Roberto Martinez já esgotou, com a Colômbia, um milagre no Mundial de Futebol 2026.
P. S. Carlos Queiroz ainda mete medo.
Roberto Martinez já esgotou, com a Colômbia, um milagre no Mundial de Futebol 2026.
P. S. Carlos Queiroz ainda mete medo.
A cada tragédia, o folclore da solidariedade, com os Media a surfar miseravelmente o choradinho e a abusar da bondade genuína da sociedade civil, seja agora na Venezuela, como recentemente em Portugal. Resultado: os efeitos devastadores serão sentidos durante anos a fio, enquanto as câmeras e os microfones partem para qualquer outra parte.
P. S. Até ao momento, felizmente, ainda não apareceu um qualquer meliante a garantir despudorada e impunemente que o dinheiro para a recuperacao está disponivel a partir do final do mês.
A ministra da Justiça, Rita Júdice, terá ouvido Rui Rio a desfazer o simulacro de reforma da Justiça que além de caricata também coloca em causa o regime?
P. S. Depois de Pedro Passos Coelho, agora é também outro ex-líder do PSD a desmentir quem no governo afirma que o actual Executivo faz reformas. Revelador!
A condenação pesada do ex-braço direito de Pedro Sánchez, José Luis Ábalos, por causa de um caso de corrupção com máscaras, é um golpe violento na sobrevivência política do governo do PSOE. A ironia faz-se sozinha.
P. S. A esquerda não aprende, no poder replica os males da direita e vice-versa. Os fantasmas do populismo e dos extremismos têm responsáveis: os partidos políticos tradicionais.
Confirmado o mais que anunciado: o regresso de Pedro Santana Lopes ao PSD.
P. S. Desespero ou esperança?
O discurso de André Ventura, até à última, vai ecoar em Aveiro, Anadia, onde se realiza o 43º congresso do PSD.
P. S. Chegou a hora da oposição acordar ou ainda é cedo para escrutinar a liderança de Luís Montenegro?
O chumbo da nova legislação laboral é uma gigantesca derrota de Luís Montenegro.
P. S. O Chega mostra que não está disponível para ser engolido por truques de última hora.
A reforma laboral está à beira de passar na Assembleia da República, confirmando uma vitória política de Luís Montenegro.
P. S. O voto do Chega implicou uma negociação, sendo assim legítimo conhecer qual é contrapartida ou o preço a pagar.
Da herança do pragmatismo, passando pela cegueira ideológica, à presente irrelevância substantiva.
P. S. Os socialistas afundam numa estratégia que serve para os barões apeados e comentadores, tardando em apostar em iniciativas concretas para fazer a diferença no dia-a-dia dos portugueses.
A audição parlamentar de Luís Neves e Paulo Rangel, ambos sob pressão política - "cacetada" num relatório oficial do SIRESP e base da matança ao serviço das guerras ilegais - estão a ser ignorados pelos Media do regime. É o "jornalismo" de Estado. Revelador!
P. S. Quando está em causa a factualidade que pode colocar em causa a continuidade de ambos os ministros, pode ser que ainda passem alguns segundos em directo, apesar de ambas audições terem sido marcadas para o mesmo dia e hora.
É mais uma oportunidade para Luís Montenegro: recuperar a iniciativa política e a liderança da agenda mediática que têm sido controladas pelo Chega.
P. S. André Ventura está a ganhar confiança, resultante de uma consistência que tardou mas está à vista.
O regime está atarantado e os Media reflectem o estado de surpresa com o show de André Ventura.
P. S. Portugal a dar mais um passo no sentido da mudança.
O início da nova arquitectura de segurança no Médio Oriente está em marcha, depois dos acordos de Abraão terem revelado os seus limites, a expressão da derrota de Donald Trump e Benjamin Netanyahu.
Os protestos dos jovens na véspera de mais uma reunião do G7 confirma o descontentamento contra a brutalidade da nova (des)ordem internacional marcada pela falácia de mais um qualquer "cessar-fogo frágil".
A última ameaça nuclear de Donald Trump sobre o Irão, tal como a de Vladimir Putin sobre a Ucrânia e a de Benjamin Netanyahu sobre a Palestina e o Líbano, são a expressão mais trágica da inevitável proliferação das bombas atómicas no Médio Oriente.