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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

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domingo, agosto 14, 2016

Procura-se um militar a combater os fogos (2)


António Costa também já tentou decretar encerrada a polémica sobre o desnorte no combate aos fogos, mesmo com o país a continuar a arder. E não lhe interessa nada a impreparação e a incompetência da ministra da administração Interna e do ministro da Defesa (especialistas apontam mais uma guerra de capelinhas) que muito sofrimento continua a custar aos cidadãos. Mas, como o primeiro-ministro já não tem autoridade para meter os seus ministros e secretários de Estado na ordem, agora é que vai ser... E segue a tragédia!

P. S. Entretanto, continua a procurar-se um militar a combater os fogos. E já lá vão vários dias.

P. P. S. Com centenas de cidadãos e bombeiros extenuados e a arriscar a vida E depois de muitos milhares de hectares de área ardida.

P. P. P. S. Depois da comunicação de tretas e mais tretas, a Defesa lá se começou a admitir que a Força Aérea está de fora do combate. É um começo...

P. P. P. P. S. Para ficar ainda mais claro que o governo de 2016 não é muito diferente do governo de 2005, em que prestar informação transparente e rigorosa aos cidadãos é para os ministros despiciendo, só falta Santos Silva vir elogiar a sua invenção...

sábado, agosto 13, 2016

Fogos: militares combatem às escondidas?

O ministro da Defesa insiste em confundir a muito meritória acção dos militares na assistência às vítimas dos incêndios e a participação activa dos militares no combate aos fogos no terreno. Apesar de todas as evidências, desde as declarações de Jaime Marta Soares (presidente da Liga dos Bombeiros) a Fernando Curto (presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais), Azeredo Lopes tenta disfarçar a incompetência da Defesa para ajudar a Administração Interna numa situação de catástrofe nacional. E obriga as Foças Armadas a um papel meramente assistencial e decorativo. É pouco, muito pouco. As Forças Armadas podem e merecem mais.


P. S. Dias a fio depois da tragédia, ninguém consegue ver os militares a combater os fogos no terreno. O mistério é adensado pelo simples facto de o ministro da Defesa nunca ter dito onde é que eles estão, distrito a distrito, fogo a fogo, limitando-se a atirar uns números para o ar e umas fotos (antigas?) sem data e identificação. Será que os militares estão a combater os fogos no terreno, ao lado das populações e dos bombeiros, às escondidas, quiçá, clandestinamente, à noite, longe dos olhares dos jornalistas e das câmaras das televisões? Ou então viraram fantasmas... Sem gravata, pois claro!

sexta-feira, agosto 12, 2016

Fogos, incompetência e arrogância

Os fogos, a incompetência e a arrogância são um cocktail explosivo em Democracia porque tocam a alma do povo. Infelizmente, o primeiro-ministro deixou de ter autoridade e controlo na sua equipa governamental. Depois de deixar passar o caso Euroviagens, mantendo a confiança nos secretários de Estado que viajaram à pala da GALP, qual é a legitimidade e autoridade de António Costa para colocar um ponto final a uma guerra de capelinhas ou para demitir a ministra da Administração Interna e o ministro da Defesa? Por isso ainda há quem ouse brincar com o sofrimento dos cidadãos e com o princípio da responsabilidade política...

A ministra, a flash e os fogos

Foi noticiado que a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, preferiu uma festa da revista Flash a estar concentrada em coordenar os meios necessários para combater os incêndios. Só falta mesmo sermos informados que o primeiro-ministro e os ministros do Ambiente, Planeamento e Defesa também lá estavam. Ficava mais fácil engolir tanta desculpa esfarrapada.

P. S. A senhora ministra está descontente com a ajuda europeia. Ah, como os portugueses devem estar descontentes com Constança Urbano de Sousa.

terça-feira, novembro 18, 2014

Administração Interna: qual equipa?

A nomeação de Anabela Rodrigues, para substituir Miguel Macedo, resulta da aposta num perfil técnico que tem o mérito de romper com o tradicional perímetro de recrutamento. Resta uma grande dúvida: João Almeida permanece como secretário de Estado da Administração Interna? Já há quem faça apostas...