A ordem e as regras dos protestos mais relevantes com estruturas de campismo em espaço público que se prolongam para além das 00h30 e/ou sem licenciamento específico:
- 6 de outubro de 2020 Acampada da JSD (Juventude Social Democrata) junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Lisboa), por camas em residências universitárias (em plena pandemia). Tendas foram montadas durante a noite. Sem intervenção policial;
- Abril de 2023 Acampada de professores (movimento STOP e afins) no Rossio e depois no Largo do Camões/Carmo (Lisboa). Durou vários dias/semanas. Sem intervenção policial para retirada forçada das tendas.
- 7 Janeiro de 2024, junto à Assembleia da República, em Lisboa
- Setembro/Outubro de 2024 Bombeiros sapadores do Porto montaram tenda de protesto em frente à Câmara Municipal do Porto (Praça General Humberto Delgado). Permaneceram cerca de 42 noites. Terminou de forma pacífica, sem intervenção policial.
Elementos da PSP, da GNR e da Guarda Prisional fizeram um protesto (iniciado por um agente da PSP, Pedro Costa) que durou cerca de 18 dias e noites consecutivos em frente ao Parlamento, reclamando um suplemento de missão/risco idêntico ao que tinha sido atribuído à Polícia Judiciária. Houve pernoitas no local (com sacos-cama e algumas tendas/estruturas), incluindo dezenas de agentes em várias noites (cerca de 80 numa das noites de fim de Janeiro). Não houve intervenção policial para os remover.
P. S. Maio/Junho de 2011
Acampada no Rossio (Lisboa), ligada à crise e à chegada da troika. Durou cerca de duas semanas. A 4 de Junho de 2011, a polícia interveio para retirar tendas e materiais (houve confrontos e detenções).