A crescente tensão entre Israel e a Turquia obriga a colocar a questão: num confronto militar entre o aliado Estado pária e um país membro da NATO de que lado estaria Portugal?
P. S. Alô, Bruxelas, daqui Portugal, e agora, o que temos de dizer?
A crescente tensão entre Israel e a Turquia obriga a colocar a questão: num confronto militar entre o aliado Estado pária e um país membro da NATO de que lado estaria Portugal?
P. S. Alô, Bruxelas, daqui Portugal, e agora, o que temos de dizer?
Fernanda de Almeida Pinheiro, advogada, colocou um ponto final rigoroso e fundamentado nas tretas para tentar justificar a actuação de Luís Neves, como director nacional da PJ e como ministro da Administração Interna, por causa de um carro apreendido que usou e usa.
P. S. Não há despacho, nem comodato, nem autoridade de Luís Montenegro que valham: é ilegal, garantiu a ex-bastonária da Ordem dos Advogados, no canal Now.
Face às últimas declarações de André Ventura (Chega 60 deputados), José Luís Carneiro (PS 58) e Paulo Raimundo (CDU 3), sobre a encapotada pretensão do governo liderado por Luís Montenegro de baixar e/ou privatizar as pensões, mais ou menos estudo encomendado à medida, António Leitão Amaro atirou desde já a toalha ao chão para evitar um previsível recuo monumental.
P. S. Luís Montenegro está cada vez mais politicamente desnorteado.
Entre as 18H39 e as 19H36, os portugueses vão estar a olhar para o sol, obviamente com óculos de protecção, tudo por um bem maior, pois claro, desviando a atenção do eclipse terreno que está a afundar o governo, o primeiro-ministro, ministros (designadamente os sob suspeita), António José Seguro, instituições e a credibilidade do regime democrático.
P. S. Ainda dizem, que não há notícias em Agosto, para além do massacre habitual dos incêndios e das habituais façanhas notariais.
No programa "Ouvir quem vê num minuto" da RTP, Clara Almeida Santos, provedora da estação de televisão pública, assume a palavra genocídio para descrever o que se está a passar em Gaza, designadamente a matança que continua a decorrer em plena farsa de "cessar-fogo", declarado a 10/10/2025, com a cumplicidade da comunidade internacional, designadamente de Portugal.
P. S. A opinião de Teresa Almeida Cravo, professora da Universidade de Coimbra, entre outros especialistas de direito internacional, académicos, peritos independentes e relatores especiais da ONU não são suficientes para Paulo Rangel, nem para a direcção de informação da RTP (Vítor Gonçalves e Maria de São José, Florbela Godinho e Sandra Sá Couto), bem como para os coordenadores do Telejornal, às 20 horas, Fátima Silva e Adília Godinho.
O estado da regulação da comunicação social está ao nível da tutela de António Leitão Amaro sob a RTP. Ainda mais delirante é o funcionamento da ERC – presidida por Helena Sousa, tutelada por Carlos Abreu Amorim, ministro dos Assuntos Parlamentares –, um verdadeiro poço de labiríntica opacidade, aliás já condenada pelo Tribunal Central Administrativo do Sul.
P. S. Conhecer o parecer oficial da ERC relativamente à direcção de informação da RTP, liderada por Vítor Gonçalves, é uma tarefa impossível. Mais caricato ainda: tentar conhecer o parecer oficial do Conselho de Redacção da RTP – que não existe formalmente, nem consta do organograma da estação pública, e cujos nomes dos membros eleitos são secretos para quem é obrigado a pagá-la.
O presidente António José Seguro exigiu a rapidez possível (semanas, meses, anos?) no apuramento de responsabilidades de Luís Neves no inquérito-crime, comissão parlamentar de inquérito, julgamento no Tribunal de Contas e auditoria à Polícia Judiciária ordenada por Rita Júdice.
P. S. É este tipo de declarações que minam o regular funcionamento do regime democrático e a credibilidade das instituições.
A declaração do (ainda) ministro da Educação – estão classificadas 97% das respostas dos exames realizados na 2.ª fase – revela bem o desnorte ministerial.
P. S. Os adiamentos do início do ano escolar, as injustiças que só poderão ser ultrapassadas com notas administrativas e os contractos e ajustes directos de milhões com a Deloitte não podem ficar sem responsabilização política.
As últimas declarações de Marco Rubio, em Camp David, na companhia de Donald Trump, em que promete "colocar na linha" os juízes do Tribunal Penal Internacional, obviamente para defender Benjamin Netanyahu e outros criminosos, estão a testar os limites do regime democrático norte-americano.
P. S. Os últimos desenvolvimentos em Portugal, desde o caso das gémeas (Marcelo Rebelo de Sousa) à SPINUMVIVA (Luís Montenegro), sem esquecer os abusos e as trapalhadas de Luís Neves, ministro da Administração Interna, não podem ser descontextualizadas dos actuais discursos rufias. A declaração de António José Seguro também não.
É a sucessão de revelações à volta de Luís Neves, agora com mais uma empresa amiga da empesa amiga com obras de milhões na Polícia Judiciária.
P. S. Ainda antes do início da Comissão Parlamentar de Inquérito: 1) Almeida Rodrigues, ex-diretor da PJ, volta a corrigir o ministro da Administração Interna; 2) Pedro Passos Coelho está preocupado; 3) Carlos Moedas não está.
As reacções à conferência de imprensa de Luís Neves são esmagadoramente desfavoráveis, da esquerda à direita, alimentando o apodrecimento da tutela da Administração Interna, a fragilização da Polícia Judiciária e o enfraquecimento da autoridade do governo liderado por Luís Montenegro.
P. S. De todas as explicações mal amanhadas, a do atrelado (galera) é mais delirante, quase pueril, só ao nível da atabalhoada intervenção de José Luís Carneiro e do silêncio pesado de António José Seguro.
As declarações erráticas de Fernando Alexandre só têm paralelo na incompetência, arrogância e impunidade políticas: pedidos de reapreciação de exames no ensino secundário já triplicaram, passando a barreira dos 20 mil.
P. S. É de temer o pior com as explicações de Luís Neves, quando Luís Montenegro está desesperadamente a apostar todas as fichas numa crise politica.
Se ministro da Administração Interna estiver a cumprir a Lei, a qual permite entre 10 a 20 elementos para o seu gabinete, é difícil de compreender que 15 dias depois das primeiras notícias sobre o monte em Odemira e o empreiteiro José Carlos Silva, da Construbarcelos, fora o importante atrelado – trata-se da galera, não de António José Seguro –, permaneça o pesado silêncio e as crescentes dúvidas.
P. S. A táctica também vai começar por mostrar umas pastas para depois não as entregar?
O (ainda) ministro da Administração Interna continua na senda das intervenções desastrosas, agora verbalizando contentamento pela abertura de um inquérito crime à sua conduta.
P. S. Luís Montenegro vai ficar escondido em São Bento ou vai dar resposta política a Luís Neves?