O líder do PS acusou o PM de estar desligado da realidade, por causa do insuficiente apoio para atenuar o aumento dos combustíveis, mas ao mesmo tempo José Luís Carneiro não cessa de surpreender e de coleccionar contradições: no 25 de Abril fez fortíssima crítica a quem dá a mão à guerra, leia-se o XXV governo, ao permitir a passagem de armas ofensivas pela base das Lajes, para posteriormente se remeter ao silêncio depois de Paulo Rangel ter garantido que o PS concordou com as facilidades concedidas aos norte-americanos.
P. S: O desnorte dos socialistas não é de agora, basta lembrar que Pedro Nuno Santos, após o seu regresso à Assembleia da República (22 de Abril), ainda não disse uma única uma palavra sobre a guerra ilegal contra o Irão e o que se está a passar na base das Lajes, porventura por querer com o seu silêncio ratificar a alegação por comprovar que os movimentos militares são ínfimos.
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