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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

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domingo, agosto 16, 2026

INCÊNDIOS, MORTE DE CICLISTA E ACATAR

A duplicação da área ardida nos últimos dias, não tendo sido por mero acaso que Luís Neves esteve ausente da festa do Pontal 2026 (15/08), tem sido acompanhada por um magistral comedimento dos Media, antevendo o imediato acatar do último recado de Luís Montenegro.

P. S. As inenarráveis declarações à RTP de Cândido Barbosa, presidente da Federação de Ciclismo, depois da clamorosa falha de segurança da PSP e da GNR na Volta 2026, que vitimou Finlay Tarling, traduzem nova tentativa de branqueamento e banalização dos desastres.

sábado, agosto 08, 2026

DST GROUP AO MINUTO

Foi o sucateiro, depois o amigo e agora é o construtor a agitar a República, com detalhes preciosos da vitória do DST Group, pela primeira vez, de um concurso do Ministério da Administração Interna para fornecimento de comunicações por satélite a mais de 2.500 freguesias e 308 municípios do continente e ilhas, com um valor de 4,5 milhões de euros, através do consórcio com a empresa SolMaior.

P. S. Como diria Luís Neves, o Estado obviamente fica a ganhar. E os portugueses?

sexta-feira, agosto 07, 2026

SEGURO (NÃO) DESILUDE

O presidente António José Seguro exigiu a rapidez possível (semanas, meses, anos?) no apuramento de responsabilidades de Luís Neves no inquérito-crime, comissão parlamentar de inquérito, julgamento no Tribunal de Contas e  auditoria à Polícia Judiciária ordenada por Rita Júdice.

P. S. É este tipo de declarações que minam o regular funcionamento do regime democrático e a credibilidade das instituições.

sexta-feira, julho 31, 2026

RUFIAS, PRESIDENTE E OUTROS

As últimas declarações de Marco Rubio, em Camp David, na companhia de Donald Trump, em que promete "colocar na linha" os juízes do Tribunal Penal Internacional, obviamente para defender Benjamin Netanyahu e outros criminosos, estão a testar os limites do regime democrático norte-americano.

P. S. Os últimos desenvolvimentos em Portugal, desde o caso das gémeas (Marcelo Rebelo de Sousa) à SPINUMVIVA (Luís Montenegro), sem esquecer os abusos e as trapalhadas de Luís Neves, ministro da Administração Interna, não podem ser descontextualizadas dos actuais discursos rufias. A declaração de António José Seguro também não.

NEVES(ADA) CONTINUA

É a sucessão de revelações à volta de Luís Neves, agora com mais uma empresa amiga da empesa amiga com obras de milhões na Polícia Judiciária.

P. S. Ainda antes do início da Comissão Parlamentar de Inquérito: 1) Almeida Rodrigues, ex-diretor da PJ,  volta a corrigir o ministro da Administração Interna; 2) Pedro Passos Coelho está preocupado; 3) Carlos Moedas não está.

quinta-feira, julho 30, 2026

SEGURO ATRELADO

As reacções à conferência de imprensa de Luís Neves são esmagadoramente desfavoráveis, da esquerda à direita, alimentando o apodrecimento da tutela da Administração Interna, a fragilização da Polícia Judiciária e o enfraquecimento da autoridade do governo liderado por Luís Montenegro.

P. S. De todas as explicações mal amanhadas, a do atrelado (galera) é mais delirante, quase pueril, só ao nível da atabalhoada intervenção de José Luís Carneiro e do  silêncio pesado de António José Seguro.


quarta-feira, julho 29, 2026

FERNANDO ALEXANDRE BATE RECORDE

As declarações erráticas de Fernando Alexandre só têm paralelo na incompetência, arrogância e impunidade políticas: pedidos de reapreciação de exames no ensino secundário já triplicaram, passando a barreira dos 20 mil.

P. S. É de temer o pior com as explicações de Luís Neves, quando Luís Montenegro está desesperadamente a apostar todas as fichas numa crise politica.

domingo, julho 26, 2026

LUÍS NEVES: 15 DIAS DEPOIS

Se  ministro da Administração Interna estiver a cumprir a Lei, a qual permite entre 10 a 20 elementos para o seu gabinete, é difícil de compreender que 15 dias depois das primeiras notícias sobre o monte em Odemira e o empreiteiro José Carlos Silva, da Construbarcelos, fora o importante atrelado – trata-se da galera, não de António José Seguro –, permaneça o pesado silêncio e as crescentes dúvidas.

P. S. A táctica também vai começar por mostrar umas pastas para depois não as entregar?

sexta-feira, julho 24, 2026

MONTENEGRO OFICIALIZA PÂNTANO INSTITUCIONAL E POLÍTICO

A recusa de Luís Montenegro em falar sobre o caso do ministro da Administração Interna é a porta aberta para o pântano institucional e político, tal e qual como aquele vivido durante o consulado de António Costa, entre outros.

P. S. Enquanto António José Seguro vai fazendo de conta, maravilhado com Cabo Verde, o (ainda) ministro Luís Neves, recusando responder aos jornalistas, tem o atrevimento de fazer considerações sobre a figura jurídica que terá estado na origem do inquérito criminal aberto pelo Ministério Público.

terça-feira, julho 21, 2026

quarta-feira, junho 17, 2026

MINISTROS SOB PROTECÇÃO DOS MEDIA

A audição parlamentar de Luís Neves e Paulo Rangel, ambos sob pressão política - "cacetada" num relatório oficial do SIRESP e base da matança ao serviço das guerras ilegais - estão  a ser ignorados pelos Media do regime. É o "jornalismo" de Estado. Revelador!

P. S. Quando está em causa a factualidade que pode colocar em causa a continuidade de ambos os ministros, pode ser que ainda passem alguns segundos em directo, apesar de ambas audições terem sido marcadas para o mesmo dia e hora.

sexta-feira, junho 05, 2026

LUÌS NEVES AINDA MAIS OUTRO SINAL

O ministro da Administração Interna, na véspera de ser conhecida a decisão do juiz de Instrução Criminal sobre as medidas de coacção dos seis detidos no dia da greve geral, entendeu fazer declaração pública (pressão sobre o JIC?) para elogiar "firmeza e robustez" da acção da PSP, leia-se correr os manifestantes à bastonada, invocando a ordem pública.

P. S. Ainda que não seja conhecida a data em que Luís Neves vai ao Parlamento, explicar a "cacetada" no relatório do SIRESP, pasme-se, por razões de segurança nacional – ainda mais outro sinal! –, pode ser que os deputados estejam à altura de um país que não é o faroeste da selvajaria.

quinta-feira, maio 28, 2026

LUÍS NEVES NÃO SABIA?

A mega ofensiva da PJ, que atingiu freguesias e a sede do Partido Socialista, não aconteceu de geração expontânea,  antes deverá ter sido fruto de muitos e muitos meses de investigação aturada dos investigadores criminais com liderança e conhecimento do Ministério Público.

P. S. Luís Neves abandonou a liderança da PJ, para assumir a tutela do Ministério da Administração Interna a partir de 23 de Fevereiro de 2026.

terça-feira, maio 05, 2026

LUÍS NEVES DÁ O SINAL

Ao final da manhã, Luís Neves, ministro da Administração Interna, anunciou a detenção de vários envolvidos no escândalo da esquadra do Rato da PSP, s quais se vieram a confirmar horas depois. Mais uma vez, está dado o sinal da confusão entre segurança e justiça, caminho perigoso feito às claras no XV governo constitucional.

P. S. Amadeu Guerra, procurador-geral da República, por várias vezes afirmou que não conhece os processos que correm no Ministério Público. António Leitão Amaro já era, Rita Júdice é irrelevância, que tal um telefonema para Luís Neves?

terça-feira, fevereiro 24, 2026

PASSOS COELHO DE FRENTE

O ex-primeiro-ministro volta a atirar uma pedrada no charco da quase unanimidade bafienta que continua a dominar Portugal, criticando a nomeacao de Luís Neves. Três argumentos de peso: Precedente grave - passagem direta da chefia de uma polícia de investigação para um cargo político ministerial; separação de poderes - necessidade de preservar a independência institucional entre a investigação criminal e o poder político; sinal negativo - promiscuidade entre funções técnicas/policiais e política.

sábado, fevereiro 21, 2026

LUÍS NEVES NO MAI

O director-nacional da PJ aceitou ser o novo ministro da Administração Interna.

P. S. A confusão entre o Executivo e as instituições de controlo continua a fazer caminho. Duas certezas: Luís  Neves vai continuar a mandar na PJ; pelas funções exercidas conhece como poucos Luís Montenegro. Duas dúvidas: o MP vai ser ainda mais actuante? Um bom polícia dá um bom ministro?

terça-feira, fevereiro 10, 2026

A ÚLTIMA MARCELICE

A demissão de Maria Lúcia Amaral foi aceite pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa, facilitando assim os riscos de concentração de poder nas mãos do primeiro-ministro Luís Montenegro, especialmente porque a Administração Interna controla áreas sensíveis como polícia, serviços de inteligência e gestão de riscos internos. O que segue? A Justiça? 

P. S. António Oliveira Salazar nunca acumulou as funções de chefe do governo com a pasta do Interior (Administração Interna). É preciso recuar a 1924 (22 de novembro de 1924 – 16 de fevereiro de 1925), quando José Domingues dos Santos, político, jurista, professor e jornalista português, figura proeminente da Primeira República, acumulou ambas as funções.

PROTECÇÃO CIVIL: A HORA DA VERDADE

Somam-se as vozes críticas em relação ao trabalho da protecção civil, um dos viveiros de boys do PSD e PS, que se repetem a cada catástrofe, dos incêndios às actuais tempestades.

P. S. Será desta que haverá uma profunda reestruturação, ou daqui a uns tempos tudo continuará na mesma?

domingo, agosto 17, 2025

MARIA LÚCIA AMARAL: MAIS NADA DO QUE EMOÇÕES E OBRIGADOS

Por vezes, os governantes não têm a noção do ridículo político. Ou não podem ter. É o caso da ministra da Administração Interna: quando se esperavam acção e medidas, além de estender mais uma par de horas o estado de alerta. O que se segue: a exploração bafienta das emoções, tudo regado com muita unidade e agradecimentos.

P. S. A cobardia política também é fugir às perguntas dos jornalistas.

domingo, agosto 10, 2025

MARIA LÚCIA AMARAL: AS ENCOMENDAS DA EX-PROVEDORA DE JUSTIÇA

A notícia é boa e pertinente, publicada num jornal online que o mainstream medíocre e arrogantemente ignora. Foi agora repescada porque Maria Lúcia Amaral integra os XXV governo constitucional: a ex-Provedora de Justiça, actual ministra da Administração Interna, encomendou à artista Graça Morais duas pinturas (120 mil euros), sem concurso público. 

P. S. Demite-se, dá explicações ou alguém a aconselha a chamar o advogado? A seguir o padrão do chefe, leia-se Spinumviva, estamos conversados.