Uma amálgama de argumentos, todos muito estrategicos, sem uma ideia firme e mobilizadora, um discurso esforçado mas muito aquém do momento e do exigível.
P. S. José Luís Carneiro não teve uma palavra sobre a politica externa de Portugal, num Mundo em que a indiferença em relação à barbarie é a triste regra, em suma, os humanistas de todos os partidos nunca o podem esquecer.