A demissão de Maria Lúcia Amaral foi aceite pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa, facilitando assim os riscos de concentração de poder nas mãos do primeiro-ministro Luís Montenegro, especialmente porque a Administração Interna controla áreas sensíveis como polícia, serviços de inteligência e gestão de riscos internos. O que segue? A Justiça?
P. S. António Oliveira Salazar nunca acumulou as funções de chefe do governo com a pasta do Interior (Administração Interna). É preciso recuar a 1924 (22 de novembro de 1924 – 16 de fevereiro de 1925), quando José Domingues dos Santos, político, jurista, professor e jornalista português, figura proeminente da Primeira República, acumulou ambas as funções.
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