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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

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terça-feira, maio 12, 2015

TAP: recordar 1999

A guerra aberta entre o governo e o sindicato dos pilotos (SPAC) continua a consumir os recursos do país, a pequena margem de viabilidade da transportadora aérea e a agenda mediática. Se é verdade que o governo tem a obrigação de garantir a estabilidade na TAP, também não é menos verdade que os pilotos têm o dever de defender os seus postos de trabalho através da promoção de uma gestão racional da transportadora aérea. Infelizmente, uns e outros, bem como aqueles que nos informam, diariamente, de cada um dos episódios desta novela, parecem já ter esquecido o conflito de 1999.

terça-feira, maio 05, 2015

TAP: e a greve continua

A decisão do sindicato dos pilotos (SPAC) de avançar com a greve já conseguiu atingir um dos seus objectivos: trazer à luz do dia a gestão pública da transportadora aérea. Apesar dos incómodos e prejuízos provocados aos passageiros, como qualquer outra greve, o debate sobre a viabilidade económico-financeira está em cima da mesa. E a oportunidade da privatização da TAP também. Felizmente!

sexta-feira, maio 01, 2015

TAP: a derrota do governo

O governo não foi capaz de manter a paz laboral na transportadora aérea pública, comprometendo (mais) uma das suas bandeiras eleitorais. A greve da TAP está aí, à vista de todos. Assim, não deverá ser preciso esperar muito tempo para o governo vir a terreiro tentar justificar o falhanço da privatização com a greve dos pilotos, mas nunca conseguirá atirar para debaixo do tapete o lixo de anos e anos de uma gestão pública ruinosa contra a qual o sindicato dos pilotos (SPAC) sempre esteve contra.

P. S. António Pires de Lima é cada vez mais um erro de casting na pasta da Economia.

sexta-feira, abril 24, 2015

TAP, SPAC e Estado: uma lição

A greve dos pilotos da TAP é muito mais do que uma luta justa. É uma lição para governantes, quais chicos espertos, que julgam que podem usar e abusar da credibilidade do Estado. O acordo entre João Cravinho, o então super ministro de António Guterres, e o sindicatos dos pilotos (SPAC), em 1999, empenhou a palavra do Estado. E salvou a TAP à época. Chegou a hora de pagar a factura. E o argumento de que aquele acordo não é válido só envergonha ainda mais o próprio Estado.

sexta-feira, novembro 07, 2014

Pires de Lima ainda melhor

A prestação de António Pires de Lima, ministro da Economia, no Parlamento, a propósito do Orçamento de Estado para 2015, teve momentos de clareza e lucidez, num tom que conseguiu atingir os seus objectivos, como é possível comprovar pela repercussão das suas declarações. Alguns deputados, sobretudo do PS, não gostaram. É compreensível! Ainda não conseguiram assumir e ultrapassar os erros do passado.

terça-feira, outubro 14, 2014

Olhos nos Olhos: mensagem para Portas e Pires de Lima

Pedro Ferraz da Costa, presidente do Fórum para a Competitividade, no programa Olhos nos Olhos, da TVI24, deu uma lição de estratégia para colocar a economia do país a crescer, sem politiquice e demagogia, tocando em pontos estruturais que continuam por consolidar. E, de fininho, também deu a receita para o país se livrar de políticos com mais inclinação para as viagens e os almoços do que para criar condições para atrair o investimento estrangeiro.

quinta-feira, novembro 14, 2013

Banco de Fomento e a privatização da CGD

A criação da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), entidade pública que visa “trabalhar no sentido de melhorar as condições de financiamento às PME's”, de acordo com as palavras do ministro Pires de Lima, é o preço a pagar pelo consenso?

quinta-feira, julho 25, 2013

Em força para Angola com uma bejeca na mão

Depois de anunciado, em Maio passado, o negócio da Unicer em Angola, para a construção de uma unidade industrial em parceria com o grupo francês Castel e vários investidores locais, António Pires de Lima parte para uma aventura governamental com a missão de estimular a economia portuguesa, quiçá com mais negócios com os angolanos. Eis uma oportunidade para conhecer o background empresarial do novo ministro da Economia através da perspectiva de Rafael Marques: "UNICER: As cervejas da corrupção em Angola".

Portas: o amor antigo pela Economia

O novo vice-primeiro-ministro conseguiu, finalmente, chegar ao controlo da pasta da Economia. Apesar de ser justificada pela necessidade de  mudança de ciclo e crescimento, a ambição não é de agora. O objectivo já vem de longe, desde 2002, quando Paulo Portas negociou os termos da coligação com José Manuel Durão Barroso, então líder do PSD. É caso para dizer que, sempre lado a lado com com António Pires de Lima, conseguiu lá chegar.