O Mundo em suspenso até Donald Trump intervir em Davos.
P. S. Quem será o próximo país a ser ameaçado por uma intervenção militar dos Estados Unidos da América?
O Mundo em suspenso até Donald Trump intervir em Davos.
P. S. Quem será o próximo país a ser ameaçado por uma intervenção militar dos Estados Unidos da América?
O presidente francês ameaçado e Keir Starmer abaixo de estúpido.
P. S. Donald Trump a protagonizar momentos históricos: Putin e Xi ainda devem estar a rebolar a rir.
A lista de apoios a António José Seguro, a direita e à esquerda, já anunciados pelos próprios, contrasta com o estranho silêncio no seio do Partido Socialista.
P. S. Até onde pode chegar a dimensão da derrota de André Ventura?
É o cartão amarelo a Luís Montenegro, a confirmar-se a vitória de António José Seguro e a passagem de André Ventura à segunda volta.
P. S. O CDS não conta.
As TV's não determinam a eleição do presidente da República;
Os militares devem ficar nas casernas;
O excesso de confiança em tempo eleitoral é propaganda/bazófia.
Votação a decorrer, num dia soalheiro.
P. S. Abstenção a descer?
No dia de reflexão vale a pena recordar a Justiça, sobre os prejuízos para os cidadãos e para a economia do país provocados por processos que se arrastam durante anos (não são só os megaprocessos), um entre outros temas cujo escrutínio foi esquecido na campanha eleitoral para a eleição presidencial de 18 de Janeiro de 2026.
A dinâmica da campanha de António José Seguro nos últimos dias chegou para a mobilização do voto de esquerda lhe dar a vitória à primeira volta?
P. S. Prémio de enfrentar o sistema?
É a recta final da campanha para eleger o próximo presidente da República.
P. S. Os portugueses têm finalmente a possibilidade de escolher entre o sistema, quem lhe fez frente e ainda quem jura não fazer parte dele.
Os holofotes nas crises da Gronelândia e Irão, antes na Venezuela e ainda antes na Ucrânia, podem desviar as atenções da Palestina, mas não apagam nem fazem esquecer o genocídio em curso em Gaza e a selvática ocupação de terras na Cisjordânia.
P S. As instituições europeias e os seus líderes não-eleitos continuam a afundar na duplicidade de critérios escandalosa.
Seja de direita ou de esquerda, seja quem for o vencedor da primeira volta das eleições presidenciais a 18 de Janeiro, Luís Montegro já tem uma certeza: vai ter problemas com o futuro PR se continuar a (des)governar e a desvalorizar o caos politicamente criminoso no SNS.
P. S. O forrobodó dos últimos 10 anos com Marcelo Rebelo de Sousa está quase a acabar.
O final de mandato de Marcelo Rebelo de Sousa fica marcado pelas consequências da monstruosa cumplicidade com o caos políticamente criminoso no SNS.
P. S. O descaramento, palavra utilizada por Luís Montenegro no Parlamento, é a palavra certa para classificar aqueles que contribuíram para o desastre na Saúde e agora fazem exigências, alijando responsabilidades gravíssimas.
O caos na Saúde atingiu um tal ponto que a consulta dos tempos de espera nas Urgências passou a ser uma rotina.
P. S. O medo de adoecer está instalado em Portugal.
A campanha para a eleição do presidente da República tem sido essencial para despertar os portugueses para o caos politicamente criminoso no SNS.
P. S. O silêncio de Luís Montenegro é muito mais do que falta de ligação com a realidade do dia-a-dia dos portugueses. É a admissão e a confirmação do falhanço na governação.
É cada vez mais notório que Donald Trump está disponível para dividir o planeta com a Rússia e a China, deixando a União Europeia de fora, mesmo que seja à custa da implosão da NATO.
P. S. A Dinamarca é o pretexto perfeito.
O ataque de Gouveia e Melo a Luís Marques Mendes, mais ou menos facilitadores e ordinarices, indicia que António José Seguro tem no bolso a passagem à segunda volta.
P. S. André Ventura continua a apostar em assumir o estilo autoritário, bárbaro e belicista de Donald Trump.
A farsa de Gouveia Melo, em brandir a bandeira de que não faz parte do sistema, ruiu de forma clamorosa depois da colagem expressa à política externa rasteira de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
P. S. Com a passagem à segunda volta das presidenciais cada vez mais distante, o almirante do dedo esticadinho já está a lançar a escada para um futuro tacho.
A declaração de Paulo Rangel sobre a invasão norte-americana na Venezuela está ao nível da política externa: nem carne nem peixe, sempre rasteira.
P. S. Fica ainda mais claro, finalmente, a cumplicidade de Portugal no genocidio na Palestina, sendo possível desde já antever que esta espécie de MNE terá vida difícil com o próximo PR.
O comunicado do governo liderado por Luís Montenegro em relação à invasão na Venezuela levada a cabo pelos norte-americanos é a confirmação da política externa rasteira de Portugal.
P. S. Marcelo Rebelo de Sousa está atento, mas calado. Lá se vai a farsa da proximidade.