O ministro dos Negócios Estrangeiros do XXIV e XXV governos constitucionais, já lá vão quase 1000 dias, nunca assumiu qualquer iniciativa de relevo pela construção da paz relativamente aos principais conflitos em curso: invasão russa na Ucrânia (4 530 dias); guerra no Sudão (1 226 dias); genocídio israelita em Gaza (1054 dias); ataque de EUA/Israel ao Irão (174 dias).
P. S. A política externa seguidista liderada por Paulo Rangel, com vassalagem à União Europeia, sempre ignorou o potencial de poder contar com o português António Guterres como secretário-geral da ONU, desde 1 de Janeiro de 2017.
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