Com as responsabilidades acrescidas que decorrem da eleição (voto secreto) de Portugal como membro não‑permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas é de esperar que a política externa pequenina de Portugal ultrapasse as condenações e a chamada de embaixadores para passar a exercer pressão diplomática sobre Israel, desde logo acompanhando os países que já declararam o Estado de Israel como terrorista, bem como interditaram a entrada em território nacional de criminosos de guerra indiciados e demais notáveis facínoras.
P. S. No meio do foguetório governamental de sublinhar o elogio de Luís Montenegro ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Finalmente, um elogio justo, ainda que tardio.
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