A posição de Portugal sobre o genocídio em Gaza continua a ser a então afirmada formalmente em Janeiro de 2024: «Enquanto parte da Convenção do Genocídio, o Estado de Israel deve: tomar todas as medidas possíveis para prevenir que sejam cometidos actos que possam vir a resultar num genocídio».
Por sua vez, mais de um ano depois, a 1 de Setembro de 2025, David Lammy, vice-primeiro-ministro, sustentou formalmente: «O governo não concluiu que Israel está agindo com essa intenção [genocídio]», tentando escapar às acções judiciais de ONG's (como Al-Haq) que questionaram a legalidade das exportações de armas para Israel.
P. S. Permanece o silêncio dos representantes dos órgãos de soberania portugueses, passados 1000 dias do início do genocídio em Gaza, amplamente documentado (mais de 60 mil vídeos e 17 mil fotos, com lista exaustiva de fontes, mais de 300 jornalistas), e confirmado por uma comissão independente da ONU, a 23 de Junho de 2026.
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