A perseguição de ladrões e vigaristas que roubaram descaradamente os portugueses, seja na banca ou noutro sector qualquer, é uma boa notícia para a Justiça portuguesa.
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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher
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sexta-feira, novembro 12, 2010
O regresso da inflação
Só faltava mesmo a notícia do aumento de 2% da inflação, ao mesmo tempo que a economia regista um crescimento medíocre. É mais um imposto escondido que vai penalizar ainda mais a bolsa dos portugueses
quinta-feira, novembro 11, 2010
Amigo Durão
...«se for preciso, Bruxelas vai ajudar a Irlanda e Portugal».
Está dado o mote, oficialmente, através de Durão Barroso, presidente da comissão europeia.
Só falta saber se a teimosia do primeiro-ministro vai afundar ainda mais o país. Afinal, onde está a coragem para as medidas difíceis?
P.S. Com os juros a bater nos 7,4%, Aníbal Cavaco Silva vai ter a tempestade que merece, mas que os portugueses não mereciam.
P.S. Com os juros a bater nos 7,4%, Aníbal Cavaco Silva vai ter a tempestade que merece, mas que os portugueses não mereciam.
Na trincheira
«A democracia deixou de funcionar com base na confiança cega e no cheque em branco. Ela funciona hoje com base na desconfiança e no escrutínio permanente. Os líderes políticos que pensam que, porque ganham eleições, representam toda a sociedade e têm um mandato que podem executar de qualquer modo vivem num mundo que já desapareceu há muito, e acabam, mais tarde ou mais cedo, por pagar duramente essa ilusão».
Manuela Maria carrilho, in Diário de Notícias
Manuela Maria carrilho, in Diário de Notícias
quarta-feira, novembro 10, 2010
Rafael Marques: um jornalista
Num país civilizado, o Ministério Público português abriria um inquérito, amanhã, para investigar a circulação de capitais angolanos por estas bandas.
P.S. Há alguma esperança que alguns dos principais banqueiros e grandes empresários portugueses tenham ouvido a entrevista do jornalista angolano. Quanto aos políticos e governantes...
Adenda 21h51: Pode ouvir a entrevista Aqui
O regresso ao passado
O (ainda) ministro das Finanças está contente com o resultado dos últimos empréstimos contraídos no exterior pelo simples facto da taxa de juro ter ficado duas décimas abaixo do número mágico de 7%. Por sua vez, o primeiro-ministro vangloria-se com o aumento de 15% das exportações, como se o resultado fosse devido à governação e não ao simples crescimento económico dos outros países. Em suma, o governo não aprendeu nada com o passado, talvez por saber que o presidente da República apenas está concentrado na reeleição.
O (ainda) ministro das Finanças convocou os jornalistas
Fernando Teixeira dos Santos prepara uma declaração política.
terça-feira, novembro 09, 2010
De campanha em campanha até...
Chegou o tempo de rejeitar o paleio dos economistas, incluindo os ex-ministros das Finanças que continuam desavergonhadamente a mandar palpites, como é recordado em Educação do meu Umbigo. Chega de mistificação! É preciso ajudar José Sócrates a perceber que mais vale pedir ajuda externa e estancar a desconfiança generalizada dos mercados do que condenar ainda mais o futuro do país.
P.S. Depois de todas as campanhas, desmentidas pelo curso dos acontecimentos, só falta a corte do costume fazer o derradeiro apelo em jeito salazarento: temos de saber sofrer e aceitar com resignação que a tempestade passe.
Juros da dívida a subir (7%)
É um dia histórico e triste.
A barreira declarada por Fernando Teixeira dos Santos foi ultrapassada, num claro sinal de que Portugal está "condenado" a pedir ajuda ao FMI.
É o fim de mais uma manobra de folclore, desta vez com tons asiáticos, enquanto a aventura do TGV continua...
Quanto vai custar aos portugueses a nova "ilusão" de José Sócrates?
Juros da dívida a subir (6)
Hoje, ao início da manhã, apenas 0,034% separaram Portugal da confirmação do desastre a que José Sócrates conduziu o país.
ADSE: a máscara caiu
Hoje, o país acordou com a notícia que o governo deu o primeiro passo para a privatização da ADSE, após meses de campanha do primeiro-ministro, acusando o PSD de pretender privatizar a saúde e a segurança social.
segunda-feira, novembro 08, 2010
Sinos a rebate
O nervosismo está a tomar conta do país. Os juros continuam a subir; a Fitch baixou a notação do BANIF, BCP, BE e BPI; a igreja criticou a falta de verdade nos centros de decisão. Até já temos a posição crítica de "O Gabinete". Só falta mesmo uma tomada de posição, por exemplo, com a marca de Fernando Pessoa, de Mercúrio, de Mozart e de Universalis.
Juros da dívida a subir (5)
A marca atingiu os 6,8%. E a fasquia dos 7% está cada vez mais próxima, apesar do mediatismo da visita do presidente chinês Hu Jintau.
P.S. Ups! Já está nos 6,9%
E tudo Hu Jintau levou
A partida do presidente chinês foi um grande alívio. A acreditar na corte do costume, os chineses aplicaram milhões e mais milhões, mas resta saber qual foi a moeda de troca. Só faltou comprar o país e mandar entregar em casa.
P.S. Foi enternecedor ver a alegria dos manifestantes a aclamar Hu Jintau.
P.S. Foi enternecedor ver a alegria dos manifestantes a aclamar Hu Jintau.
domingo, novembro 07, 2010
Inédito ao quadrado
Fica a goleada do Porto para a história, felizmente sem incidentes graves... bolas de golfe à parte.
Porto Benfica inédito
O clima latente de violência que está a marcar o derby do dia diz tudo da qualidade dos agentes do futebol, que continuam a fazer declarações incríveis. Grito de revolta? Vingança? Quem é este treinador do Porto? Um jovem que aspira a marcar o futuro do futebol português ou mais um vulgar agitador?
P.S. O aparato policial da chegada do autocarro do Benfica ao Porto mais parecia um filme de ficção.
A estratégia caseirinha
No momento em que um líder do maior partido da oposição consolida a sua imagem de alternativa, eis que começam a surgir os ataques cerrados vindos do seu espectro político. É sempre assim. Foi sempre assim no passado quando o poder perdeu credibilidade e a oposição ganhou consistência. Eis um paradigma que diz muito do poder do Estado... e do estado do poder.
sábado, novembro 06, 2010
A confirmação de eleições antecipadas
Os projectos de reestruturação da RTP e da Lusa costumam ocorrer em tempos agitados da governação ou prenunciar eleições antecipadas. Não é de estranhar que, agora, e apesar do caos nas finanças públicas, o governo comece a preparar «soluções de agregação» entre a RTP e a Lusa. Em época de passadeira vermelha ao presidente chinês Hu Jintao (com o prémio Nobel, Liu Xiaobo, metido no bolso) só falta mesmo estudar novas sinergias com a Xinhua.
P.S. Quanto vale a participação na Lusa das 8 empresas privadas da comunicação social ?
O dinheiro sem cor
A trajectória do BCP não poderia impressionar mais. Da escalada das montanhas para estar mais perto de Deus, até à pintura dos picos de Huangshan para adorar a natureza. Em suma: «Maior banco chinês negoceia compra de dez por cento do BCP».
Pedrada no charco da governação
«Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa também têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos e acções».
Pedro Passos Coelhio, em Viana do Castelo
Pedro Passos Coelhio, em Viana do Castelo
sexta-feira, novembro 05, 2010
Henrique Neto abre o livro
«Sócrates está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto» Uma entrevista imperdível no Jornal de Negócios.
quinta-feira, novembro 04, 2010
Mercado de olhos em bico
Carlos Monjardino regressou à ribalta, através da SIC Notícias.
Eis a grande dúvida para começar a tirar a limpo, a partir de amanhã, na Bolsa de Valores: grupo BANIF, grupo BCP ou grupo MONTEPIO?
Juros da dívida a subir (4)
A fasquia da taxa de juro das obrigações a 10 anos já ultrapassou o máximo histórico, atingindo os 6,554%. A cada declaração governamental, insistindo em negar a evidência, os mercados respondem com uma nova subida.
Juros da dívida a subir (3)
A fasquia da taxa de juro das obrigações a 10 anos está nos 6,4%. Ao fim de oito sessões consecutivas a subir, aproximando-se do máximo histórico, a corte do costume começou a lançar uma fortíssima campanha, tentando justificar o comportamento dos mercados com a tensão entre o Governo e o PSD. Qual será o próximo passo: apelar à suspensão da Democracia?
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