A crescente tensão entre Israel e a Turquia obriga a colocar a questão: num confronto militar entre o aliado Estado pária e um país membro da NATO de que lado estaria Portugal?
P. S. Alô, Bruxelas, daqui Portugal, e agora, o que temos de dizer?
A crescente tensão entre Israel e a Turquia obriga a colocar a questão: num confronto militar entre o aliado Estado pária e um país membro da NATO de que lado estaria Portugal?
P. S. Alô, Bruxelas, daqui Portugal, e agora, o que temos de dizer?
Fernanda de Almeida Pinheiro, advogada, colocou um ponto final rigoroso e fundamentado nas tretas para tentar justificar a actuação de Luís Neves, como director nacional da PJ e como ministro da Administração Interna, por causa de um carro apreendido que usou e usa.
P. S. Não há despacho, nem comodato, nem autoridade de Luís Montenegro que valham: é ilegal, garantiu a ex-bastonária da Ordem dos Advogados, no canal Now.
Face às últimas declarações de André Ventura (Chega 60 deputados), José Luís Carneiro (PS 58) e Paulo Raimundo (CDU 3), sobre a encapotada pretensão do governo liderado por Luís Montenegro de baixar e/ou privatizar as pensões, mais ou menos estudo encomendado à medida, António Leitão Amaro atirou desde já a toalha ao chão para evitar um previsível recuo monumental.
P. S. Luís Montenegro está cada vez mais politicamente desnorteado.
O segundo mandato de Donald Trump, apesar da elevada factura, está a consolidar um contributo inestimável: trazer os bastidores do grotesco funcionamento do poder para a luz do dia, permitindo a todos os cidadãos ter os instrumentos para finalmente poderem fazer um juízo fundamentado da governação.
P. S. Os mercenários e afins estão visivelmente preocupados.
Passada quase uma semana, a ministra da Justiça continua escondida (de férias?), sem prestar contas sobre o que se (não) passou para evitar que um jovem de 15 anos tenha assassinado a Mãe.
P. S. O Conselho de Magistratura tem o dever de esclarecer o que se passou no Tribunal de Cascais
P. S. A parcialidade da estação de televisão pública não fica por aqui: a notícia que correu Mundo, de mais uma alarvidade terrorista do indiciado criminoso de guerra ministro israelita Ben Gvir, é apenas mais um exemplo da censura no Telejornal, porventura evitando mais um embaraçante enquadramento enviesado. A TVI alinha. A SIC continua a fazer a diferença.
Uma amálgama de argumentos, todos muito estrategicos, sem uma ideia firme e mobilizadora, um discurso esforçado mas muito aquém do momento e do exigível.
P. S. José Luís Carneiro não teve uma palavra sobre a politica externa de Portugal, num Mundo em que a indiferença em relação à barbarie é a triste regra, em suma, os humanistas de todos os partidos nunca o podem esquecer.
O discurso de Luís Montenegro no Pontal não desiludiu: o mesmo delírio, o mesmo país recriado que bate na realidade dura e crua, o mesmo tipo de promessas com truques semânticos que permitiram conquistar o poder.
P. S. Para desviar as atenções do lamaçal, a feérica crítica à chamada "censura moderna" (António Leitão Amaro em versão ficcionista?), como se o escrutínio da governação fora uma aberração, porventura mais um truque de propaganda para disfarçar a censura, tão manhosa quanto velha, como aquela que por exemplo abafa as notícias sobre o genocídio em Gaza e a ocupação assassina na Cisjordânia no Telejornal da RTP, aliás com a cumplicidade do Executivo, da ERC e da Presidência da República. Venham mais 20 milhões.
O suicídio do multilateralismo, às mãos da corrupção desenfreada do centrão (Estados, governantes, políticos, partidos e interesses), tem uma enorme factura: o faroeste a solta.
P. S Donald Trump e Benjamin Netanyahu, entre outros facínoras, não são acasos, mas sim consequências. A União Europeia também a caminho do precipício.
Entre as 18H39 e as 19H36, os portugueses vão estar a olhar para o sol, obviamente com óculos de protecção, tudo por um bem maior, pois claro, desviando a atenção do eclipse terreno que está a afundar o governo, o primeiro-ministro, ministros (designadamente os sob suspeita), António José Seguro, instituições e a credibilidade do regime democrático.
P. S. Ainda dizem, que não há notícias em Agosto, para além do massacre habitual dos incêndios e das habituais façanhas notariais.
Nuno Melo, ministro da Defesa, anunciou que vai processar judicialmente André Ventura, o deputado Pedro Frazão e o jornal online 24Horas.
P. S. Seja qual for o lugar da assinatura do contrato de aquisição de equipamentos militares não pode ficar a minima dúvida, sendo que os processados têm de ter todos os elementos contratuais e extra contratuais para se poderem defender a si próprios e aos bolsos dos portugueses.
No programa "Ouvir quem vê num minuto" da RTP, Clara Almeida Santos, provedora da estação de televisão pública, assume a palavra genocídio para descrever o que se está a passar em Gaza, designadamente a matança que continua a decorrer em plena farsa de "cessar-fogo", declarado a 10/10/2025, com a cumplicidade da comunidade internacional, designadamente de Portugal.
P. S. A opinião de Teresa Almeida Cravo, professora da Universidade de Coimbra, entre outros especialistas de direito internacional, académicos, peritos independentes e relatores especiais da ONU não são suficientes para Paulo Rangel, nem para a direcção de informação da RTP (Vítor Gonçalves e Maria de São José, Florbela Godinho e Sandra Sá Couto), bem como para os coordenadores do Telejornal, às 20 horas, Fátima Silva e Adília Godinho.
O estado da regulação da comunicação social está ao nível da tutela de António Leitão Amaro sob a RTP. Ainda mais delirante é o funcionamento da ERC – presidida por Helena Sousa, tutelada por Carlos Abreu Amorim, ministro dos Assuntos Parlamentares –, um verdadeiro poço de labiríntica opacidade, aliás já condenada pelo Tribunal Central Administrativo do Sul.
P. S. Conhecer o parecer oficial da ERC relativamente à direcção de informação da RTP, liderada por Vítor Gonçalves, é uma tarefa impossível. Mais caricato ainda: tentar conhecer o parecer oficial do Conselho de Redacção da RTP – que não existe formalmente, nem consta do organograma da estação pública, e cujos nomes dos membros eleitos são secretos para quem é obrigado a pagá-la.