Roménia + 8%
Taiwan + 4%
República Checa + 3%
A guerra continua instalada no Médio Oriente, com a intensificação dos ataques e bombardeamentos entre Estados Unidos da América e Irão, enquanto o genocídio na Palestina e os massacres no Líbano fazem o trágico caminho de Israel.
P. S. Os líderes da União Europeia permanecem em silêncio, com a Alemanha e a Itália do lado do genocídio na Palestina e da matança no Líbano, e o Reino Unido, com Keir Starmer de fora, a manter a trajectória da cumplicidade activa nas carnificinas.
A mais alta instância da justiça suíça reconheceu o genocídio em Gaza e recusou criminalizar actos de protesto, apoio e solidariedade políticos e humanitários com a Palestina – agitar uma bandeira, gritar um slogan e participar em manifestação.
P. S. Ficam ainda mais evidenciados os flagrantes abusos e arbítrios em França, Reino Unido e República Federal da Alemanha, entre outros.
A matança, o genocídio, a chacina de jornalistas, a ocupação selvagem na Palestina e os ataques militares ilegais no Irão e no Líbano não foram suficientes, mas a humilhação pública dos membros da flotilha acabou por desencadear, felizmente, o mínimo dos mínimos: a tomada de posição formal e inequívoca do primeiro-ministro de Portugal.
P. S. O desconforto de Luís Montenegro, que mais pareceu obrigado a defender uma revisão "parcial" do acordo entre a União Europeia e Israel, ocorreu depois de o governo alemão ter assumido uma rara declaração de condenação de Israel, ou não fora e continua a ser o país dos 27 mais cúmplice da barbárie israelita.
O debate entre Friedrich Merz e Olaf Scholz resultou num empate, com ligeira vantagem para o actual chanceler, mas insuficiente para alterar a mais que anunciada mudança na Alemanha.
É mais do que cumplicidade com o genocídio em Gaza. É a violência policial e a repressão da manifestação e opinião livre em favor da causa palestiniana.
P. S. A resposta dos alemães é já nas eleições de 23 de Fevereiro. Quanto a Keir Starmer não deve tardar muito mais.
A carnificina em Mabdeburg, na Alemanha, no dia de Natal, e agora a de Nova Orleães, no primeiro dia 2025, representam um padrão de ataques terroristas e/ou isolados que fazem lembrar os anos 70 e 80 do século passado.
P. S. O desaparecimento de Jimmy Carter não apaga a memória da sua percepção do Estado de Israel e do conflito no Médio Oriente.
Um Estado pária e criminosos de guerra procurados internacionalmente continuam a desafiar a civilização, em Gaza e no Líbano, com os seus bárbaros ataques a civis inocentes e agora até a voluntários e trabalhadores humanitários da ONU, sem esquecer os soldados em missão de paz. A cumplicidade de Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido, que continuam a fornecer as armas, bem como o faz-de-conta de outros países, entre os quais Portugal, com ou sem bandeira, merecem uma resposta pronta da parte dos tribunais internacionais e dos cidadãos em todo o Mundo.
P. S. Portugal continua a ser pasto ilimitado para as secretas, designadamente as estrangeiras?
A vitória da extrema-direita na Alemanha não é só uma consequência da falência do centrão alemão liderado por Olaf Scholz. Nem é apenas uma contestação ao actual modelo ocidental (institucional, político, económico e social). É sobretudo uma reação ao falhanço estrondoso da governação opaca e pouco democrática da União Europeia, subjugada pela corrupção ao mais alto nível.