Por vezes, os governantes não têm a noção do ridículo político. Ou não podem ter. É o caso da ministra da Administração Interna: quando se esperavam acção e medidas, além de estender mais uma par de horas o estado de alerta. O que se segue: a exploração bafienta das emoções, tudo regado com muita unidade e agradecimentos.
P. S. A cobardia política também é fugir às perguntas dos jornalistas.
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