A governação e a oposição assumem discursos políticos que permitem antecipar que Portugal está à beira de novas eleições antecipadas.
P. S. Marques Mendes não foi eleito presidente da República. O actual presidente é António José Seguro.
A governação e a oposição assumem discursos políticos que permitem antecipar que Portugal está à beira de novas eleições antecipadas.
P. S. Marques Mendes não foi eleito presidente da República. O actual presidente é António José Seguro.
Mais um crime de guerra de Israel, com ataque a fábrica de dessalinização de água e a mesquita em Gaza, com mais civis mortos, censurado por a RTP, no dia 24 de Agosto, no Telejornal do canal 1, o espaço de informação mais visto da estação publica de televisão de Portugal, cuja provedora desmente Paulo Rangel e Vítor Gonçalves.
P. S. O algoritmo está com Israel e a RTP: só depois de muita insistência, a reposição da verdade.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, mais o seu "patrão", Friedrich Merz, e demais amanuenses membros da União Europeia, designadamente Portugal, "condenam" Israel a propósito da ocupação selvagem na Cisjordânia. Mais nada do que palavras. Os civis palestinianos continuam a tombar. A justiça tarda.
P. S. Os actuais dois políticos alemães que mandam na União Europeia nunca poderão escapar ao juízo dos cidadãos e à condenação da História.
A crescente tensão entre Israel e a Turquia obriga a colocar a questão: num confronto militar entre o aliado Estado pária e um país membro da NATO de que lado estaria Portugal?
P. S. Alô, Bruxelas, daqui Portugal, e agora, o que temos de dizer?
Fernanda de Almeida Pinheiro, advogada, colocou um ponto final rigoroso e fundamentado nas tretas para tentar justificar a actuação de Luís Neves, como director nacional da PJ e como ministro da Administração Interna, por causa de um carro apreendido que usou e usa.
P. S. Não há despacho, nem comodato, nem autoridade de Luís Montenegro que valham: é ilegal, garantiu a ex-bastonária da Ordem dos Advogados, no canal Now.
Face às últimas declarações de André Ventura (Chega 60 deputados), José Luís Carneiro (PS 58) e Paulo Raimundo (CDU 3), sobre a encapotada pretensão do governo liderado por Luís Montenegro de baixar e/ou privatizar as pensões, mais ou menos estudo encomendado à medida, António Leitão Amaro atirou desde já a toalha ao chão para evitar um previsível recuo monumental.
P. S. Luís Montenegro está cada vez mais politicamente desnorteado.
O segundo mandato de Donald Trump, apesar da elevada factura, está a consolidar um contributo inestimável: trazer os bastidores do grotesco funcionamento do poder para a luz do dia, permitindo a todos os cidadãos ter os instrumentos para finalmente poderem fazer um juízo fundamentado da governação.
P. S. Os mercenários e afins estão visivelmente preocupados.
Passada quase uma semana, a ministra da Justiça continua escondida (de férias?), sem prestar contas sobre o que se (não) passou para evitar que um jovem de 15 anos tenha assassinado a Mãe.
P. S. O Conselho de Magistratura tem o dever de esclarecer o que se passou no Tribunal de Cascais
P. S. A parcialidade da estação de televisão pública não fica por aqui: a notícia que correu Mundo, de mais uma alarvidade terrorista do indiciado criminoso de guerra ministro israelita Ben Gvir, é apenas mais um exemplo da censura no Telejornal, porventura evitando mais um embaraçante enquadramento enviesado. A TVI alinha. A SIC continua a fazer a diferença.
Uma amálgama de argumentos, todos muito estrategicos, sem uma ideia firme e mobilizadora, um discurso esforçado mas muito aquém do momento e do exigível.
P. S. José Luís Carneiro não teve uma palavra sobre a politica externa de Portugal, num Mundo em que a indiferença em relação à barbarie é a triste regra, em suma, os humanistas de todos os partidos nunca o podem esquecer.