezas: Luís Neves vai continuar a mandar na PJ; pelas funções exercidas conhece como poucos Luís Montenegro. Duas dúvidas: o MP vai ser ainda mais actuante? Um bom polícia dá um bom ministro?
O vazio do plano para acudir aos portugueses afectados pelas tempestades é tal que até surpreendeu os próprios apoiantes de Luís Montengro.
P. S. Bem mais grave do que propaganda cheia de nada a resposta imediata exigível está a ser iludida com promessas de medidas com efeitos a longo prazo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, está proíbido de usar as bases militares britânicas para atacar o Irão. O anúncio de Keir Starmer deixa a base das Lajes ainda mais sobre os holofotes mundiais.
P. S. A política externa rasteira de Portugal, liderada por Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa, só resiste com a cumplicidade dos Media portugueses igualmente subservientes e pequeninos.
A notícia da abertura de um inquérito-crime pelo Ministerio Público à construção da casa de Espinho do PM, Luís Montenegro, é tratada pelas TV's como uma qualquer outra notícia de lana caprina, traduzindo a falência editorial de uma parte dos Media.
P. S. Depois confirmação da PGR, o país está confrontado com o primeiro grande teste à exigência ética prometida pelo próximo PR, pois de Marcelo Rebelo de Sousa já não há nada que possa surpreender.
Somam-se as vozes críticas em relação ao trabalho da protecção civil, um dos viveiros de boys do PSD e PS, que se repetem a cada catástrofe, dos incêndios às actuais tempestades.
P. S. Será desta que haverá uma profunda reestruturação, ou daqui a uns tempos tudo continuará na mesma?
Se alguma for possivel retratar o cinismo britânico, então o discurso que Keir Starmer acaba de fazer, a pedir desculpa por causa de Peter Mandelson, é um exemplo extraordinário.
P. S. Não admira a politica externa rasteira de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
Desviar as atenções do genocídio em Gaza e dos ficheiros Epstein estão a conduzir Donald Trump à loucura: ataque iminente ao Irão pode ser a última e desesperada cartada.
P. S. A política externa rasteira de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa continua firme, escondendo-se no silêncio e à espera das decisões de Bruxelas.
Os jornalistas de Estado, os mesmos do costume, estão indignados por causa do silêncio dos candidatos presidenciais que correspondem à politica externa rasteira conduzida por Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
P. S. O silêncio dos candidatos presidenciais sobre Gaza é diferente do mesmo silêncio sobre a Gronelândia? A invasão prometida por Donald Trump no Ártico é diferente da invasão israelita em curso da Palestina levada a cabo impunemente por Benjamin Netanyahu?
Seja de direita ou de esquerda, seja quem for o vencedor da primeira volta das eleições presidenciais a 18 de Janeiro, Luís Montegro já tem uma certeza: vai ter problemas com o futuro PR se continuar a (des)governar e a desvalorizar o caos politicamente criminoso no SNS.
P. S. O forrobodó dos últimos 10 anos com Marcelo Rebelo de Sousa está quase a acabar.