A história é magnífica. Até chega a dar saudades. Mas o filme é fraco: as interpretações são banais, passam ao lado da complexidade e da emoção dos grandes momentos vividos nas redacções e nunca conseguem alcançar a alma do jornalismo, nomeadamente dos chamados jornalistas de investigação. É o resultado da pressa de Steven Spielberg em concluir o filme a tempo de apanhar o comboio do combate a Donald Trump. E, tudo, curiosamente, à custa da defesa da liberdade de imprensa. Déjà vu...