A cerimónia que assinalou os 50 anos da Constituição da Republica ficará nos anais da história pelo confronto entre o país do passado e o país do futuro, por mais uma acalorada encenação e debate sobre a revisão de um texto fundamental que nalguns casos (saúde, habitação, educação, segurança, etc) continua a ser letra morta.
P. S. António José Seguro, presidente da República, afirmou sem se rir: «O nosso ADN de nação livre, de vocação universalista e respeitadora do direito internacional». Marcelo Rebelo de Sousa esteve presente na Assembleia da República.
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