«Vamos a caminho do quarto superavit consecutivo», garante Luís Montenegro.
P. S. Será que ainda haverá portugueses, a curto e médio prazo, no país da fantasia do primeiro-ministro?
«Vamos a caminho do quarto superavit consecutivo», garante Luís Montenegro.
P. S. Será que ainda haverá portugueses, a curto e médio prazo, no país da fantasia do primeiro-ministro?
A mais recente expressão da rolha parlamentar, levada a cabo por José Pedro Aguiar Branco, pode acabar no voto dos partidos políticos no plenário da Assembleia da República, colocando o líder do PS na espinhosa missão de "salvar", novamente, Luís Neves.
P. S. André Ventura a esfregar as mãos com mais uma "trolhice" do Bloco Central, com o aplauso dos jornalistas de Estado sempre ao serviço.
O discurso de Ursula Von der Leyen confirmou o velório da União Europeia enquanto projecto político e social, com base numa economia e finanças assentes na livre concorrência e ancorada no humanismo e paz.
P. S. As poucas palavras sobre as armas que arrasam Gaza, Cisjordânia e Líbano, entre outros lugares e povos sujeitos ao genocídio e à matança de criancas, mulheres e idosos, ao fim de mais de 45 minutos de discurso, traduzem a cumplicidade com a barbárie imposta por Israel.
No dia da vergonha, 25 anos depois, Benjamin Netanyahu começa a ter de pagar o preço da matança e do genocídio.
O caos no SNS, designadamente a inacção de Ana Paula Martins.
P. S. É impressionante: a 10 de Março de 2024, Luis Montenegro ganhou o poder por 1552 votos, derrotando Pedro Nuno Santos, com a promessa de um programa urgente (6 meses) para a Saúde. A 18 de Março de 2025 (um ano, dois meses e oito dias depois), Luís Montenegro ganha novamente as legislativas antecipadas, por mais de 500 mil votos, depois do falhanço comprovado do milagre prometido para a Saúde.
A ministra da Justiça já está politicamente envolvida e enlameada por causa do caso Luís Neves, tendo sido acusada por André Ventura de mentir ao país e ao Parlamento
P. S. O ano de 2026 vai ter de ter muitos bónus para disfarçar as trapalhadas que envolvem ministros, assim o líder do Chega continue sem medo para escarrapachar a bandalheira.
À excepção da prestação de Rui Rocha, a audição parlamentar de Luís Neves contou com a habitual medíocridade (natural, forçada ou combinada?) da maioria dos deputados.
P. S. A manutenção em funções do ministro da Administração Interna, as intervenções e ameaças publicas não são uma forma de perturbação dos inquéritos em curso, para não falar de tentativa de condicionamento, ocultação e destruição das provas?
As más notícias e a audição de Luís Neves podem ser a machadada final em Luís Montenegro.
P. S. Todos os olhos postos em cima de José Luís Carneiro e António José Seguro, todos a dançar a música do Chega.
André Ventura confirmou a moção de censura, deixando mais uma vez a marca do Chega como maior partido da oposição parlamentar ao governo de Luís Montenegro.
P. S. A censura agora também é dirigida ao primeiro-ministro e aos restantes ministros, colocando José Luís Carneiro à beira de confirmar a permanência de Luís Neves no XXV governo constitucional, seguramente o maior erro do líder do Partido Socialista.
O processo contra a EMEL, anunciado pelo escritório de advogados Carlos Barroso, vai avançar com a intimação em Setembro.
P. S. Num país de abusos de autoridade às escancaras, a iniciativa é da maior relevância, sendo de esperar que os reclamantes tenham uma decisão transitada em julgado ainda em vida.