É a última Assembleia Geral de António Guterres, enquanto secretário-geral.
P. S. A intervenção de Donald Trump promete (com teleponto e escadas rolantes?); a de Benjamin Netanyahu, no próximo dia 25, promete ainda mais.
É a última Assembleia Geral de António Guterres, enquanto secretário-geral.
P. S. A intervenção de Donald Trump promete (com teleponto e escadas rolantes?); a de Benjamin Netanyahu, no próximo dia 25, promete ainda mais.
No dia da vergonha, 25 anos depois, Benjamin Netanyahu começa a ter de pagar o preço da matança e do genocídio.
O segundo mandato de Donald Trump, apesar da elevada factura, está a consolidar um contributo inestimável: trazer os bastidores do grotesco funcionamento do poder para a luz do dia, permitindo a todos os cidadãos ter os instrumentos para finalmente poderem fazer um juízo fundamentado da governação.
P. S. Os mercenários e afins estão visivelmente preocupados.
O suicídio do multilateralismo, às mãos da corrupção desenfreada do centrão (Estados, governantes, políticos, partidos e interesses), tem uma enorme factura: o faroeste a solta.
P. S Donald Trump e Benjamin Netanyahu, entre outros facínoras, não são acasos, mas sim consequências. A União Europeia também a caminho do precipício.
As últimas declarações de Marco Rubio, em Camp David, na companhia de Donald Trump, em que promete "colocar na linha" os juízes do Tribunal Penal Internacional, obviamente para defender Benjamin Netanyahu e outros criminosos, estão a testar os limites do regime democrático norte-americano.
P. S. Os últimos desenvolvimentos em Portugal, desde o caso das gémeas (Marcelo Rebelo de Sousa) à SPINUMVIVA (Luís Montenegro), sem esquecer os abusos e as trapalhadas de Luís Neves, ministro da Administração Interna, não podem ser descontextualizadas dos actuais discursos rufias. A declaração de António José Seguro também não.
Um atentado perpetrado pelo exército israelita (IDF) em Gaza, mais um, que matou mais seis palestinianos, foi notícia na SIC (20h49).
P. S. Uma declaração de Oren Rozenblat, embaixador de Israel em Portugal, e uma viagem de "eleitos" foi a contrapartida. Por sua vez, a RTP e a TVI continuam o abafamento infame, mesmo no dia em que Benjamin Netanyahu foi recebido por Donald trump na Casa Branca.
Nem mesmo no dia de mais uma visita de Benjamin Netanyahu a Donald Trump: os "jornalistas" de Estado de Portugal só falam de Volodymyr Zelensky e da guerra entre os Estados Unidos da América e o Irão, nem palava sobre a Palestina, Gaza, Cisjordânia, genocídio, apartheid e terrorismo.
P. S. RTP, SIC e a TVI vão continuar ordeiramente a criminosa palhaçada às 20 horas?
O anúncio de um programa nuclear para a Arábia Saudita, com os bons ofícios da Administração Trump, é a prova: 1) o Irão à beira da arma nuclear; 2) Mohammed bin Salman toma precauções; 3) o Médio Oriente iniciou a corrida ao nuclear.
P. S. Médio Oriente: nuclear e Paz.
O início da nova arquitectura de segurança no Médio Oriente está em marcha, depois dos acordos de Abraão terem revelado os seus limites, a expressão da derrota de Donald Trump e Benjamin Netanyahu.
A última ameaça nuclear de Donald Trump sobre o Irão, tal como a de Vladimir Putin sobre a Ucrânia e a de Benjamin Netanyahu sobre a Palestina e o Líbano, são a expressão mais trágica da inevitável proliferação das bombas atómicas no Médio Oriente.
A extraordinária aventura de Benjamin Netanyahu continua, descontrolada, impune e aparentemente à revelia de Donald Trump.
P. S. A União Europeia continua em silêncio, cada vez mais cúmplice.
A deslocação do Papa a Espanha, onde vai ser recebido pelo primeiro-ministro, vai permitir o encontro de duas das três mais importantes vozes mundiais pela paz.
P. S. O impacte mediático da reunião de Leão XIV e Pedro Sánchez constitui uma má notícia para os senhores da guerra, desde Donald Trump a Vladimir Putin e a Benjamin Netanyahu, sem esquecer aos outros pequeninos governantes e personalidades europeias que têm alimentado as guerras em curso.