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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

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terça-feira, outubro 27, 2026

ACAMPADAS E OCUPAÇÕES DESDE 2011

A ordem e as regras dos protestos mais relevantes com estruturas de campismo em espaço público que se prolongam para além das 00h30 e/ou sem licenciamento específico:

  • 6 de outubro de 2020
  • Acampada da JSD (Juventude Social Democrata) junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Lisboa), por camas em residências universitárias (em plena pandemia). Tendas foram montadas durante a noite. Sem intervenção policial;
  • Abril de 2023
  • Acampada de professores (movimento STOP e afins) no Rossio e depois no Largo do Camões/Carmo (Lisboa). Durou vários dias/semanas. Sem intervenção policial para retirada forçada das tendas.
  • 7 Janeiro de 2024, junto à Assembleia da República, em Lisboa  
  • Elementos da PSP, da GNR e da Guarda Prisional fizeram um protesto (iniciado por um agente da PSP, Pedro Costa) que durou cerca de 18 dias e noites consecutivos em frente ao Parlamento, reclamando um suplemento de missão/risco idêntico ao que tinha sido atribuído à Polícia Judiciária. Houve pernoitas no local (com sacos-cama e algumas tendas/estruturas), incluindo dezenas de agentes em várias noites (cerca de 80 numa das noites de fim de Janeiro). Não houve intervenção policial para os remover.
  • Setembro/Outubro de 2024 
  • Bombeiros sapadores do Porto montaram tenda de protesto em frente à Câmara Municipal do Porto (Praça General Humberto Delgado). Permaneceram cerca de 42 noites. Terminou de forma pacífica, sem intervenção policial. 
    P. S. Maio/Junho de 2011 
    Acampada no Rossio (Lisboa), ligada à crise e à chegada da troika. Durou cerca de duas semanas. A 4 de Junho de 2011, a polícia interveio para retirar tendas e materiais (houve confrontos e detenções).

quarta-feira, setembro 27, 2023

ESCOLA E SNS: À BEIRA DO PÂNICO

A auto-satisfacção de Fernando Araújo, de acordo com os dados divulgados pelo próprio, que deveriam envergonhar qualquer gestor, só comparam com o caso do professor colocado a 430 quilómetros de casa que dorme no carro. Entretanto, com o  pânico a instalado, com o Inverno à porta, os alunos sem professores e sem acesso à internet e as urgências hospitalares em risco iminente de fechar.

quinta-feira, julho 27, 2023

EXIGÊNCIA DE FAZ-DE-CONTA

O silêncio presidencial sobre as negociatas na Defesa revelam até que ponto Belém está desnorteado. Nem mesmo as presenças de Umaro Sissoco Embaló e de Filipe Nyusi, respectivamente chefes de Estado da Guiné-Bissau e de Moçambicano, no âmbito da cimeira Rússia/África, parece obrigar Marcelo Rebelo de Sousa a sair do torpor em que mergulhou.

P. S. Depois da humilhação política no último Conselho de Estado, o veto do decreto-lei sobre a progressão na carreira dos professores é pouco mais do que uma escola cheia de nada, depois de um ano lectivo em que a Educação e o sacrifício dos alunos ultrapassaram todos os limites.

domingo, junho 11, 2023

COSTA TENTA CONDICIONAR DIREITO AO PROTESTO

Cartazes de protesto, exibidos durante uma manifestação de rua, desagradaram a António Costa. Pasme-se, só falta, agora, a maioria impor uma espécie de visto prévio aos direitos de protesto e expressão dos portugueses, designadamente dos professores. Também vão reportar e/ou chamar as secretas, durante a calada da noite, para confiscar o material?

terça-feira, junho 06, 2023

terça-feira, maio 16, 2023

quarta-feira, março 01, 2023

COSTA NA BARRACA?

António Costa já começou a sentir, de perto, a indignação com que os portugueses vivem, exibindo uma atitude imperial que resultou num incidente, felizmente, sem gravidade, mas revelador do muito mais grave que se pode passar a muito curto prazo.

P. S. Há cerca de um ano, Marcelo rebelo de Sousa passou pelo mesmo.

domingo, fevereiro 19, 2023

COSTA COM POUCO, NADA OU MAIS FRAUDE

Cresce a convicção, com as tomadas de posição públicas dos mais variados protagonistas de diversos sectores e sensibilidades da sociedade civil, que as medidas anunciadas para a habitação são como os apoios de milhões e milhões, prometidos para aqui e para acolá: resultam em pouco, em nada ou em mais fraude.

P. S. Agora, sim, com a balbúrdia instalada, desde os professores ao direito à propriedade privada, e graçola do melão à parte, já não é mais possível descartar definitivamente que corre a ritmo acelerado o tempo para ter de voltar a bater à porta do FMI para mais um regate financeiro.

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