A eleição de Péter Magyar pode ser um passo importante para o regresso da União Europeia ao seus valores fundadores, mas não basta suspender as relações com Israel e ameaçar Benjamin Netanyahu com prisão.
P. S. Os cúmplices do genocídio e assassinatos selectivos só arrepiam caminho se forem responsabilizados pelos seu actos politicamente criminosos: o PM húngaro, ao aprovar o empréstimo Ucrânia, perdeu uma oportunidade de ouro para forçar a paralisação da fatídica liderança da Comissão Europeia.
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