A negociação com um interlocutor secreto e um presente mistério são os novos capítulos da guerra ilegal contra o Irão.
P. S. Até parece mais uma novela rasca: a produção norte-americana/israelita está a ficar fraquinha.
A negociação com um interlocutor secreto e um presente mistério são os novos capítulos da guerra ilegal contra o Irão.
P. S. Até parece mais uma novela rasca: a produção norte-americana/israelita está a ficar fraquinha.
A cada declaração de vitória e de aniquilação do Irão sucedem-se imagens de devastação em Israel, e já lâ vão 25 dias de agressão ilegal dos Estados Unidos da América/ Israel.
P. S. A cena internacional está cada vez mais cheia de fanfarronice, tal e qual como a saúde em Portugal: a cada urgência regional sucedem-se mais bebés a nascer em ambulâncias, à beira da estrada e em casa
A polémica que se arrasta à volta das nomeações de juízes para o Tribunal Constitucional é mais uma oportunidade perdida para uma reflexão séria sobre a legitimidade da sua própria existência politica e partidária.
P. S. Quanto mais o PS insiste numa posição absurda, mais evidente fica a dimensão da captura de José Luis Carneiro pela esquerda fandanga.
As rábulas das divergências entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu repetem-se agora a propósito do ataque militar ilegal e injustificado ao Irão, aliás já ensaiado tragicamente durante o genocídio em curso em Gaza.
P. S. A palavra obliterar passou a ser a anedota que faz rir todo o Mundo, sobretudo a China.
Com a base das Lajes a bombar como nunca ganha especial relevo a ameaça do Irão de considerar alvos militares legítimos todos os países que participam na guerra, designadamente Portugal.
P. S Os mísseis iranianos não têm capacidade para percorrer os mais de 6 mil quilómetros que distanciam Teerão da ilha Terceira, nos Açores, mas o risco é sempre de considerar, sobretudo pelo envolvimento num ataque militar ilegal e injustificado.
É de ir às lagrimas: mais um PM de Portugal de mão esticada, agora com o desplante politico de afirmar e confiar na "solução engenhosa" de Bruxelas para não perder fundos do PRR.
P. S. O mote está dado: Paulo Rangel diz que cumpre acordos, sem mais, deixando também no ar outra "solução engenhosa" para disfarçar o envolvimento de Portugal na guerra/agressão ilegal contra o Irão, porque a cobardia e a mediocridade políticas não permitem assumi-lo com verdade e frontalidade.
A falsa ameaça iminente do Irão, amplamente comprovada pelas mais diversas formas, desde a demissão de altos funcionários norte-americanos à investigação de jornalistas de todo o Mundo, repete a aventura do Iraque, desta vez dispensando a maçada de qualquer tipo de cobertura das Nações Unidas.
P. S. Nunca visto: o desmascarar do embuste que levou a mais uma nova guerra já atingiu uma tal dimensão que é o próprio Benjamin Netanyahu, em conferência de imprensa, a confirmá-lo, indirectamente, aliás tomando a iniciativa de inventar novas falácias para desviar as atenções das responsabilidades de novos crimes de guerra e de afundar a economia internacional.
A pandemia salvou António Costa durante algum tempo. A crise do petróleo pode resultar na salvação de Luís Montenegro durante mais algum tempo.
P. S. De tragédia em crise, Portugal continua adiado, embrulhado numa alteração da legislação laboral que foi omitida na última campanha eleitoral. Até quando?
As audiências do presidente da República aos partidos políticos com assento parlamentar devem servir para identificar algumas das linhas principais do mandato presidencial em relação às grandes reformas nas áreas críticas – saúde, habitação, tribunais, escola e segurança.
P. S. As declarações dos lideres partidários vão permitir compreender se a cumplicidade de Portugal na guerra/agressão ilegal ao Irão e a base das Lajes fazem parte das preocupações e prioridades de António José Seguro.
Ora pede socorro, ora diz que não precisa de aliados. Donald Trump a derrapar a toda a velocidade, deixando no ar dúvidas sobre o seu estado mental.
P. S. Nem o XXV governo de Portugal consegue acompanhar um tal ritmo de acrobacias.
A nega dos europeus em socorrer as trapalhadas de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu é um primeiro passo para recuperar a iniciativa e a dignidade perdidas.
P. S. Só falta a Paulo Rangel dar um mortal à retaguarda, em directo, depois de pedir desculpas aos portugueses por ter levado por diante uma política externa tão rasteira e canina.
O Papa Leão XIV fez uma declaração que cobre de vergonha a generalidade dos Media: em vez de ampliarem a propaganda deveriam dar voz ao civis que estão a sofrer por causa das guerras.
O preço da aventura iraniana de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu (desaparecido), com óbvio intuito de ajudar Vladimir Putin, já está a afectar os restantes países a nivel mundial, incluindo Portugal.
P. S. Já chegou o momento de começar a agradecer a Paulo Rangel, Luís Montenegro e a Marcelo Rebelo de Sousa pelas facilidades autorizadas na base das Lajes?
A decisão norte-americana de aliviar as sanções impostas à Rússia é o brinde que faltava para comprovar que Donald Trump está condicionado por Vladimir Putin, com a agravante de estar nas mãos de Benjamin Netanyahu.
P. S. A União Europeia revela a fraqueza e a mediocridade da sua liderança.
É arrepiante: o entretenimento de massas está a desviar a atenção dos portugueses em relação à actual gravissima crise, cujos efeitos podem ser devastadores em Portugal.
P. S. A bola domina as conversas e o sol faz o resto. Algum dia o povo vai pagar a factura de se deixar levar com propaganda, música pimba e demais encenações de uma proximidade para enganar os ingénuos
O primeiro-ministro Keir Starmer continua a afundar, muito por culpa de uma estratégia errática em relação à guerra do Irão, depois da cumplicidade no genocídio de Gaza.
P. S. O objectivo inconfessado de Donald Trump não é apenas enfraquecer a União Europeia, é também dividir a Europa.
A presidente da Comissão Europeia está determinada em apoiar o nuclear, uma decisão agora anunciada que só é possível depois do apoio dos Verdes na sua reeleição (2024) e na rejeição da moção de censura em 2025.
A visita à aldeia de Mourísia revelou um presidente da República que cumpre a palavra dada. E não branqueia a propaganda de Luís Montenegro de prometer ajudas e depois não cumprir.
P. S. A firmeza da palavra revelada no primeiro dia de funções é um sinal de esperança.
A névoa está a levantar à medida que se arrastam os bombardeamentos dos Estados Unidos da América, Irão e Israel no Médio Oriente: Vladimir Putin controla e beneficia do jogo mundial, ameaçando com novo 25 de Abril - corte total de energia à Europa - se não houver um sinal de cooperação dos 27.
P. S. Donald Trump continua fazer o jogo do líder do Kremlin, enquanto vai brandindo mais armas e ataques, colecionando vítimas inocentes em Teerão, Beirute, Gaza e Cisjordânia à boleia de Benjamin Netanyahu.