MAIS ACTUAL BLOG
sexta-feira, dezembro 04, 2020
MAIS EMERGÊNCIA E TABU À BEIRA DO FIM
O presidente e recandidato (o tabu está quase a acabar) prepara mais uma comunicação ao país para anunciar mais um período de estado de emergência. Não de 15, mas aparentemente de 30 dias. Desrespeito pela Constituição? Não, Rui Rio estará no Parlamento para votar favoravelmente, mantendo uma oposição que tem dias sim e dias não, sem que se consiga descortinar um padrão de coerência, mais escape menos escape.
P. S. Também é esperado o anúncio de um abrandamento durante o Natal, não vá algum eventual votante ficar aborrecido com tanta mão-de-ferro para esconder os ziguezagues do governo na gestão da pandemia.
COVID, PLANO E VACINAS
quinta-feira, dezembro 03, 2020
CONFIANÇA E AUTORIDADES DE SAÚDE
FUNDAMENTALISMO IDEOLÓGICO SEM LIMITES
FATALIDADE À VISTA
CABRITA E LUCÍLIA GAGO NO PARLAMENTO
MARCELO: NÃO HÁ VACINA?
quarta-feira, dezembro 02, 2020
EUROPA E OPORTUNIDADE ÚNICA
TAP: CONFLITO À VISTA
MÃO-DE-FERRO E VOTOS
HONG KONG À ESPERA DA "NOVA" AMÉRICA
terça-feira, dezembro 01, 2020
OPORTUNISMO ATÉ AO ÚLTIMO DIA
Marcelo Rebelo de Sousa anunciou, sem anunciar, a recandidatura. É apenas mais um passo na estratégia de usar Belém para tentar obter vantagens próprias. Vale tudo quando pouco ou nada se tem para mostrar. Afinal, o princípio de um mandato único é só para os outros, sobretudo para aqueles que escrutinaram o poder.
P. S. Já passaram o cheque?É O PODER QUE TEMOS E MERECEMOS
Não, não são os pares do poder nem representantes das farmacêuticas. São apenas 10 empresários em greve de fome, desesperados que não se resignam. Merecem respeito, nem que seja por humanidade. O presidente e recandidato (que só vai anunciar a recandidatura quando der mais jeito) e o primeiro-ministro não têm tempo para ouvir os cidadãos em protesto.
P. S. João Cotrim Figueiredo e Francisco Rodrigues dos Santos foram os primeiros líderes partidários a descerem ao nível do movimento "A Pão e Água". Tanta gente em falta...
BORIS À RASCA
O editorial do Guardian diz muito sobre a independência editorial, a opinião livre de quem escrutina as desastradas liderança e gestão da pandemia de Boris Jonhson.