A negociação com um interlocutor secreto e um presente mistério são os novos capítulos da guerra ilegal contra o Irão.
P. S. Até parece mais uma novela rasca: a produção norte-americana/israelita está a ficar fraquinha.
A negociação com um interlocutor secreto e um presente mistério são os novos capítulos da guerra ilegal contra o Irão.
P. S. Até parece mais uma novela rasca: a produção norte-americana/israelita está a ficar fraquinha.
A cada declaração de vitória e de aniquilação do Irão sucedem-se imagens de devastação em Israel, e já lâ vão 25 dias de agressão ilegal dos Estados Unidos da América/ Israel.
P. S. A cena internacional está cada vez mais cheia de fanfarronice, tal e qual como a saúde em Portugal: a cada urgência regional sucedem-se mais bebés a nascer em ambulâncias, à beira da estrada e em casa
Com a base das Lajes a bombar como nunca ganha especial relevo a ameaça do Irão de considerar alvos militares legítimos todos os países que participam na guerra, designadamente Portugal.
P. S Os mísseis iranianos não têm capacidade para percorrer os mais de 6 mil quilómetros que distanciam Teerão da ilha Terceira, nos Açores, mas o risco é sempre de considerar, sobretudo pelo envolvimento num ataque militar ilegal e injustificado.
As audiências do presidente da República aos partidos políticos com assento parlamentar devem servir para identificar algumas das linhas principais do mandato presidencial em relação às grandes reformas nas áreas críticas – saúde, habitação, tribunais, escola e segurança.
P. S. As declarações dos lideres partidários vão permitir compreender se a cumplicidade de Portugal na guerra/agressão ilegal ao Irão e a base das Lajes fazem parte das preocupações e prioridades de António José Seguro.
Ora pede socorro, ora diz que não precisa de aliados. Donald Trump a derrapar a toda a velocidade, deixando no ar dúvidas sobre o seu estado mental.
P. S. Nem o XXV governo de Portugal consegue acompanhar um tal ritmo de acrobacias.
A nega dos europeus em socorrer as trapalhadas de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu é um primeiro passo para recuperar a iniciativa e a dignidade perdidas.
P. S. Só falta a Paulo Rangel dar um mortal à retaguarda, em directo, depois de pedir desculpas aos portugueses por ter levado por diante uma política externa tão rasteira e canina.
O Papa Leão XIV fez uma declaração que cobre de vergonha a generalidade dos Media: em vez de ampliarem a propaganda deveriam dar voz ao civis que estão a sofrer por causa das guerras.
O preço da aventura iraniana de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu (desaparecido), com óbvio intuito de ajudar Vladimir Putin, já está a afectar os restantes países a nivel mundial, incluindo Portugal.
P. S. Já chegou o momento de começar a agradecer a Paulo Rangel, Luís Montenegro e a Marcelo Rebelo de Sousa pelas facilidades autorizadas na base das Lajes?
É arrepiante: o entretenimento de massas está a desviar a atenção dos portugueses em relação à actual gravissima crise, cujos efeitos podem ser devastadores em Portugal.
P. S. A bola domina as conversas e o sol faz o resto. Algum dia o povo vai pagar a factura de se deixar levar com propaganda, música pimba e demais encenações de uma proximidade para enganar os ingénuos
O primeiro-ministro Keir Starmer continua a afundar, muito por culpa de uma estratégia errática em relação à guerra do Irão, depois da cumplicidade no genocídio de Gaza.
P. S. O objectivo inconfessado de Donald Trump não é apenas enfraquecer a União Europeia, é também dividir a Europa.
Mais "progressos significativos" na última ronda de negociações entre Rússia e a Ucrânia, com mediação norte-americana, mas nem cessar-fogo nem acordo de paz à vista. Quanto ao Irão crescem as dúvidas e a ameaça de mais uma guerra.
P. S. Na Palestina os progressos da matança confirmam a impunidade de Israel e a cumplicidade da comunidade internacional, designadamente dos Estados Unidos da América e do que resta da União Europeia.
Começaram as negociações entre Rússia e Ucrânia, com a mediação "desinteressada" de Donald Trump, apenas interessado em salvar vidas, com os 27 e o Reino Unido de fora.
P. S. Imaginem se Volodymyr Zelensky vira o bico ao prego?
O Mundo em suspenso até Donald Trump intervir em Davos.
P. S. Quem será o próximo país a ser ameaçado por uma intervenção militar dos Estados Unidos da América?
Os critérios das TV's portuguesas sobre as invasões da Palestina (Israel) e da Ucrânia (Rússia) roçam o escândalo editorial, para não lhe chamar outra coisa.
P. S. As imagens que os portugueses não podem ver e as imagens que os portugueses podem ver.
O ex-presidente francês preso 14 anos depois da execução de Muammar Kadafi, que morreu a 20 de Outubro de 2011.