A reforma laboral está à beira de passar na Assembleia da República, confirmando uma vitória política de Luís Montenegro.
P. S. O voto do Chega implicou uma negociação, sendo assim legítimo conhecer qual é contrapartida ou o preço a pagar.
A reforma laboral está à beira de passar na Assembleia da República, confirmando uma vitória política de Luís Montenegro.
P. S. O voto do Chega implicou uma negociação, sendo assim legítimo conhecer qual é contrapartida ou o preço a pagar.
A audição parlamentar de Luís Neves e Paulo Rangel, ambos sob pressão política - "cacetada" num relatório oficial do SIRESP e base da matança ao serviço das guerras ilegais - estão a ser ignorados pelos Media do regime. É o "jornalismo" de Estado. Revelador!
P. S. Quando está em causa a factualidade que pode colocar em causa a continuidade de ambos os ministros, pode ser que ainda passem alguns segundos em directo, apesar de ambas audições terem sido marcadas para o mesmo dia e hora.
É mais uma oportunidade para Luís Montenegro: recuperar a iniciativa política e a liderança da agenda mediática que têm sido controladas pelo Chega.
P. S. André Ventura está a ganhar confiança, resultante de uma consistência que tardou mas está à vista.
O regime está atarantado e os Media reflectem o estado de surpresa com o show de André Ventura.
P. S. Portugal a dar mais um passo no sentido da mudança.
O ministro da Administração Interna, na véspera de ser conhecida a decisão do juiz de Instrução Criminal sobre as medidas de coacção dos seis detidos no dia da greve geral, entendeu fazer declaração pública (pressão sobre o JIC?) para elogiar "firmeza e robustez" da acção da PSP, leia-se correr os manifestantes à bastonada, invocando a ordem pública.
P. S. Ainda que não seja conhecida a data em que Luís Neves vai ao Parlamento, explicar a "cacetada" no relatório do SIRESP, pasme-se, por razões de segurança nacional – ainda mais outro sinal! –, pode ser que os deputados estejam à altura de um país que não é o faroeste da selvajaria.
Mais uma greve geral, mais um dia de um país parado, descredibilizado, adiado e desgovernado.
P. S. O countdown está em marcha: Luís Montenegro averba mais uma estrondosa derrota exclusivamente por culpa propria
A mega ofensiva da PJ, que atingiu freguesias e a sede do Partido Socialista, não aconteceu de geração expontânea, antes deverá ter sido fruto de muitos e muitos meses de investigação aturada dos investigadores criminais com liderança e conhecimento do Ministério Público.
P. S. Luís Neves abandonou a liderança da PJ, para assumir a tutela do Ministério da Administração Interna a partir de 23 de Fevereiro de 2026.
A confirmarem-se as declarações de André Ventura e José Luís Carneiro, a revisão laboral será chumbada na Assembleia da República, remetendo a urgência inventada por Luís Montenegro depois de ganhar as eleições para as calendas.
P. S. A negociação é o único caminho, pois aproveitar o mais que justificado chumbo da oposição parlamentar para precipitar eleições antecipadas seria um suicídio político.
A matança, o genocídio, a chacina de jornalistas, a ocupação selvagem na Palestina e os ataques militares ilegais no Irão e no Líbano não foram suficientes, mas a humilhação pública dos membros da flotilha acabou por desencadear, felizmente, o mínimo dos mínimos: a tomada de posição formal e inequívoca do primeiro-ministro de Portugal.
P. S. O desconforto de Luís Montenegro, que mais pareceu obrigado a defender uma revisão "parcial" do acordo entre a União Europeia e Israel, ocorreu depois de o governo alemão ter assumido uma rara declaração de condenação de Israel, ou não fora e continua a ser o país dos 27 mais cúmplice da barbárie israelita.
O líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, revelou o sentido jornalístico que tanta falta tem feito nos Media – designadamente naqueles com fretes que vão um pouco mais longe do que é habitual –, depois de fazer uma declaração que resume uma parte do trabalho que já deveria ter sido feito por um qualquer jornalista estagiário: desmontar o truque politicamente grosseiro de Paulo Rangel em relação ao regabofe norte-americano na base das Lajes. Falta de limonana acompanhada de bamba?
A cada dia que passa, os silêncios do primeiro-ministro e do presidente da República, sobre o escândalo que envolve a cedência da base das Lajes para os Estados Unidos da América levarem a cabo as suas guerras ilegais, só agravam ainda mais o estado de culpa de Paulo Rangel e de Portugal, o que certamente não escapará aos investigadores e juízes dos tribunais internacionais.
P. S. A declaração de Nuno Melo – "Portugal fez o que tinha de ser feito" – traduz cristalinamente o estado politicamente moribundo do CDS/PP.