A Hungria mudou.
P. S. Na União Europeia nada muda, porque Vladimir Putin preventiva e atempadamente garantiu outro cavalo de Tróia.
A Hungria mudou.
P. S. Na União Europeia nada muda, porque Vladimir Putin preventiva e atempadamente garantiu outro cavalo de Tróia.
Não existiu capitulação, nem do Irão nem dos Estados Unidos da América, pelo que terminaram as negociações para um acordo que nunca reuniu condições para ser alcançável.
P. S. Está lançado o engodo para o Reino Unido e a União Europeia entrarem no ataque ilegal, enquanto Israel continua a matança na Palestina e no Líbano.
As negociações entre o Irão e os Estados Unidos da América estão mergulhadas na confusão, com ambos os lados a puxarem dos galões da propaganda para manter a incerteza.
Enquanto os MQ-9 Reaper continuam a passar pela base das Lajes, Açores, o presidente da República, em nome da coerência, faz de conta que já não se lembra dos compromissos eleitorais e do que solenemente afirmou no discurso de tomada de posse.
O abandono da NATO é a ultima carta de ameaça de Donald Trump, num momento em que o petrodólar está a dar as últimas.
A sensação de alívio percorre o planeta, depois do cessar-fogo anunciado para o Médio Oriente.
P. S. O governo e o presidente portugueses são dos maiores perdedores, pois escolheram o lado da ilegalidade e da guerra, factos que nenhum cidadão jamais poderá esquecer.
As ultimas horas do ultimato ao Irão, cujo prazo termina na primeira hora da madrugada de quarta-feira (8), antecedem o primeiro ataque nuclear do século XXI?
P. S. Israel ou Estados Unidos da América à beira de liquidar a milenar cultura persa.
Finalmente, um partido político faz o que lhe compete: "BE quer que PGR apure legalidade da utilização das Lajes pelos EUA", mesmo sabendo que a resposta não chegará antes de Haia, no Tribunal Penal Internacional e no Tribunal Internacional de Justiça.
P. S. Mais uma vez, o Ministério Público, bem como o procurador-geral da República, Amadeu Guerra, não conseguiram passar entre os pingos da chuva, pois a aliança a favor das armas para a guerra entre PSD, CDS/PP (o que resta), Chega, Partido Socialista e Iniciativa Liberal não é suficiente para escamotear uma das páginas mais vergonhosas da democracia portuguesa.
A política externa rasteira e canina de Portugal, que beneficia quem ataca os interesses da União Europeia, que vira ostensivamente as costas a outros aliados, como por exemplo o Vaticano, vai ter um alto preço a pagar pelo governo liderado por Luís Montenegro.
P. S. A cumplicidade de Portugal em crimes de guerra, mais uma vez, agora com o envolvimento directo e indesmentível no ataque ilegal e injustificado contra o Irão, é uma nódoa irreversivel no primeiro mandato de António José Seguro.
A cerimónia que assinalou os 50 anos da Constituição da Republica ficará nos anais da história pelo confronto entre o país do passado e o país do futuro, por mais uma acalorada encenação e debate sobre a revisão de um texto fundamental que nalguns casos (saúde, habitação, educação, segurança, etc) continua a ser letra morta.
P. S. António José Seguro, presidente da República, afirmou sem se rir: «O nosso ADN de nação livre, de vocação universalista e respeitadora do direito internacional». Marcelo Rebelo de Sousa esteve presente na Assembleia da República.
A fanfarronice do presidente norte-americano é deliberadamente uma provocação que visa desestabilizar os mercados e fazer disparar o preço do petróleo, 6% depois do discurso de Donald Trump, beneficiando novamente Vladimir Putin.
P. S. Os portuguesez estão a adaptar-se ao aumento dos combustíveis: 5 a 10 euros de cada vez, como se fosse a bica diária.
Os portugueses voltam a ficar colados ao ecrã na madrgada de quinta (2), às 2 horas da madrugada, não por causa da bola, mas pelo muito esperado discurso, mais um, de Donald Trump.
P. S. A possibilidade de um anúncio de retirada "gloriosa" das tropas norte-americanas do Médio Oriente ou a loucura de um súbito agravamento do conflito relançam a avaliação sobre a política externa rasteira e canina de Portugal., sempre sem rosto, sempre com discrição e silêncio politicamente cobardes.