A decisão judicial arrasou a conduta ministerial de Luís Neves, que se pode traduzir por bastonada em farta e depois logo se vê. As reservas sobre a escolha para a Administração Interna estão ampla e cristalinamente reconfirmadas, mesmo não conhecendo ainda quando e como se iniciou e decorreu o processo de escolha.
P. S. Dramático não é só o polícia no sítio errado também é a escolha do polícia habituado a combater o terrorismo com todas as armas, sejam elas legais ou não, pacíficas ou violentas, porque nunca se soube, quiçá nunca se saberá, se cumpriram ou não Lei. Há quem lhe chame contraterrorismo, outros falam de terrorismo de Estado.