A governação e a oposição assumem discursos políticos que permitem antecipar que Portugal está à beira de novas eleições antecipadas.
P. S. Marques Mendes não foi eleito presidente da República. O actual presidente é António José Seguro.
A governação e a oposição assumem discursos políticos que permitem antecipar que Portugal está à beira de novas eleições antecipadas.
P. S. Marques Mendes não foi eleito presidente da República. O actual presidente é António José Seguro.
O debate entre André Ventura e Luís Marques Mendes acentuou a evidência, para o bem ou para o mal: o lider do Chega representa a mudança; Luis Marques Mendes caiu na ratoeira.
O candidato presidencial, apoiado pelo PSD, marca a distância de Marcelo Rebelo de Sousa na primeira entrevista à comunicação social. Mais palavras para quê?
Depois de Marques Mendes (SIC), agora é a vez de António José Seguro (CNN Portugal) a aproveitar o espaço semanal de opinião para lançar um movimento que deverá apoiar o candidato que ainda está a reflectir se vai ser candidato às Presidenciais de 2026.
P. S. Os protocandidatos e outros candidatos bem podem fazer as malas, as suas, pois não passaram na pré-selecção dos patrões e direcções editoriais da comunicação social.
À medida que soma apoios, cirurgicamente anunciados, Luís Marques Mendes continua a usar a cadeira de comentador televisivo (SIC) para a campanha das presidenciais 2026. É a mesma receita de 2016, com Marcelo Rebelo de Sousa (TVI). Até quando?
P. S. A interferência das administrações e das direcções editoriais da comunicação social portuguesa nas eleições é muito mais grave do que qualquer opinião emitida pelos bilionários das redes sociais.
O comentador Luís Marques Mendes, do alto da sua ética (não é piada!), aproveita para aplainar ainda mais o caminho do candidato presidencial, depois de mais uma desastrada declaração do almirante do dedo esticadinho a propósito das despesas militares.
P. S. Repete-se o cenário de 2016, com Marcelo Rebelo de Sousa. O final desastroso será o mesmo?