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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

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terça-feira, setembro 08, 2026

GOVERNO SOB PRESSÃO MÁXIMA

As más notícias e a audição de Luís Neves podem ser a machadada final em Luís Montenegro.

P. S. Todos os olhos postos em cima de José Luís Carneiro e António José Seguro, todos a dançar a música do Chega. 

sexta-feira, setembro 04, 2026

CAMPANHA DO MEDO

À medida que fica ainda mais clara a razão da apresentação da moção de censura, cresce o tom da campanha do medo com o argumento do risco de eleições antecipadas. Ora, não há nenhum preceito constitucional que obrigue o presidente da República a convocar eleições antecipadas no caso do governo cair na Assembleia da República.

P. S. Amadeu Guerra, finalmente, veio a terreiro: Luís Neves é alvo de cinco inquéritos, dos quais dois são urgentes, seja lá o que queira dizer "urgentes".

quarta-feira, setembro 02, 2026

VENTURA EXEMPLAR E SEM MEDO

André Ventura confirmou a moção de censura, deixando mais uma vez a marca do Chega como maior partido da oposição parlamentar ao governo de Luís Montenegro.

P. S. A censura agora também é dirigida ao primeiro-ministro e aos restantes ministros, colocando José Luís Carneiro à beira de confirmar a permanência de Luís Neves no XXV governo constitucional, seguramente o maior erro do líder do Partido Socialista.

terça-feira, setembro 01, 2026

TODOS À ESPERA DE VENTURA

A promessa de novas declarações de Luís Neves só acrescenta ainda mais dramatismo à crise política instalada, quiçá um toque mais para reforçar a tese da república das bananas.

P. S. A moção de censura não pode nunca ser uma ameaça ou um instrumento de negociação, sejam quais forem os argumentos e objectivos. Só admitir um qualquer hipotético recuo já é golpe na credibilidade de André Ventura e nas aspirações do Chega.

sexta-feira, agosto 28, 2026

LUÍS MONTENEGRO: COM UM PÉ FORA DO GOVERNO

A ser verdade que António José Seguro deu um prazo para Luís Neves sair (wishful thinking?), Luís Montenegro vai ter de remodelar o governo, depois de uma teimosia desnecessária, correndo todos os riscos de enfrentar uma moção de censura do Chega. 

P. S. A dúvida é inevitável: no caso da queda do XXV governo constitucional, Luís Montenegro está em condições políticas para esperar voltar a ser chamado para formar governo?

sexta-feira, fevereiro 21, 2025

PM AINDA MAIS SUSPEITO

O primeiro-ministro sobreviveu à moção de censura do Chega, mas Luís Montenegro saiu ainda mais fragilizado, recusando responder às questões essenciais colocadas pela maioria dos deputados.

terça-feira, setembro 19, 2023

CHEGA À FRENTE

O partido de André Ventura, consequente com a sua estratégia, apresenta uma moção de censura ao governo liderado por António Costa. Por sua vez, a Iniciativa Liberal, também em coerência política, e apesar de toda a distância marcada em relação ao Chega, anunciou que vai votar favoravelmente. Por último, o PSD, numa atitude politicamente arrogante, que contraria as críticas ao XXIII governo, também já anunciou a abstenção.

quinta-feira, janeiro 05, 2023

INICIATIVA LIBERAL COM SURPRESA

A apresentação da moção de censura da Iniciativa Liberal com trunfo na manga.

P. S. André Ventura, por outras palavras, denunciou a tremedeira de Pedro Nuno Santos, cuja ausência no Parlamento, hoje, é um péssimo sinal pessoal e político.

quarta-feira, abril 03, 2013

Bolsa e a tempestade antecipada

As quedas diárias na Bolsa só podem antecipar uma decisão do Tribunal Constitucional que vai ficar na história. Pedro Passos Coelho continua sem dar um único sinal de o ter percebido. Até quando será possível ter de suportar um primeiro-ministro tão refém de si próprio?

PSD desnorteado

O desmentido tardio da ameaça de demissão em bloco do governo, o fantasma do segundo resgate e a tirada dos almoços grátis, na véspera do debate da moção de censura na Assembleia da República, fizeram parte de uma das mais extraordinárias declarações de Jorge Moreira da Silva, vice-presidente do PSD.

segunda-feira, junho 25, 2012

Moção de censura: as conclusões


A iniciativa parlamentar do PCP foi chumbada. Restam quatro conclusões:
1. O governo de Pedro Passos Coelho esgotou a tolerância em relação ao abuso de poder, opacidade e mentiras, sendo mais do que óbvio de que não vai ter muito mais tempo para continuar em funções  custe o que custar aos portugueses;
2. A abstenção do PS e o discurso de Pedro Silva Pereira, um dos ministros responsáveis pelo descalabro a que o país chegou, são a prova que António José Seguro ainda não tem nada para oferecer ao país, a não ser esperar que o país lhe caia nas mãos, qual político manietado que só pensa em herdar o poder, a qualquer custo, nem que seja um país ainda mais liquidado económica e financeiramente;
3. Vítor Gaspar  e Álvaro Santos Pereira estão à beira de ser os cordeiros úteis dos aparelhos da maioria PSD/CDS-PP;
4. É cada vez mais compreensível a frenética peregrinação de Paulo Portas para recolher apoios e simpatias para se candidatar a Belém, em que vale tudo, desde Luanda a Bogotá, sem esquecer Pequim.