As más notícias e a audição de Luís Neves podem ser a machadada final em Luís Montenegro.
P. S. Todos os olhos postos em cima de José Luís Carneiro e António José Seguro, todos a dançar a música do Chega.
As más notícias e a audição de Luís Neves podem ser a machadada final em Luís Montenegro.
P. S. Todos os olhos postos em cima de José Luís Carneiro e António José Seguro, todos a dançar a música do Chega.
André Ventura confirmou a moção de censura, deixando mais uma vez a marca do Chega como maior partido da oposição parlamentar ao governo de Luís Montenegro.
P. S. A censura agora também é dirigida ao primeiro-ministro e aos restantes ministros, colocando José Luís Carneiro à beira de confirmar a permanência de Luís Neves no XXV governo constitucional, seguramente o maior erro do líder do Partido Socialista.
O processo contra a EMEL, anunciado pelo escritório de advogados Carlos Barroso, vai avançar com a intimação em Setembro.
P. S. Num país de abusos de autoridade às escancaras, a iniciativa é da maior relevância, sendo de esperar que os reclamantes tenham uma decisão transitada em julgado ainda em vida.
Os ventos dos silêncios sobre os grandes problemas nacionais e internacionais, sugeridos ou impostos, provam a falência de governantes e oposições.
P. S. Mariana Leitão atirou-se ao confisco que impera em Portugal, uma denúncia da Iniciativa Liberal que contrasta com o silêncio sobre outros confiscos, como por exemplo o saque na Cisjordania levado a cabo por colonos selvagens com a cobertura de Israel e dos seus militares.
A ser verdade que António José Seguro deu um prazo para Luís Neves sair (wishful thinking?), Luís Montenegro vai ter de remodelar o governo, depois de uma teimosia desnecessária, correndo todos os riscos de enfrentar uma moção de censura do Chega.
P. S. A dúvida é inevitável: no caso da queda do XXV governo constitucional, Luís Montenegro está em condições políticas para esperar voltar a ser chamado para formar governo?
Quando o director nacional da PJ (Carlos Cabreiro) está sob suspeita, depois de outras suspeitas fundamentadas levantadas publicamente sobre o seu antecessor (Luís Neves), actual ministro da Administração Interna, então algo de extraordinario esta para acontecer.
P. S. A credibilidade das instituições está a ruir a um nível vertiginoso.
A governação e a oposição assumem discursos políticos que permitem antecipar que Portugal está à beira de novas eleições antecipadas.
P. S. Marques Mendes não foi eleito presidente da República. O actual presidente é António José Seguro.
Mais um crime de guerra de Israel, com ataque a fábrica de dessalinização de água e a mesquita em Gaza, com mais civis mortos, censurado por a RTP, no dia 24 de Agosto, no Telejornal do canal 1, o espaço de informação mais visto da estação publica de televisão de Portugal, cuja provedora desmente Paulo Rangel e Vítor Gonçalves.
P. S. O algoritmo está com Israel e a RTP: só depois de muita insistência, a reposição da verdade.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, mais o seu "patrão", Friedrich Merz, e demais amanuenses membros da União Europeia, designadamente Portugal, "condenam" Israel a propósito da ocupação selvagem na Cisjordânia. Mais nada do que palavras. Os civis palestinianos continuam a tombar. A justiça tarda.
P. S. Os actuais dois políticos alemães que mandam na União Europeia nunca poderão escapar ao juízo dos cidadãos e à condenação da História.