Mais de três mil manifestações, uma estimativa de 9 milhões de norte-americanos nas ruas contra o ataque ilegal contra o Irão.
P. S. É o fim de Donald Trump?
Mais de três mil manifestações, uma estimativa de 9 milhões de norte-americanos nas ruas contra o ataque ilegal contra o Irão.
P. S. É o fim de Donald Trump?
Quase inimaginável: as maiores FA's do planeta não conseguem vergar o Irão, com a liderança norte-americana a fazer avanços e recuos à medida de uma humilhação que apenas tem sido compensada por longos e delirantes discursos.
P. S. Os ultimatos de Donald Trump já substituiram a piada do obliterar tudo e todos, com a China cada vez mais atenta e interventiva.
As rábulas das divergências entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu repetem-se agora a propósito do ataque militar ilegal e injustificado ao Irão, aliás já ensaiado tragicamente durante o genocídio em curso em Gaza.
P. S. A palavra obliterar passou a ser a anedota que faz rir todo o Mundo, sobretudo a China.
A falsa ameaça iminente do Irão, amplamente comprovada pelas mais diversas formas, desde a demissão de altos funcionários norte-americanos à investigação de jornalistas de todo o Mundo, repete a aventura do Iraque, desta vez dispensando a maçada de qualquer tipo de cobertura das Nações Unidas.
P. S. Nunca visto: o desmascarar do embuste que levou a mais uma nova guerra já atingiu uma tal dimensão que é o próprio Benjamin Netanyahu, em conferência de imprensa, a confirmá-lo, indirectamente, aliás tomando a iniciativa de inventar novas falácias para desviar as atenções das responsabilidades de novos crimes de guerra e de afundar a economia internacional.
Ora pede socorro, ora diz que não precisa de aliados. Donald Trump a derrapar a toda a velocidade, deixando no ar dúvidas sobre o seu estado mental.
P. S. Nem o XXV governo de Portugal consegue acompanhar um tal ritmo de acrobacias.
A nega dos europeus em socorrer as trapalhadas de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu é um primeiro passo para recuperar a iniciativa e a dignidade perdidas.
P. S. Só falta a Paulo Rangel dar um mortal à retaguarda, em directo, depois de pedir desculpas aos portugueses por ter levado por diante uma política externa tão rasteira e canina.
O preço da aventura iraniana de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu (desaparecido), com óbvio intuito de ajudar Vladimir Putin, já está a afectar os restantes países a nivel mundial, incluindo Portugal.
P. S. Já chegou o momento de começar a agradecer a Paulo Rangel, Luís Montenegro e a Marcelo Rebelo de Sousa pelas facilidades autorizadas na base das Lajes?
A decisão norte-americana de aliviar as sanções impostas à Rússia é o brinde que faltava para comprovar que Donald Trump está condicionado por Vladimir Putin, com a agravante de estar nas mãos de Benjamin Netanyahu.
P. S. A União Europeia revela a fraqueza e a mediocridade da sua liderança.
O primeiro-ministro Keir Starmer continua a afundar, muito por culpa de uma estratégia errática em relação à guerra do Irão, depois da cumplicidade no genocídio de Gaza.
P. S. O objectivo inconfessado de Donald Trump não é apenas enfraquecer a União Europeia, é também dividir a Europa.
A névoa está a levantar à medida que se arrastam os bombardeamentos dos Estados Unidos da América, Irão e Israel no Médio Oriente: Vladimir Putin controla e beneficia do jogo mundial, ameaçando com novo 25 de Abril - corte total de energia à Europa - se não houver um sinal de cooperação dos 27.
P. S. Donald Trump continua fazer o jogo do líder do Kremlin, enquanto vai brandindo mais armas e ataques, colecionando vítimas inocentes em Teerão, Beirute, Gaza e Cisjordânia à boleia de Benjamin Netanyahu.
Graças a Donald Trump e Benjamin Netanyahu: o barril do Brent pode chegar aos 150 USD.
P. S. Luís Montenegro, Paulo Rangel ("valet") e Marcelo Rebelo de Sousa também estão de parabéns. Será que o povo vai esquecer?
O primeiro-ministro e o ministro dos Negócios Estrangeiros chegam ao debate quinzenal na Assembleia da República com sangue nas mãos, pois não há um único português de boa-fé que seja capaz de ignorar a cumplicidade assumida de Portugal no genocídio em Gaza e no ataque militar ilegal ao Irão.
P. S. Marcelo Rebelo de Sousa foi sempre politicamente cúmplice de Israel e dos Estados Unidos da América, em violação da Constituição da República, mais uma, ao não garantir as exigências de respeito pela soberania portuguesa.
É a derradeira herança deixada por Marcelo Rebelo de Sousa: Portugal está voluntária e directamente envolvido em mais uma guerra ilegal, não provocada e injustificada, depois dos ataques desencadeados por Donald Trump e Benjamin Netanyahu contra o Irão. A politica externa rasteira do governo liderado por Luís Montenegro, às mãos de Paulo Rangel, atingiu o zénite.
P. S. Confirmado: Epsteingate está ao rubro.
O discurso de Donald Trump no Estado de União, perante um congresso completamente dividido, reconfirmou a vertigem que está a comprometer as democracias: mentira, ilusão, engano e clichés ao ritmo do pragmatismo selvagem impune politicamente e sem quaisquer outras consequências criminais, porque os cidadãos esta mais preocupados com o seu dia-a-dia do que com o seu futuro, estão mais disponíveis para ouvir o que lhes agrada do que enfrentar a verdade dos factos.
P. S. O que se passa em Portugal não pode ser descontextualizado do que se passa nos Estados Unidos da América e na esmagadora maioria dos 27, ainda que com nuances diferentes, pois o vírus da corrupção está cada vez mais forte.
O presidente dos EUA, Donald Trump, está proíbido de usar as bases militares britânicas para atacar o Irão. O anúncio de Keir Starmer deixa a base das Lajes ainda mais sobre os holofotes mundiais.
P. S. A política externa rasteira de Portugal, liderada por Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa, só resiste com a cumplicidade dos Media portugueses igualmente subservientes e pequeninos.
O debate faz-se com mais ou menos facilitação do uso das armas pelas policias, enquanto o Estado se arroga o direito de invadir a esfera individual e familiar para proibir o uso dos telemóveis e das redes sociais.
P. S. Num ambiente de delírio nacional e internacional, só faltava mesmo os europeus caírem no colo dos chineses, uma velha aspiração da esquerda fandanga, aliás, há muito a fazer caminho em Portugal, face à "ameaça" do outro lado do Atlântico.
A inquirição de Pam Bondi no Congresso dos Estados Unidos da América reforçou o que todos já sabiam: Donald Trump é um cadáver político com fim à vista.
P. S. A humilhação da procuradora-geral fará parte dos momentos mais tristes da história norte-americana, tanto mais que tentou fugir à responsabilidade do actual encobrimento no caso Epstein com a acusação (verdadeira) que Barak Obama e Joe Biden ainda encobriram mais.