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terça-feira, maio 27, 2025
FORÇA PORTUGAL
terça-feira, março 18, 2025
ALEMANHA ACORDOU
segunda-feira, fevereiro 10, 2025
ALEMANHA COM MUDANÇA MAIS PERTO
O debate entre Friedrich Merz e Olaf Scholz resultou num empate, com ligeira vantagem para o actual chanceler, mas insuficiente para alterar a mais que anunciada mudança na Alemanha.
domingo, fevereiro 09, 2025
ALEMANHA E REINO UNIDO EM VERTIGEM POLICIAL
É mais do que cumplicidade com o genocídio em Gaza. É a violência policial e a repressão da manifestação e opinião livre em favor da causa palestiniana.
P. S. A resposta dos alemães é já nas eleições de 23 de Fevereiro. Quanto a Keir Starmer não deve tardar muito mais.
sábado, janeiro 18, 2025
ALEMANHA EM CRISE ANTES DE TRUMP
quarta-feira, janeiro 01, 2025
REACÇÃO À CHACINA EM GAZA
A carnificina em Mabdeburg, na Alemanha, no dia de Natal, e agora a de Nova Orleães, no primeiro dia 2025, representam um padrão de ataques terroristas e/ou isolados que fazem lembrar os anos 70 e 80 do século passado.
P. S. O desaparecimento de Jimmy Carter não apaga a memória da sua percepção do Estado de Israel e do conflito no Médio Oriente.
sexta-feira, outubro 11, 2024
NEM A ONU ESCAPA AOS CRIMES DE ISRAEL
Um Estado pária e criminosos de guerra procurados internacionalmente continuam a desafiar a civilização, em Gaza e no Líbano, com os seus bárbaros ataques a civis inocentes e agora até a voluntários e trabalhadores humanitários da ONU, sem esquecer os soldados em missão de paz. A cumplicidade de Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido, que continuam a fornecer as armas, bem como o faz-de-conta de outros países, entre os quais Portugal, com ou sem bandeira, merecem uma resposta pronta da parte dos tribunais internacionais e dos cidadãos em todo o Mundo.
P. S. Portugal continua a ser pasto ilimitado para as secretas, designadamente as estrangeiras?
terça-feira, setembro 03, 2024
SCHOLZ A CAIR (EM PÉ)
A vitória da extrema-direita na Alemanha não é só uma consequência da falência do centrão alemão liderado por Olaf Scholz. Nem é apenas uma contestação ao actual modelo ocidental (institucional, político, económico e social). É sobretudo uma reação ao falhanço estrondoso da governação opaca e pouco democrática da União Europeia, subjugada pela corrupção ao mais alto nível.

