Cristiano Ronaldo colocou um ponto final no serviço à selecção de futebol.
P. S. Fica o exemplo.
Cristiano Ronaldo colocou um ponto final no serviço à selecção de futebol.
P. S. Fica o exemplo.
Podem morrer aos milhares na Palestina, na Ucrânia, no Irão e no resto do Mundo, mas só o Cristiano Ronaldo (boa viagem!) é capaz de impor um luto tão pesado em Portugal.
P. S. O ar sombrio da generalidade dos jornalistas e comentadores é de um ridículo atroz.
À beira da guerra, depois de uma greve geral gigantesca em França, em plena crise do aumento dos combustíveis e do custo de vida, eis as televisões de notícias afundadas na crise da bola, com Jorge Jesus e Cristiano Ronaldo à mistura, num espectáculo deplorável.
P. S. O povo só se pode queixar de si próprio.
Podia ter acabado pela porta grande, mas acabou por sair, acusando tudo e todos, com Roberto Martinez e Pedro Proença, pela porta pequena sob o chapéu da politiquice. A derrota com a Espanha foi a última prova: a "marca" pode alimentar negócios, mas nem exemplo nem vitória.
P. S. Acabaram as passeatas dos representantes dos órgãos de soberania. Next!
Os jornalistas da agência de noticias Lusa estão em greve, por 24 horas.
P. S. As páginas e páginas de jornais nacionais e regionais, bem como muitos noticiários das TV´s, preenchidas com o corta e cola, estão em risco. As noticias, hoje, e as edições de amanhã (21) merecem particular atenção.
É arrepiante: o entretenimento de massas está a desviar a atenção dos portugueses em relação à actual gravissima crise, cujos efeitos podem ser devastadores em Portugal.
P. S. A bola domina as conversas e o sol faz o resto. Algum dia o povo vai pagar a factura de se deixar levar com propaganda, música pimba e demais encenações de uma proximidade para enganar os ingénuos
O país a arder, o sofrimento de quem perde, a mesma conversa de sempre, nada mudou, nem os disparates na Administração Interna.
P. S. A bola está quase a começar a rolar, um alívio para os mesmos do costume.
Apesar do risco elevado, as forças policiais estão a garantir a tranquilidade, com todos os meios disponíveis, para o arranque do derby entre Benfica e Sporting.
P. A proibição do direito de manifestação é mesmo só para alguns líderes políticos e militantes partidários.
Quem conhece os bastidores sabe que as dúvidas sobre Luís Montenegro eram do conhecimento dos barões do PSD e do CDS/PP, basta lembrar 2016, com o escândalo das viagens dos deputados para ir ver a bola. Agora têm a paga, com os portugueses a pagar a factura, qualquer que seja a solução.
P. S. À espera do que resta da frontalidade de Rui Rio, sem saber se afins e mercenários conseguem retocar a evidência.
Os recentes incidentes com adeptos de futebol (Maccabi Tel Aviv FC) em Amesterdão fazem parte do imenso rol de manipulações dos Media, agarrados a priori a uma versão sem qualquer investigação. Mais uma vez foram contrariados pela cidadania.
P. S. As redes sociais poderiam contribuir para a revitalização da credibilidade da comunicação social, assim o jornalismo independente conseguisse vingar.
Com uma ascensão fulgurante, o treinador do Sporting Clube de Portugal tem demonstrado que tem a consciência de que ainda é um treinador com muito caminho a fazer pela frente, por ora não embarcando no canto das sereias e nos raids dos abutres.
Quanto tempo vai ser preciso para os os fiéis de Pinto da Costa, quiçá o próprio ex-presidente, usarem o método de Fernando Medina e do PS, invocando as buscas da PJ como um ataque ao prestígio do clube e do futebol português?
P. S. Um certo mundo do FC Porto conseguiu sobreviver ao escrutínio da imprensa durante décadas, mas não resistiu a um par de meses de independência de André Villas-Boas.