A dinâmica da campanha de António José Seguro nos últimos dias chegou para a mobilização do voto de esquerda lhe dar a vitória à primeira volta?
P. S. Prémio de enfrentar o sistema?
A dinâmica da campanha de António José Seguro nos últimos dias chegou para a mobilização do voto de esquerda lhe dar a vitória à primeira volta?
P. S. Prémio de enfrentar o sistema?
É a recta final da campanha para eleger o próximo presidente da República.
P. S. Os portugueses têm finalmente a possibilidade de escolher entre o sistema, quem lhe fez frente e ainda quem jura não fazer parte dele.
Os holofotes nas crises da Gronelândia e Irão, antes na Venezuela e ainda antes na Ucrânia, podem desviar as atenções da Palestina, mas não apagam nem fazem esquecer o genocídio em curso em Gaza e a selvática ocupação de terras na Cisjordânia.
P S. As instituições europeias e os seus líderes não-eleitos continuam a afundar na duplicidade de critérios escandalosa.
Seja de direita ou de esquerda, seja quem for o vencedor da primeira volta das eleições presidenciais a 18 de Janeiro, Luís Montegro já tem uma certeza: vai ter problemas com o futuro PR se continuar a (des)governar e a desvalorizar o caos politicamente criminoso no SNS.
P. S. O forrobodó dos últimos 10 anos com Marcelo Rebelo de Sousa está quase a acabar.
O final de mandato de Marcelo Rebelo de Sousa fica marcado pelas consequências da monstruosa cumplicidade com o caos políticamente criminoso no SNS.
P. S. O descaramento, palavra utilizada por Luís Montenegro no Parlamento, é a palavra certa para classificar aqueles que contribuíram para o desastre na Saúde e agora fazem exigências, alijando responsabilidades gravíssimas.
O caos na Saúde atingiu um tal ponto que a consulta dos tempos de espera nas Urgências passou a ser uma rotina.
P. S. O medo de adoecer está instalado em Portugal.
A campanha para a eleição do presidente da República tem sido essencial para despertar os portugueses para o caos politicamente criminoso no SNS.
P. S. O silêncio de Luís Montenegro é muito mais do que falta de ligação com a realidade do dia-a-dia dos portugueses. É a admissão e a confirmação do falhanço na governação.
É cada vez mais notório que Donald Trump está disponível para dividir o planeta com a Rússia e a China, deixando a União Europeia de fora, mesmo que seja à custa da implosão da NATO.
P. S. A Dinamarca é o pretexto perfeito.
O ataque de Gouveia e Melo a Luís Marques Mendes, mais ou menos facilitadores e ordinarices, indicia que António José Seguro tem no bolso a passagem à segunda volta.
P. S. André Ventura continua a apostar em assumir o estilo autoritário, bárbaro e belicista de Donald Trump.
A farsa de Gouveia Melo, em brandir a bandeira de que não faz parte do sistema, ruiu de forma clamorosa depois da colagem expressa à política externa rasteira de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
P. S. Com a passagem à segunda volta das presidenciais cada vez mais distante, o almirante do dedo esticadinho já está a lançar a escada para um futuro tacho.
A declaração de Paulo Rangel sobre a invasão norte-americana na Venezuela está ao nível da política externa: nem carne nem peixe, sempre rasteira.
P. S. Fica ainda mais claro, finalmente, a cumplicidade de Portugal no genocidio na Palestina, sendo possível desde já antever que esta espécie de MNE terá vida difícil com o próximo PR.
O comunicado do governo liderado por Luís Montenegro em relação à invasão na Venezuela levada a cabo pelos norte-americanos é a confirmação da política externa rasteira de Portugal.
P. S. Marcelo Rebelo de Sousa está atento, mas calado. Lá se vai a farsa da proximidade.
Tal como aconteceu com os portugueses, chegou a hora da adesão dos búlgaros ao euro e da respectiva e escandalosa factura que dá e tem dado para tudo, até para pagar a burocracia e a corrupção.
Enquanto o SNS desmorona, Luís Montenegro goza merecidas férias.
P. S. Cada vez que Álvaro Almeida abre a boca os alarmes disparam em São Bento e Belém, mas nada acontece. Afinal, quanto vale a saúde dos portugueses para o PM e o presidente? A resposta é tão óbvia que não vale perder nem mais um segundo.
Ê o feitiço a virar-se contra o aprendiz de feiticeiro: Volodymyr Zelensky está a atirar Donald Trump para os braços de Vladimir Putin, porque sabe que tal será fatal para o presidente norte-americano junto da sua base de apoio MAGA.
P. S. O dossier Epstein cresce à medida que aumenta a subserviência pró-soviética de quem está a ficar sem cartas.