O regime está atarantado e os Media reflectem o estado de surpresa com o show de André Ventura.
P. S. Portugal a dar mais um passo no sentido da mudança.
O regime está atarantado e os Media reflectem o estado de surpresa com o show de André Ventura.
P. S. Portugal a dar mais um passo no sentido da mudança.
A confirmarem-se as declarações de André Ventura e José Luís Carneiro, a revisão laboral será chumbada na Assembleia da República, remetendo a urgência inventada por Luís Montenegro depois de ganhar as eleições para as calendas.
P. S. A negociação é o único caminho, pois aproveitar o mais que justificado chumbo da oposição parlamentar para precipitar eleições antecipadas seria um suicídio político.
A ministra do Trabalho averbou uma monumental derrota com o falhanço da concertação social, deixando ainda mais claro que vai ter de assumir as consequências das ameaças à la Trump, proferidas ao longo das negociações, que só cavaram ainda mais o afastamento das centrais sindicais.
P. S. A revisão laboral é novamente um momento de confronto e divisão. Mais uma vez, Luís Montenegro fica nas mãos de André Ventura. António José Seguro falha outra promessa.
A táctica de confronto de Luís Montenegro à portuguesa, com inspiração em Donald Trump, resultou num flique-flaque na revisão laboral: ou isto ou o Parlamento, para depois recuar durante uns dias, tentando assim simular boa-fé negocial que serve de justificação para melhor legitimar a legislação pura e dura proposta desde o início.
P. S. A ministra do Trabalho tem sido tantas vezes desautorizada que é difícil compreender a insistência no tom arrogante.
O provável chumbo da UGT à proposta de revisão laboral vai dar origem a um período de tensão social num momento em que já se advinha uma forte crise energética e financeira.
P. S. Luis Montenegro continua à procura de uma crise que lhe dê a maioria absoluta. mas pode ter errado o tiro. O turismo, perdão, o calculismo político, para disfarçar o falhanço do Executivo, nem sempre vence duas vezes seguidas.
Inflação a disparar e mais médicos a pedirem escusa de responsabilidade traduzem o caos que reina no SNS, em que a obstetrícia e a oncologia continuam a ser miseravelmente abandonadas por um governo liderado por Luís Montenegro.
P. S. O único vislumbre de acção é o golpe, perdão, o acordo laboral que não foi objecto de debate na campanha eleitoral.
A pandemia salvou António Costa durante algum tempo. A crise do petróleo pode resultar na salvação de Luís Montenegro durante mais algum tempo.
P. S. De tragédia em crise, Portugal continua adiado, embrulhado numa alteração da legislação laboral que foi omitida na última campanha eleitoral. Até quando?
Depois da táctica sonsa na pasta Educação e do desnorte na Saúde, ambas com resultados catastróficos, Maria do Rosário Ramalho parece apostada no desastre, em atirar o país para o conflito com os sindicatos.
P. S. A incompetência e a arrogância não têm limites?
A carga fiscal sobre o trabalho não pára de subir. Em 2023, Portugal confirmou esta realidade pelo quinto ano consecutivo, com 42,3%, e já é a oitava mais elevada da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
P. S. Depois das promessas de António Costa e Pedro Nuno Santos, espera-se novo sinal dos arrependidos a posteriori.
O caso de Odemira, entre tantos outros, revela que o jornalismo de toca-e-foge não tem futuro. Denunciar a ignomínia e depois deixá-la cair no esquecimento, cedendo às acusações alarves de perseguição dos afins do regime, só serve para afastar a imprensa dos cidadãos.