Tem valido tudo em nome do ambiente, uma farsa à portuguesa de vanguarda, que nos continua a atirar para o abismo económico e social. Depois da proibição de fumar nas esplanadas, agora é a brutal subida do IUC em relação aos carros, registados antes de 2007, que penaliza os cidadãos mais pobres e/ou sem tiques de pato-bravo. Curiosamente, António Costa, Fernando Medina e o sempre útil Duarte Cordeiro, não usam o mesmo critério, por exemplo, em relação às duas indústrias mais poluentes: têxtil e petroquímica. Desvario? Amizades? Mais uma ameaça de dissolução de Marcelo Rebelo de Sousa?