Num governo mergulhado em trapalhadas, com resultados muito aquém daqueles prometidos em campanha eleitoral, Paulo Rangel é apenas mais uma nódoa ambulante, espalhando uma política externa tão irrelevante quanto pequenina e sem pejo em usar habilidades semânticas para esconder uma agenda inconfessável.
P. S. A sua passagem pela Assembleia da República, em que voltou a insistir no não reconhecimento do Estado da Palestina, envergonha qualquer cidadão, fechando qualquer janela de esperança na acção internacional do XXIV governo constitucional.