Dois anos e cinco meses depois de assumir a pasta da Saúde, Ana Paula Martins anuncia que as Urgências hospitalares só estarão a funcionar em 2027.
P. S. A reorganização agora prometida comprova o falhanço estrondoso no SNS.
Dois anos e cinco meses depois de assumir a pasta da Saúde, Ana Paula Martins anuncia que as Urgências hospitalares só estarão a funcionar em 2027.
P. S. A reorganização agora prometida comprova o falhanço estrondoso no SNS.
As temperaturas elevadas, quer por causa da onde de calor, quer pelos riscos de incêndios, voltam a dar lugar a uma comunicação infantilizada da parte do governo e demais autoridades, como se os portugueses fossem bebés.
P. S. É o repetir do fazer de conta em relação ao que está a montante: por um lado, a falta de médicos de família, de cuidados de saúde e socorro atempados e de urgências com capacidade de resposta; por outro, o ordenamento do território, a prevenção e a sobrevivência dos pequenos agricultores.
O caos na Saúde atingiu um tal ponto que a consulta dos tempos de espera nas Urgências passou a ser uma rotina.
P. S. O medo de adoecer está instalado em Portugal.
São 43 as urgências condicionadas, fechadas e referenciadas, um pouco mais de 25% das unidades disponíveis, tal como na semana anterior.
É a repetição da semana passada com 42 urgências condicionadas, fechadas e referenciadas, 25% das unidades disponíveis, o que explica os constrangimentos, alguns dos quais chegam ao conhecimento público.
Com o Verão a aproximar-se, sejam quais forem os truques de comunicação, as urgências condicionadas, fechadas e referenciadas continuam acima das 40 unidades hospitalares.
Depois das eleições, mais um recorde urgências condicionadas, fechadas e referenciadas:42.
Em Vila Real, Luis Montenegro ousou elogiar Ana Paula Martins, a ministra da Saúde que prometeu mundos e fundos e que contribuiu para mais caos no SNS e nas urgências.
P. S. Aumento de sem-abrigo nas urgências hospitalares por um teto, comida e higiene.
Passados os primeiros três dias de campanha eleitoral, a realidade das urgências condicionadas e referenciadas não tem feito parte do debate. Do PS não se esperava outra coisa, pois a política foi, tem sido e certamente será idêntica à do governo de Luís Montenegro.
P. S. A generalidade dos partidos políticos da oposição parlamentar já se rendeu à desgraçada política do Bloco Central para o SNS.