A conta oficial @Pontifex do Papa Leão XIV no X (twitter) disparou, com milhões de seguidores e likes.
P. S. A verdade, a paz e a frontalidade mobilizam as pessoas livres, porventura a melhor maneira de honrar o legado do Papa Francisco.
A conta oficial @Pontifex do Papa Leão XIV no X (twitter) disparou, com milhões de seguidores e likes.
P. S. A verdade, a paz e a frontalidade mobilizam as pessoas livres, porventura a melhor maneira de honrar o legado do Papa Francisco.
A política externa rasteira e canina de Portugal, que beneficia quem ataca os interesses da União Europeia, que vira ostensivamente as costas a outros aliados, como por exemplo o Vaticano, vai ter um alto preço a pagar pelo governo liderado por Luís Montenegro.
P. S. A cumplicidade de Portugal em crimes de guerra, mais uma vez, agora com o envolvimento directo e indesmentível no ataque ilegal e injustificado contra o Irão, é uma nódoa irreversivel no primeiro mandato de António José Seguro.
D. Rui Valério, na mensagem ao país e na Missa de Natal, reafirmou a posição da Igreja portuguesa, confirmando o medo em referir e condenar explicitamente o genocídio em Gaza, aliás ao arrepio da atitude do Papa Leão XIV.
P. S. O alinhamento da cúpula da Igreja com o XXV governo constitucional é mais um passso que fomenta o distanciamento dos católicos.
É preto, ontem, espera-se que seja branco, hoje. O tom dos Media no momento da eleição de mais um Papa, com ou sem os Prada encarnados, continua a ser semelhante a qualquer novela de rock star. Só falta Hollywood walk of fame.
Felizmente, os conclaves no Vaticano são espaços no tempo. Desde a chaminé às cortinas, as banalidades estão novamente à solta, apesar de tanto e tanto para informar em véspera de eleições.
P. S. Um papa português. Só falta o fado, porque futebol está garantido com o derby.
Vai haver «contas ao cêntimo» relativamente à Jornada Mundial da Juventude, ou seja nada a que Igreja não estivesse obrigada. Qual príncipe de outros tempos, com arroz malandrinho à espera, D. Américo Aguiar afirmou ainda que depois cada um pode criticar ou apoiar. Terá esquecido que também ainda há a Lei?
Sem convite de Estado da parte do Vaticano, a presença de Marcelo Rebelo de Sousa no funeral de Bento XVI será uma espécie de deslocação a título pessoal de Estado, uma inovação presidencial que roça a bizarria.
Numa altura crítica da pandemia, o presidente desloca-se ao Vaticano e a Espanha numa viagem que certamente poderia ser substituída por uma videoconferência.
Na Praça de São Pedro, a voz da Igreja, sempre atenta às vítimas da pandemia e aos mais fracos e pobres, continua forte, presente e a ser escutada. Em Portugal, o silêncio esmagador e incompreensível da hierarquia do clero confirma a subserviência institucional e a cumplicidade com o poder político que só podem chocar os católicos.