A crescente tensão entre Israel e a Turquia obriga a colocar a questão: num confronto militar entre o aliado Estado pária e um país membro da NATO de que lado estaria Portugal?
P. S. Alô, Bruxelas, daqui Portugal, e agora, o que temos de dizer?
A crescente tensão entre Israel e a Turquia obriga a colocar a questão: num confronto militar entre o aliado Estado pária e um país membro da NATO de que lado estaria Portugal?
P. S. Alô, Bruxelas, daqui Portugal, e agora, o que temos de dizer?
Depois da queixa apresentada pela iniciativa Liberal, o desastre mais do que anunciado segue agora com um lancinante pedido de socorro de António Costa a Bruxelas, prontamente criticado pelo principal partido da oposição parlamentar.
P, S. O veto do pacote da habitação, à última da hora, não iliba Marcelo Rebelo de Sousa das suas responsabilidades, nem apaga os sucessivos anos de branqueamento da desgovernação neste sector, entre outros, enquanto andava a brincar às selfies e outras irrelevâncias folclóricas.
António Costa foi a Pedrógão Grande, mais de uma semana depois da data da passagem de mais um aniversário da tragédia, afirmar olimpicamente, ao lado da actual espécie de presidente, que nos devemos preparar para uma eventual repetição de tamanho desastre. Entretanto, perante tal desfaçatez política, que contou com a cumplicidade da generalidade da opinião publicada e da comunicação social, não admira que uma certa maltosa ainda queira continuar a entreter o país com a rábula da fuga de António Costa para Bruxelas.
P. S. A oposição liderada pelo PSD começa a ser anedótica, mesmo com os portugueses indefesos face à confusão reinante no seio do SNS e das forças policiais.
Compreende-se melhor, agora, com a notícia que chega de Bruxelas, a gritaria recente de Pedro Nuno Santos. E agora, mais umas ameaças avulsas desesperadas para disfarçar mais três meses de agonia?