O terrorismo e a violência fazem parte actualmente de um imenso palco partilhado entre Estados, organizações civis, regulares e clandestinas, serviços policiais, militares/paramilitares e mercenários a soldo.
P. S. Nas manifestações de protesto, um qualquer cidadão já não sabe quem é quem, quem são os autores instrumentais e morais da destruição e das matanças, porque a informação está fragilizada/domesticada e já vale tudo em regimes que se auto-intitulam democracias.
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