O chumbo da nova legislação laboral é uma gigantesca derrota de Luís Montenegro.
P. S. O Chega mostra que não está disponível para ser engolido por truques de última hora.
O chumbo da nova legislação laboral é uma gigantesca derrota de Luís Montenegro.
P. S. O Chega mostra que não está disponível para ser engolido por truques de última hora.
A reforma laboral está à beira de passar na Assembleia da República, confirmando uma vitória política de Luís Montenegro.
P. S. O voto do Chega implicou uma negociação, sendo assim legítimo conhecer qual é contrapartida ou o preço a pagar.
Da herança do pragmatismo, passando pela cegueira ideológica, à presente irrelevância substantiva.
P. S. Os socialistas afundam numa estratégia que serve para os barões apeados e comentadores, tardando em apostar em iniciativas concretas para fazer a diferença no dia-a-dia dos portugueses.
A audição parlamentar de Luís Neves e Paulo Rangel, ambos sob pressão política - "cacetada" num relatório oficial do SIRESP e base da matança ao serviço das guerras ilegais - estão a ser ignorados pelos Media do regime. É o "jornalismo" de Estado. Revelador!
P. S. Quando está em causa a factualidade que pode colocar em causa a continuidade de ambos os ministros, pode ser que ainda passem alguns segundos em directo, apesar de ambas audições terem sido marcadas para o mesmo dia e hora.
É mais uma oportunidade para Luís Montenegro: recuperar a iniciativa política e a liderança da agenda mediática que têm sido controladas pelo Chega.
P. S. André Ventura está a ganhar confiança, resultante de uma consistência que tardou mas está à vista.
O regime está atarantado e os Media reflectem o estado de surpresa com o show de André Ventura.
P. S. Portugal a dar mais um passo no sentido da mudança.
O início da nova arquitectura de segurança no Médio Oriente está em marcha, depois dos acordos de Abraão terem revelado os seus limites, a expressão da derrota de Donald Trump e Benjamin Netanyahu.
Os protestos dos jovens na véspera de mais uma reunião do G7 confirma o descontentamento contra a brutalidade da nova (des)ordem internacional marcada pela falácia de mais um qualquer "cessar-fogo frágil".
A última ameaça nuclear de Donald Trump sobre o Irão, tal como a de Vladimir Putin sobre a Ucrânia e a de Benjamin Netanyahu sobre a Palestina e o Líbano, são a expressão mais trágica da inevitável proliferação das bombas atómicas no Médio Oriente.
O Papa Leão XIV não se esqueceu das Canárias, onde o "cais da vergonha" foi testemunha das atrocidades passadas por imigrantes que fugiram das ditaduras, da guerra e da pobreza, marcando a posição de solidariedade da Igreja e do Estado do Vaticano.
P. S. Com um par de dias de intervalo, a passagem de António José Seguro pela "base da matança", nas Lajes, Açores, sem a condenação da guerra ilegal e da cumplicidade criminosa de Portugal, faz uma diferença que ficará gravada para sempre.
A extraordinária aventura de Benjamin Netanyahu continua, descontrolada, impune e aparentemente à revelia de Donald Trump.
P. S. A União Europeia continua em silêncio, cada vez mais cúmplice.
A deslocação do Papa a Espanha, onde vai ser recebido pelo primeiro-ministro, vai permitir o encontro de duas das três mais importantes vozes mundiais pela paz.
P. S. O impacte mediático da reunião de Leão XIV e Pedro Sánchez constitui uma má notícia para os senhores da guerra, desde Donald Trump a Vladimir Putin e a Benjamin Netanyahu, sem esquecer aos outros pequeninos governantes e personalidades europeias que têm alimentado as guerras em curso.
O ministro da Administração Interna, na véspera de ser conhecida a decisão do juiz de Instrução Criminal sobre as medidas de coacção dos seis detidos no dia da greve geral, entendeu fazer declaração pública (pressão sobre o JIC?) para elogiar "firmeza e robustez" da acção da PSP, leia-se correr os manifestantes à bastonada, invocando a ordem pública.
P. S. Ainda que não seja conhecida a data em que Luís Neves vai ao Parlamento, explicar a "cacetada" no relatório do SIRESP, pasme-se, por razões de segurança nacional – ainda mais outro sinal! –, pode ser que os deputados estejam à altura de um país que não é o faroeste da selvajaria.
Em tempos de fraca memória, o massacre de Tiananmem, 37 anos depois, obriga a recordar aquilo que a China sempre foi: ditadura brutal e sanguinária.
A mais alta instância da justiça suíça reconheceu o genocídio em Gaza e recusou criminalizar actos de protesto, apoio e solidariedade políticos e humanitários com a Palestina – agitar uma bandeira, gritar um slogan e participar em manifestação.
P. S. Ficam ainda mais evidenciados os flagrantes abusos e arbítrios em França, Reino Unido e República Federal da Alemanha, entre outros.
Mais uma greve geral, mais um dia de um país parado, descredibilizado, adiado e desgovernado.
P. S. O countdown está em marcha: Luís Montenegro averba mais uma estrondosa derrota exclusivamente por culpa propria