Graças a Donald Trump e Benjamin Netanyahu: o barril do Brent pode chegar aos 150 USD.
P. S. Luís Montenegro, Paulo Rangel ("valet") e Marcelo Rebelo de Sousa também estão de parabéns. Será que o povo vai esquecer?
Graças a Donald Trump e Benjamin Netanyahu: o barril do Brent pode chegar aos 150 USD.
P. S. Luís Montenegro, Paulo Rangel ("valet") e Marcelo Rebelo de Sousa também estão de parabéns. Será que o povo vai esquecer?
O primeiro-ministro e o ministro dos Negócios Estrangeiros chegam ao debate quinzenal na Assembleia da República com sangue nas mãos, pois não há um único português de boa-fé que seja capaz de ignorar a cumplicidade assumida de Portugal no genocídio em Gaza e no ataque militar ilegal ao Irão.
P. S. Marcelo Rebelo de Sousa foi sempre politicamente cúmplice de Israel e dos Estados Unidos da América, em violação da Constituição da República, mais uma, ao não garantir as exigências de respeito pela soberania portuguesa.
Depois de envolver o presidente eleito, António José Seguro, Pedro Rangel compromete também José Luís Carneiro, líder do Partido Socialista, na escandalosa cumplicidade de Portugal em facilitar a base das Lajes para aeronaves norte-americanas atacarem ilegalmente o Irão, aliás repetindo a façanha que tem servido o genocídio em Gaza.
P. S. Cinco dias antes do ataque ao Irão, a 23 de Fevereiro de 2026, o ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou que os EUA «podem, para qualquer operação, usar sem Portugal ter de ter conhecimento». E, com uma criatividade só possível com a actual oposição parlamentar e o escrutínio de fachada dos Media, acrescentou que o Tratado das Lajes «permite o uso unilateral pelos EUA sem autorização ou notificação prévia de Portugal, mesmo para ataques ao Irão». A posição de Espanha, e até do Reino Unido, dizem tudo e fazem a diferença.
É o resultado de contradições grosseiras e sucessivas. O ministro dos Negócios Estrangeiros envolveu o presidente eleito, António José Seguro, na aceitação da cumplicidade activa e expressa na guerra ilegal dos Estados Unidos da América e Israel contra o Irão.
P. S. O desespero chegou a tal ponto que Paulo Rangel não tem limites, pois continua a tentar escamotear a repetida monstruosidade política: Portugal autorizou a utilização da base das Lajes para ataques militares ilegais na Palestina (Gaza) e no Irão. E Espanha aqui mesmo ao lado.
É a derradeira herança deixada por Marcelo Rebelo de Sousa: Portugal está voluntária e directamente envolvido em mais uma guerra ilegal, não provocada e injustificada, depois dos ataques desencadeados por Donald Trump e Benjamin Netanyahu contra o Irão. A politica externa rasteira do governo liderado por Luís Montenegro, às mãos de Paulo Rangel, atingiu o zénite.
P. S. Confirmado: Epsteingate está ao rubro.
O presidente dos EUA, Donald Trump, está proíbido de usar as bases militares britânicas para atacar o Irão. O anúncio de Keir Starmer deixa a base das Lajes ainda mais sobre os holofotes mundiais.
P. S. A política externa rasteira de Portugal, liderada por Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa, só resiste com a cumplicidade dos Media portugueses igualmente subservientes e pequeninos.
Se alguma for possivel retratar o cinismo britânico, então o discurso que Keir Starmer acaba de fazer, a pedir desculpa por causa de Peter Mandelson, é um exemplo extraordinário.
P. S. Não admira a politica externa rasteira de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
Desviar as atenções do genocídio em Gaza e dos ficheiros Epstein estão a conduzir Donald Trump à loucura: ataque iminente ao Irão pode ser a última e desesperada cartada.
P. S. A política externa rasteira de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa continua firme, escondendo-se no silêncio e à espera das decisões de Bruxelas.
Os jornalistas de Estado, os mesmos do costume, estão indignados por causa do silêncio dos candidatos presidenciais que correspondem à politica externa rasteira conduzida por Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
P. S. O silêncio dos candidatos presidenciais sobre Gaza é diferente do mesmo silêncio sobre a Gronelândia? A invasão prometida por Donald Trump no Ártico é diferente da invasão israelita em curso da Palestina levada a cabo impunemente por Benjamin Netanyahu?
A farsa de Gouveia Melo, em brandir a bandeira de que não faz parte do sistema, ruiu de forma clamorosa depois da colagem expressa à política externa rasteira de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
P. S. Com a passagem à segunda volta das presidenciais cada vez mais distante, o almirante do dedo esticadinho já está a lançar a escada para um futuro tacho.
A declaração de Paulo Rangel sobre a invasão norte-americana na Venezuela está ao nível da política externa: nem carne nem peixe, sempre rasteira.
P. S. Fica ainda mais claro, finalmente, a cumplicidade de Portugal no genocidio na Palestina, sendo possível desde já antever que esta espécie de MNE terá vida difícil com o próximo PR.
Apenas 6 transportadoras aéreas cancelaram voos para a Venezuela, uma das quais é a TAP.
P. S. A factura da subserviência a Donald Trump está à vista, apesar de Marcelo Rebelo de Sousa continuar a fazer de morto. E viva a Guiné (Bissau).
Os três cidadãos portugueses que fazem parte da frota da Liberdade estão entregues à sua sorte, sobretudo depois do navio italiano ter abandonado a escolta das dezenas de barcos que estão cada vez mais perto de Gaza.
P. S. Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa no poder não pode servir de desculpa para o Estado português não proteger os seus cidadãos.
A cada vez mais politicamente ridícula e impune Ursula Von der Leyen não diz uma palavra sobre o recente ataque a um barco da FreedomFlotilla, enterrando ainda mais o que resta da credibilidade dos 24 cúmplices do genocídio em Gaza.
P. S. Luís Montenegro e Paulo Rangel estão na China: é preciso dizer mais?