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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

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quarta-feira, novembro 19, 2014

CPI BES: já há uma conclusão

Carlos Costa (governador do Banco de Portugal), Pedro Duarte Neves (vice-governador do Banco de Portugal), Carlos Tavares (presidente do conselho diretivo da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e Teixeira dos Santos (ex-ministro das Finanças) já passaram pela CPI BES. E todos alinharam pelo mesmo discurso, admitindo terem falhado. Consequências? Nem uma! Nem quando estavam em funções, nem agora. 

terça-feira, setembro 17, 2013

Swaps: tentar desviar as atenções do passado?

No momento em que a troika está em Portugal, o pedido de demissão da ministra das Finanças é um golpe politicamente baixo. No entanto, a cada investida da oposição parlamentar sobre os swaps fica ainda mais claro como é que o país foi governado pelos socialistas. A ficção do controlo do défice foi feito à custa da realização deste tipo de instrumentos financeiros altamente especulativos. Mesmo assim, e sempre à sucapa, ninguém pode esquecer qual foi o défice de 2010: 9,1% (nove vírgula um por cento). 

sábado, agosto 10, 2013

Silly Season, incompetência ou a voz do dono?

A entrevista de Cândida Almeida e a proposta de swap apresentada pelo Citigroup em São Bento, em 2005, deram origem a uma série de notícias reveladoras do actual estado da imprensa. No primeiro caso, é sublinhado que Cândida Almeida (considerada como a criadora do DCIAP, o que já é extraordinário) garantiu que não foi descoberta qualquer ligação entre José Sócrates e o Freeport, sendo omitida a forma como o processo foi arquivado; em relação ao segundo, outras prestimosas notícias sublinham que José Sócrates não teve conhecimento das propostas do banco norte-americano, mesmo depois de ser público o despacho de Teixeira dos Santos e as recomendações do chefe de gabinete, Luís Patrão, e dos assessores económicos, Vítor Escária e Óscar Gaspar.

segunda-feira, julho 08, 2013

segunda-feira, julho 01, 2013

Swaps: vale tudo

No âmbito da tentativa do branqueamento do processo da governação que levou o país ao abismo, passou a ser mais importante saber quando é que o governo liderado por Pedro Passos Coelho soube da existência destes contratos ruinosos do que responsabilizar quem os assinou e lhes deu cobertura política. É oficial: os velhos truques regressaram.

quinta-feira, junho 27, 2013

Teixeira dos Santos: e o branqueamento continua

Os ecos da entrevista Teixeira dos Santos à TVI não deixam margem para as dúvidas: os velhos responsáveis do PS continuam a insistir em branquear o passado, tentando alijar responsabilidades num dos períodos mais negros da História portuguesa.

domingo, abril 24, 2011

Maldito défice de 2010: a revisão da revisão

Com este governo, há números assim que nunca estão certo. Agora, o défice de 2010, que já fora revisto em alta para 8,6 por cento do PIB, passou a ser de 9,1 por cento. A culpa é de três contratos de Parcerias Público Privadas, quiçá da troika (FMI, FEEF e BCE).

P.S. O anúncio oficial do INE a um sábado é algo de extraordinário. Tão extraordinário que até parece normal. Tal e qual como as declarações de Vieira da Silva, ministro da Economia, que quase conseguiu alcançar a desfaçatez do chefe.

P.P.S. Definitivamente, o ministro das Finanças está politicamente enterrado vivo. 

sexta-feira, abril 22, 2011

Teixeira dos Santos: o coveiro de Sócrates?

O afastamento do (ainda) ministro das Finanças das listas do PS é uma enorme surpresa. E das duas uma: Ou Fernando Teixeira dos Santos foi incompetente e arrastou José Sócrates para uma governação tresloucada, o que explicaria o seu afastamento das listas de deputados socialistas, ou então ainda vamos assistir a uma espécie de última ceia à portuguesa na próxima campanha eleitoral.

P.S. O Expresso já começou a dar um cheirinho.

sexta-feira, março 18, 2011

O amigo Costa

Um dos mais ferverosos apoiantes de José Sócrates saiu a terreiro para desancar politicamente o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, no preciso momento em que o primeiro-ministro não tem poupado elogios à execução orçamental.
É caso para dizer que os truques e as piruetas estão a contaminar os socialistas. E mais: a solidariedade de António Costa com José Sócrates, que tem sido uma constante desde 2005, certamente fará parte do debate na hora da sucessão no PS.

terça-feira, janeiro 11, 2011

Governo: a última mentira?

A apresentação dos números da execução orçamental do último trimestre de 2010 e a afirmação taxativa de que Portugal não precisa de ajuda externa valem o que valem. E, desta vez, valem a dobrar. Por um lado, a boa notícia, que tem de ser confirmada por outros indicadores, pode ser um ponto de partida positivo; por outro, se Portugal vier a pedir ajuda externa, então deixou de haver quaisquer dúvidas que José Sócrates não tem condições para continuar a frente do governo.
P.S. Não são as notícias e os comentários sobre o eventual pedido de ajuda externa que são negativos para Portugal. O que é verdadeiramente negativo é o estado a que o país chegou por força de uma governação irresponsável, como revela a manchete do Público: Preparativos para ajuda do FMI a Portugal já começaram

quarta-feira, dezembro 15, 2010

E Cahora Bassa?

Depois da revelação de pagamento de comissões na venda da participação do Estado na barragem de Cahora Bassa, o Ministério Público mantém um silêncio inexplicável. E a Parpública? E Jorge Sampaio? E Aníbal Cavaco Silva? E José Sócrates? E Fernando Teixeira dos Santos? E os candidatos presidenciais? Nenhum deles tem nada a dizer sobre as revelações que indiciam um caso de corrupção de Estado ao mais alto nível?

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Moçambique e Portugal na corrupção

A venda de Cahora Bassa a Moçambique por 950 milhões de dólares, em Outubro de 2006, cujas negociações foram lideradas por José Sócrates e Teixeira dos Santos, ficou ainda mais clara depois da divulgação pela WikiLeaks de mais um documento secreto: «A embaixada dos Estados Unidos em Maputo acusa o Presidente da República de Moçambique Armando Guebuza de ter recebido «entre 35 a 50 milhões de dólares» em comissões no negócio da compra da Hidroeléctrica Cahora Bassa a Portugal, segundo comunicações diplomáticas secretas reveladas quinta-feira pelo site de denúncias Wikileaks».
Já agora, e para confirmar que o mercado das comissões continua em alta, basta fazer as contas para perceber que os tradicionais 3 a 5% já estão desactualizados. A acreditar na comunicação norte-americana, os valores das comissões oscilaram entre os 3,7% e 5,3%. Bate certo, não bate?

segunda-feira, novembro 15, 2010

À beira da salvação

Com o governo a desmoronar aos poucos, a cada dia que passa, a réstea de autoridade que ainda sobra ao ministro das Finanças serviu para mais um aviso à navegação: o risco de Portugal recorrer ao apoio financeiro da União Europeia é elevado.
P.S. É o princípio do fim de José Sócrates e a machadada final na candidatura de Aníbal Cavaco Silva ou é apenas mais um desabafo de estado de alma?

quarta-feira, novembro 10, 2010

O regresso ao passado

O (ainda) ministro das Finanças está contente com o resultado dos últimos empréstimos contraídos no exterior pelo simples facto da taxa de juro ter ficado duas décimas abaixo do número mágico de 7%. Por sua vez, o primeiro-ministro vangloria-se com o aumento de 15% das exportações, como se o resultado fosse devido à governação e não ao simples crescimento económico dos outros países. Em suma, o governo não aprendeu nada com o passado, talvez por saber que o presidente da República apenas está concentrado na reeleição.